View Full Version : Nas Américas - 28/04
FUTUROS com tendencia de subida mas ainda em verde fraco.
S&P 1.0 Ptos
Nasd 1.5 Ptos
DJIA 7 Ptos
Euro 1,1040 USD
Petróleo 26,58 USD
Ouro 334,50 USD
S&P 1.0 Ptos
Nasd 2 Ptos
DJIA 20 Ptos
O petróleo abriu em queda, com os investidores a anteciparem que a redução do corte da produção da OPEP – Organização dos Países Exportadores de Petróleo deverá apresentar um impacto imediato nas existências da matéria-prima dos Estados Unidos da América. A OPEP reduziu, na semana passada, a produção de petróleo, que se manterá até Junho, apesar de terem elevado as quotas máximas de produção. A produção diária, excluindo o Iraque, deverá atingir os 26 milhões de barris diários. O contrato de Junho do Brent crude, transaccionado em Londres, desce 2,9 por cento para 23,4 dólares por barril.
S&P 1.8 Ptos
Nasd 3.5 Ptos
DJIA 14 Ptos
O euro atingiu um novo máximo dos últimos quatro anos face ao dólar e ao iene, apesar de ter perdido alguma força após a divulgação do indicador IFO. Os analistas continuam a mostrar-se optimistas face à moeda nacional, face à elevada rendibilidade oferecida face ao dólar. No entanto, depois da divulgação de uma queda inesperada no indicador IFO, o euro passou a transaccionar em terreno negativo, recuando 0,18 por cento face ao dólar, para 1,1016 dólares.
S&P 0.9 Ptos
Nasd 0.5 Ptos
DJIA 7 Ptos
S&P 2.6 Ptos
Nasd 3.5 Ptos
DJIA 24 Ptos
Karl Marx
28-04-2003, 11:56
Olá UP!
Se mudares de nick só para a primeira metade, isto nunca mais fica "down"! :)
Os mercados norte-americanos deverão abrir em alta, reagindo às expectativas de recuperação nos lucros empresariais. A Procter & Gamble deverá apresentar-se em destaque, depois de ter apresentado um lucro e vendas superiores ao esperado. O lucro líquido subiu 23 por cento e as vendas ganharam 8 por cento para 10,7 mil milhões de dólares no terceiro trimestre fiscal. Os investidores aguardam a divulgação dos rendimentos e gastos pessoais, antes da abertura do mercado. Os futuros sobre o Dow Jones sobem 0,23 por cento, sobre o Standard&Poor’s ganham 0,29 por cento e sobre o Nasdaq valorizam 0,41 por cento.
Dow 8,316.08 +9.73 (+0.12%)
Nasdaq 1,437.70 +3.16 (+0.22%)
S&P 500 899.50 +0.69 (+0.08%)
As bolsas de Nova Iorque iniciaram a semana optimistas quanto à recuperação dos resultados. O Dow Jones sobe 0,06 por cento para 8.311,33 pontos e o Nasdaq Composite ganha 0,23 por cento para 1.437,86 pontos. Em forte destaque, está a Procter & Gamble, que desce 0,16 por cento, apesar de ter anunciado que os lucros trimestrais foram impulsionados por vendas acima das estimativas. Os lucros do terceiro trimestre fiscal cresceram 23 por cento, devido ao aumento das vendas da pasta dentífrica Crest e outros produtos. As receitas subiram oito por cento para 10,7 mil milhões de dólares. A empresa espera que os lucros do trimestre em curso cresçam 10 a 12 por cento, face aos 10 por cento apontados pelo consenso do mercado. A McDonald's soma 2,72 por cento. Os lucros do primeiro trimestre aumentaram 29 por cento para 327,4 milhões de dólares ou 26 cêntimos por acção. Quase dois terços das empresas S&P 500 já divulgaram os resultados relativos ao triemstre terminado em Março. Os lucros cresceram à maior taxa dos últimos dois anos e meio e excederam em 6,8 por cento as estimativas dos analistas, segundo a Thomson Financial.
A recuperação do sector automóvel permitiu que os gastos reais dos consumidores subissem 0,1 por cento em Março, depois de dois meses de quedas, segundo o Departamento do Comércio. Ajustado à inflação, o rendimento pessoal manteve-se inalterado, reagindo a uma queda de 0,3 por cento em Fevereiro. Em termos nominais (não ajustando à inflação), os gastos e o rendimento pessoais subiram 0,4 por cento, perto do esperado pelos analistas. O índice de preços de gastos no consumo pessoais subiu 0,3 por cento em Março. A taxa bruta subiu 0,1 por cento.
Dow 8,371.12 +64.77 (+0.78%)
Nasdaq 1,446.18 +11.64 (+0.81%)
S&P 500 905.65 +6.84 (+0.76%)
Dow 8,405.43 +99.08 (+1.19%)
Nasdaq 1,449.10 +14.56 (+1.01%)
S&P 500 908.39 +9.58 (+1.07%)
Dow 8,450.96 +144.61 (+1.74%)
Nasdaq 1,459.49 +24.95 (+1.74%)
S&P 500 914.44 +15.63 (+1.74%)
Dow 8,445.28 +138.93 (+1.67%)
Nasdaq 1,458.43 +23.89 (+1.67%)
S&P 500 913.81 +15.00 (+1.67%)
O euro registava a maior queda contra o dólar em três semanas, depois do Ifo ter revelado que a confiança dos empresários alemães desceu em Abril para um mínimo de 16 meses, contrariando as expectativas dos analistas, que aguardavam um crescimento. O euro registava a maior queda contra o dólar em três semanas, depois do instituto Ifo ter revelado que a confiança dos empresários alemães desceu em Abril para um mínimo de 16 meses, contrariando as expectativas dos analistas, que aguardavam um crescimento.
O euro valia 1,0983 dólares, menos 0,52%.
O índice calculado pelo instituto Ifo desceu em Abril para os 86,6 pontos, face aos 88,1 pontos do mês anterior, quando os analistas aguardavam um crescimento do indicador.
O chanceller alemão Gerhard Schroeder, após a divulgação deste dado, anunciou a revisão em baixa do crescimento para a maior economia europeia em 2003. Esta foi a segunda revisão num espaço de três meses e a terceira em seis meses.
Em Janeiro, o Governo alemão previa que a economia crescesse 1%, quando agora estima uma evolução de 0,75%.
Dow 8,495.28 +188.93 (+2.27%)
Nasdaq 1,464.82 +30.28 (+2.11%)
S&P 500 917.66 +18.85 (+2.10%)
Os preços do crude caíam com receios de que o corte de produção anunciado pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) não seja suficiente para ter um impacto imediato nos preços desta matéria-prima.
O «brent», índice de referência para o petróleo do Mar do Norte, com data de entrega em Junho, caiu, 69 cêntimos de dólar, ou 2,9% para os 23,40 dólares por barril, na International Petroleum Exchange (IPE), em Londres.
O excesso de petróleo no mercado internacional deveu-se, essencialmente, ao aumento das importações em nove milhões de barris, por parte dos EUA, número que causou alguma surpresa nos analistas que esperavam um aumento de cerca de um milhão de barris.
Dow 8,471.61 +165.26 (+1.99%)
Nasdaq 1,462.24 +27.70 (+1.93%)
S&P 500 914.84 +16.03 (+1.78%)
Os mercados norte-americanos encerraram a segunda-feira em alta, entusiasmados com os resultados da McDonald’s e com os dados acerca das vendas de semicondutores. O Dow Jones valorizou 1,99 por cento para 8.471,61 pontos e o Nasdaq Composite somou 1,93 por cento para 1.462,24 pontos. A McDonald’s ganhou 7,1 por cento, depois de ter apresentado lucros do primeiro trimestre de 327,4 milhões ou 0,29 dólares por acção, acima dos 253,1 milhões de dólares do mesmo período do ano anterior. O mercado antecipara lucros por acção de 0,28 dólares. As receitas cresceram seis por cento para 3,8 mil milhões de dólares, contra os 3,6 mil milhões de dólares esperados. A empresa pretende reduzir em 40 por cento o investimento, em 2003, face ao ano anterior, realizando um corte de cerca de 800 milhões de dólares. A McDonald’s reiterou as estimativas de um crescimento entre três a cinco por cento das vendas globais e um aumento do lucros operacional entre seis a sete por cento até 2005. As vendas globais de semicondutores cresceram 13 por cento, no primeiro trimestre, face ao anterior, mas desceram 3,2 por cento face ao mesmo período do ano anterior, para 36,4 mil milhões de dólares, de acordo com a Semiconductor Industry Association (SIA). Em Março, as vendas cresceram 2,6 por cento para 12,1 mil milhões de dólares face ao mês anterior. A animar os investidores, esteve ainda a notícia de que o consumo cresceu 0,1 por cento, em Março, na primeira subida de três meses, revelada pelo Departamento do Comércio. O sentimento positivo foi ainda alimentado pelo acordo da Securities and Exchange Commission e dos reguladores de Nova Iorque com 10 grandes grupos financeiros, pondo termo ao processo sobre o conflito de interesses na análise de acções. O acordo prevê ainda que os reputados analistas Henry Blodget e Jack Grubman paguem mais de 20 milhões de dólares em multas.
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