Cali
21-04-2003, 12:15
Grandes amigos, sim senhor !
Tomem lá, qué para se distrairem :
Retrospectiva 2002 - Como a internet modificou a minha vida !
Estive a fazer um levantamento de todas as baboseiras que me enviaram
pela internet e observei como elas mudaram a minha vida:
Primeiro deixei de ir a bares e bailes com medo de me envolver com
alguma mulher ligada a alguma quadrilha de ladrões de órgãos e que me
roubem as córneas , me arranquem os dois rins ou até mesmo esperma
deixando-me
estiraçado dentro de uma banheira cheia de gelo com uma mensagem:
"Chame o 112 ou morrerá".
Assim deixei também de ir ao cinema com medo de sentar-me numa cadeira
com uma seringa infectada com o vírus da SIDA.
Depois parei de atender ao telefone para evitar que me pedissem para
digitar *9 e minha linha ser clonada e eu ter de pagar uma conta
telefónica astronómica.
Acabei por dar o meu telemóvel porque me iriam presentear com um
modelo mais novo da Ericson, que nunca chegou.
Então tive de comprar outro mas abandonei-o num canto com medo que as
microondas me dessem cancro no cérebro.
Deixei de comer vários alimentos com medo dos estrógenios. Parei de
comer galinha e hambúrgueres porque eles não são mais que carne de
monstros horríveis sem olhos, cabeludos e cultivados em laboratórios.
Deixei de ter relações sexuais por medo de comprar preservativos furados
que me contagiem com alguma doença venérea
Aproveitei e abandonei o hábito de beber qualquer coisa em lata para
não morrer pela urina de rato.
Deixei de ir aos shoppings com medo que raptem a minha mulher e a
obriguem a gastar todos os limites do cartão de crédito ou coloquem
alguém morto no porta bagagens do automóvel dela.
Eu também doei todas minhas poupanças à conta de Brian, um menino
doente que estava a ponto de morrer umas 700 vezes no hospital.
Eu participei arduamente numa campanha contra a tortura de alguns
ursos asiáticos aos quais iriam extraír a bílis, e contra o desmatamento
da floresta amazónica.
Fiquei praticamente arruinado financeiramente por comprar todos os
antivírus existentes para evitar que a maldita rã da Budweiser
invadisse o meu computador ou que os teletubies se apoderassem do meu
screensaver.
Deixei de fazer, beber e comer tantas coisas que quase morri desnutrido.
Cansei-me de esperar junto a minha caixa de correio os US$ 150.000 que
a Microsoft e a AOL me mandariam na participação de rastreio de e-mails
enviados. Nem tao pouco chegou o telefone Ericson muito menos o bilhete
para a Disneylândia.
Quis fazer o meu testamento e entrega-lo ao meu advogado para doar os
meus bens para a instituição beneficente que recebe um centavo de dólar
por cada pessoa que anota seu nome na corrente pela luta da
independência
das mulheres no Paquistão, mas não pude entregar porque tive medo de
passar
a língua sobre a cola na borda do envelope e contaminar-me com as
baratas incubadas nela, como me tinham avisado por e-mail.
Também não ganhei um milhão de dólares, um porshe e nem fiz sexo com a
Nicole Kidmann, que foram as três coisas que pedi como desejo quando
recebi e encaminhei o Tantra Mágico enviado pelo Dalai Lama lá da Índia.
E como se não bastasse acabei por acreditar que tudo de mau e de injusto
que me aconteceu foi porque quebrei todas as correntes ridículas que me
enviaram e acabei sendo amaldiçoado.
Resultado: estou em tratamento psiquiátrico.
NOTA IMPORTANTE: Se você não enviar esta mensagem a pelo menos 10
pessoas, nada te acontecerá. No entanto as merdas, mentiras e baboseiras
continuarão a infernizar a sua vida em 2003 por falta de informação e
esclarecimento. Não se deixe influenciar por elas. Apague-as.
Tomem lá, qué para se distrairem :
Retrospectiva 2002 - Como a internet modificou a minha vida !
Estive a fazer um levantamento de todas as baboseiras que me enviaram
pela internet e observei como elas mudaram a minha vida:
Primeiro deixei de ir a bares e bailes com medo de me envolver com
alguma mulher ligada a alguma quadrilha de ladrões de órgãos e que me
roubem as córneas , me arranquem os dois rins ou até mesmo esperma
deixando-me
estiraçado dentro de uma banheira cheia de gelo com uma mensagem:
"Chame o 112 ou morrerá".
Assim deixei também de ir ao cinema com medo de sentar-me numa cadeira
com uma seringa infectada com o vírus da SIDA.
Depois parei de atender ao telefone para evitar que me pedissem para
digitar *9 e minha linha ser clonada e eu ter de pagar uma conta
telefónica astronómica.
Acabei por dar o meu telemóvel porque me iriam presentear com um
modelo mais novo da Ericson, que nunca chegou.
Então tive de comprar outro mas abandonei-o num canto com medo que as
microondas me dessem cancro no cérebro.
Deixei de comer vários alimentos com medo dos estrógenios. Parei de
comer galinha e hambúrgueres porque eles não são mais que carne de
monstros horríveis sem olhos, cabeludos e cultivados em laboratórios.
Deixei de ter relações sexuais por medo de comprar preservativos furados
que me contagiem com alguma doença venérea
Aproveitei e abandonei o hábito de beber qualquer coisa em lata para
não morrer pela urina de rato.
Deixei de ir aos shoppings com medo que raptem a minha mulher e a
obriguem a gastar todos os limites do cartão de crédito ou coloquem
alguém morto no porta bagagens do automóvel dela.
Eu também doei todas minhas poupanças à conta de Brian, um menino
doente que estava a ponto de morrer umas 700 vezes no hospital.
Eu participei arduamente numa campanha contra a tortura de alguns
ursos asiáticos aos quais iriam extraír a bílis, e contra o desmatamento
da floresta amazónica.
Fiquei praticamente arruinado financeiramente por comprar todos os
antivírus existentes para evitar que a maldita rã da Budweiser
invadisse o meu computador ou que os teletubies se apoderassem do meu
screensaver.
Deixei de fazer, beber e comer tantas coisas que quase morri desnutrido.
Cansei-me de esperar junto a minha caixa de correio os US$ 150.000 que
a Microsoft e a AOL me mandariam na participação de rastreio de e-mails
enviados. Nem tao pouco chegou o telefone Ericson muito menos o bilhete
para a Disneylândia.
Quis fazer o meu testamento e entrega-lo ao meu advogado para doar os
meus bens para a instituição beneficente que recebe um centavo de dólar
por cada pessoa que anota seu nome na corrente pela luta da
independência
das mulheres no Paquistão, mas não pude entregar porque tive medo de
passar
a língua sobre a cola na borda do envelope e contaminar-me com as
baratas incubadas nela, como me tinham avisado por e-mail.
Também não ganhei um milhão de dólares, um porshe e nem fiz sexo com a
Nicole Kidmann, que foram as três coisas que pedi como desejo quando
recebi e encaminhei o Tantra Mágico enviado pelo Dalai Lama lá da Índia.
E como se não bastasse acabei por acreditar que tudo de mau e de injusto
que me aconteceu foi porque quebrei todas as correntes ridículas que me
enviaram e acabei sendo amaldiçoado.
Resultado: estou em tratamento psiquiátrico.
NOTA IMPORTANTE: Se você não enviar esta mensagem a pelo menos 10
pessoas, nada te acontecerá. No entanto as merdas, mentiras e baboseiras
continuarão a infernizar a sua vida em 2003 por falta de informação e
esclarecimento. Não se deixe influenciar por elas. Apague-as.