View Full Version : Confusão na capital espanhola...
Patacôncio
17-03-2004, 17:37
Lá pelas bandas de Madrid vive-se uma tensão política pouco frequente.
Às acusações de manipulação governamental, acusando a ETA do atentado, vive-se hoje a acusação à esquerda de manipulação da opinião pública.
Depois, Pedro Almodóvar, jura a pés juntos conhecer os rumores que garantem a tentativa de golpe de estado, por parte do PP, no sábado à noite, antes das eleições.
Todavia, muita água irá correr debaixo das pontes, até se saber quem foram os verdadeiros terroristas que fizeram a "matanza".
Com a descoberta recente, que tipo de explosivos foram usados e onde foram fabricados, há cada vez mais pessoas que se questionam quem foram os verdadeiros autores dos atentados.
Pessoalmente acredito que foi algum grupo islámico radical.
Mas veja-se a perspectiva de quem garante ser da ETA, a carnificina contra os civis inocentes.
Em primeiro lugar, a ETA prometeu fazer um enorme atentado em Madrid, antes das eleições.
Tentou a 28 de Fevereiro, mas foram apanhados, com as respectivos explosivos.
Depois, o tipo de explosivos. Os explosivos usados na "matanza" foram fabricados a 60 kms. de Bilbao, em Burgos.
E, depois, algum tipo de lógica circunstancial.
Em primeiro lugar, quando se soube do atentado, todos em espanha acusaram a ETA de ser o responsável. Curiosamente foram os moderados bascos quem primeiro acusou a ETA de estar por trás da "matanza".
Depois, a "esquerda abertzale", actual braço político da ETA foi a primeira a dizer taxativamente que quem fez o atentado foi um grupos islámico e negou que a ETA estivesse envolvida na "matanza".
Ora, será que a ETA perpetrou o atentado e tentou atirar as culpas para cima dos terroristas islámicos?
Veja-se. Na carrinha "kangoo" foi encontrado material islámico, sugerindo que a pista foi propositadamente posta lá por algum motivo.
Depois, o tipo de detonadores. Os detonadores usados eram diferentes do que a ETA utilizava, embora o sistema seja igual ao sistema propulasor, que a ETA andava a utilizar.
Depois temos os telemoveis. Sabe-se que terão sido usados telemoveis vendidos por cidadãos espanhois, de origem hindi.
Mas a quem venderam? E a ligação ao marroquino da loja de telemoveis?
O que é certo é que tipos ligados à Al Qaeda fugiram de espanha.
Será isso suficiente para dizer que eles estão por trás do atentado?
Uma tese diz que os tipos fugiram porque... Como já estavam referenciados pela Justiça espanhola, de terem ligações ao atentado do 11 de Setembro, era lógico que sabiam que estariam sobre a mira da Justiça, pois passariam automaticamente a fazer parte do rol dos suspeitos "naturais". Logo, só podiam fugir, porque senão poderiam sofrer as agruras da Justiça espanhola.
(Relembre-se que esse marroquino tinha sido investigado por Baltazar Garzon, de pertencer ao grupo de apoio operacional aos agentes terroristas, que fizeram o 11 de Setembro. Não foi acusado mas estaria a ser vigiado pelos serviços de segurança espanhois.)
Ou seja, dizem muitos que a ETA estará por trás dos atentados e tentou culpabilizar os radicais islámicos. Ao passo que outros dizem que há um conluio entre ETA e Al Qaeda.
Ora, este raciocínio está a fazer fervilhar as opiniões em espanha e a elevar a tensão política espanhola.
Porque, da forma como é utilizado politicamente a autoria dos atentados, saber se foi a Al Qaeda ou a ETA... Terá repercussões enormes no futuro político do legítimo governo eleito e na correlação de forças na política espanhola.
O que é certo, é que esta "matanza" está a abalar a sociedade espanhola. Muito mais do que parece.
Pergunta-se, qual a repercussão política sobre os verdadeiros criminosos?
Se foi a Al Qaeda, que fazer?
Se foi a ETA, que fazer?
Esta guerra surda política em espanha...
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/images/mapa-pais_basco.gif
Patacôncio
17-03-2004, 18:01
Que se passa com a sociedade espanhola?
Uma situação de pré-guerra civil???? :confused: :confused: :confused:
Leiam aqui (http://www.elmundo.es/elmundo/2004/03/17/espana/1079524136.html)
CONVOCADOS POR SMS Y CORREOS ELECTRÓNICOS
Miles de simpatizantes del PP se manifiestan en Génova a pesar de la desautorización del partido
C. REMÍREZ/P.D. SOTERO
Los simpatizantes del PP, en Génova, dando las gracias a Aznar. (P.D. Sotero)
NOTICIAS RELACIONADAS
MADRID.- Unos 4.000 simpatizantes del PP, según la Policía, se han congregado ante la sede del partido, en la calle de Génova de Madrid, para dar las gracias a José María Aznar por su Gobierno al grito de "Esto sí es un presidente" y criticar al grupo Prisa por su cobertura de la jornada de reflexión -"Grupo Prisa, manipulador"-.
En los alrededores de la calle Génova, que tuvo que cortarse al tráfico, se concentraron miles de personas, muchas de ellas portando banderas de España y del PP. Acudieron convocados por amigos y conocidos a través de mensajes sms y correos electrónicos, como en la jornada de reflexión electoral lo hicieron los alrededor de 3.000 manifestantes que exigían saber la verdad sobre los atentados del 11-M.
En un comunicado emitido hoy, el PP hacía un llamamiento a sus simpatizantes para que no acudieran a este tipo de concentraciones y les convocaban a un acto el próximo 27 de marzo en el Palacio de Vista Alegre, en Madrid.
El texto de los SMS decía lo siguiente: "Concentracion d apoyo y agradcimiento x 8 años d progreso y bienestar …Mañana dia 17 en genova a ls 14h…Anima a todo el q puedas!" (sic).
Los simpatizantes empezaron a cortar la calle Génova a las 14.00 horas. Daban las "gracias" a voz en grito. Poco antes de las 14.30, Mariano Rajoy y Pío García Escudero salieron al balcón de la sede a saludar.
Desde las ventanas, trabajadores de la sede arrojaron octavillas en las que se animaba a la gente a acudir al homenaje a sus simpatizantes convocado para el 27 de marzo. También sacaron posters de José María Aznar y Mariano Rajoy, que la multitud, abajo, en la calle, ovacionaba enfervorecidamente.
Para entonces, eran las 15.00 horas y unas 3.000 personas ya se habían concentrado aprovechando la hora de comer.
Muchos de los manifestantes llevaban carteles en los que se leía la palabra "Gracias". "Este gobierno habrá cometido errores, pero hay que agradecerle muchas cosas, como la reducción del paro o que ha dejado las arcas de la seguridad social llenas", decía un manifestante. A su lado, Rafael, otro simpatizante al que su prima le había mandado un sms en la noche anterior, decía que "contra el terrorismo hay que tener otra estrategia, no hay que tener miedo y cambiar de postura ahora".
En principio, la convocatoria era para dar las gracias al Ejecutivo en funciones "por ocho años de honradez, prosperidad económica y trabajo", en palabras de Fernando Sánchez del Toro, un simpatizante que asegura que se va afiliar.
Lo mismo decía, a su lado, Belén Ramírez-Montesinos, que insistía en dejar claro que los que ahí estaban "aceptan la derrota y a Zapatero como presidente".
Sin embargo, los manifestantes pidieron la dimisión de Rodríguez Zapatero.
Contra algunos medios
Pero la multitud se desató en gritos contra el Grupo Prisa, la Cadena Ser y Telecinco, a los que acusaban de manipuladores. "Lo que no se puede tolerar es que durante el día de reflexión un grupo mediático con tanta presencia hiciera tante presión", decía un votante anónimo del PP.
"Grupo Prisa, manipulador" y "Cadena Ser, hijos de puta" eran algunas de las frases coreadas. A ellas se añadieron las voces de "hijo de puta" y "manipulador" contra Pedro Almodóvar, que ayer dio credibilidad al rumor que apuntaba al PP como instigador de un golpe antidemocrático en la noche del sábado. "Devuelve el Oscar, que es americano", le espetaban.
Entre los carteles improvisados para la ocasión se leían frases como "gracias, Aznar", "Aznar se va con la conciencia tranquila" o "Zapatero presidente... de Al Qaeda".
Agradecimiento del PP
"El Partido Popular, ante las numerosas muestras de apoyo recibidas en los últimos días por parte de afiliados y simpatizantes, quiere expresar su agradecimiento a los más de 9.600.000 españoles que depositaron su confianza en el proyecto del PP en las elecciones generales celebradas el pasado domingo 14 de marzo", señalaba la nota.
"Por esta razón, el PP celebrará, el próximo día 27 de marzo, un acto con todos sus militantes y simpatizantes en la Plaza de Toros de Vistalegre, en el que participarán el Presidente del PP, José María Aznar, y el secretario general, Mariano Rajoy".
PS Os espanhois deviam a aprender a ter orgãos de informação independentes.
Ao longo da Democracia espanhola, todos os políticos usaram do seu poder para influenciar as opiniões políticas dos orgãos de informação.
Agora compreendem o poder nefasto de um jornalismo "militante".
E, em Portugal, se medite neste tipo de jornalismo. Pois o BE controla muita opinião publicada, tavestida de jornalismo.
Mohandas
17-03-2004, 18:25
Eheheh... :D
Estava a ficar admirado e preocupado por não falares no BE!
Ufa. Tiraste-me um peso de cima...
Patacôncio
17-03-2004, 18:38
Confusão no Reino de Sua Majestade...
A direita espanhola anda ressabiada. Porquê?
No sábado, um dia antes das eleições, alguém lançou o rumor que o PP estaria a preparar um golpe-de-estado, caso perdesse as eleições.
Verdade ou mentira, o rumor circulou por muitos telemoveis espanhois.
Depois, com as declarações infelizes e fanáticas do Almodóvar, a direita acredita que foi tudo preparado pela esquerda, inclusivé a manifestação ilegal de sábado à noite.
A direita pergunta-se, porque raio a manifestação anti-governamental foi feita à frente da sede nacional do PP?
Depois, a direita, pensa que o grupo Prisa, ligado aos meios socialistas, também alinhou neste rumor, à medida que ia difundido cada vez mais noticias e questionando os métodos governamentais de fornecer a informação.
Ou seja, a radicalização da direita e da esquerda, cada qual acusando a outra de manipulação da opinião pública, está a endurecer as posições políticos dos envolvidos.
A capital madrilena aquece e os termómetros parecem pouco mexer.
Isto está a ficar perigoso.
PS Mohandas, no sábado vi os nossos "jornalistas palestinianos" verdadeiramente contentes com a manif ilegal.
No domingo, parecia um "orgasmo político-noticioso", com a derrota do PP.
E os sorrisos de orelha-a-orelha da maioria dos nosso jornalistas... :D :D :D
PS II A ver vamos o que fará o Ministério Público com as acusações ao Louçã de fugas e violação do segredo de justiça, por parte dele, e a suas ligações ao caso Casa Pia. Ah! E qual a sua ligação àquele jornalista do público... Como se chama?... ehehhhehhhh
Patacôncio
17-03-2004, 18:51
Não haverá manipulação da opinião pública, em Portugal?
Pois então.
Como sou bruxo, vou adivinhar os resultados de uma sondagem política portuguesa.
Para as europeias:
PS 47%;
PSD/ CDS 22%
Para o governo:
PS 37%
PSD/CDS 29%
Se eu acertar, posso beber um Noval, mas sem azeitona, vale? :D :D :D
Então esperem pelos próximos dias. :D :D :D
Mohandas
17-03-2004, 18:55
E os resultados do BE? Não sabes? :(
Patacôncio
18-03-2004, 12:21
Afinal foi na Visão.
Julguei que ia ser no JN.
Leiam aqui (http://www.portugaldiario.iol.pt/noticias/noticia.php?id=175439&sec=1)
PS ganharia com margem confortável
18-03-2004 07:27
PD
Caso eleições legislativas se realizassem hoje, revela sondagem publicada na Visão
O PS venceria tanto as eleições europeias como as legislativas se estas se realizassem hoje, obtendo mesmo um triunfo expressivo para o Parlamento Europeu, revela uma sondagem hoje publicada pela revista Visão.
Se as legislativas de 2006 se realizassem agora, os socialistas ganhariam de forma confortável, ainda que sem maioria absoluta, ao recolherem 37 por cento das intenções de voto, contra 29 por cento de uma coligação PSD/CDS-PP, de acordo com os dados da consulta da TNS Euroteste.
A CDU surge como a terceira força política mais votada, com 7 por cento, ligeiramente à frente do BE (6 por cento), enquanto na sua estreia a Nova Democracia obteria 2 por cento dos votos.
Mais expressivo seria o triunfo do PS caso as eleições europeias de 13 de Junho próximo se realizassem hoje: os socialistas, encabeçados por Sousa Franco, recolheriam 47 por cento dos votos, enquanto uma coligação PSD/PP liderada por Leonor Beleza não iria além dos 22 por cento.
Sendo que a grande «vencedora» seria a abstenção - com uma taxa de 49 por cento -, o BE, com Miguel Portas à cabeça, alcançaria os 8 por cento, ficando imediatamente à frente da CDU (7 por cento), imediatamente à frente da Nova Democracia (6 por cento).
A consulta abordou outras matérias políticas, como a avaliação do governo PSD/CDS-PP, cumpridos que estão dois anos de mandato, e cerca de 60 por cento dos inquiridos «chumba» a política do executivo.
As áreas da Saúde (69,7 por cento de opiniões desfavoráveis), Justiça (67,7) e Economia e Finanças (65) são as mais criticadas.
A nível de ministros, Manuela Ferreira Leite, titular da pasta das Finanças, é a mais impopular, aos ser eleita por 19,2 por cento dos inquiridos como o pior ministro do governo, sendo seguida de Paulo Portas (Defesa), com 18,7 por cento, e Luís Filipe Pereira (Saúde), com 5,6.
O ministro mais popular é o do Emprego e Segurança Social, Bagão Félix, apontado por 10,8 por cento como o melhor ministro do actual governo, surgindo nos lugares imediatamente a seguir Manuela Ferreira Leite (10,1 por cento) e Paulo Portas (7,4).
Questionados sobre se o PSD deveria ou não concorrer sozinho às próximas legislativas, 60,9 por cento defende que sim, contra apenas 25,5 por cento que apoia a apresentação de uma coligação.
Contudo, uma maioria dos inquiridos, 48,3 por cento, acredita que PSD e CDS-PP, coligados, vencerão as legislativas, enquanto 38,8 por cento apontam para o PS.
Por fim, e relativamente à economia portuguesa, 64,8 por cento dos inquiridos não acredita numa retoma já este ano, contra 28,6 por cento de opiniões optimistas.
Quanto aos líderes políticos, o mais popular é o do Bloco de Esquerda, Francisco Louça, com uma média de 40,8 por cento de avaliações positivas (e 32,9 por cento negativas), sendo os responsáveis máximos dos partidos da coligação os mais penalizados - o líder do PP, Paulo Portas, regista 60,3 por cento de opiniões negativas, e o líder do PSD e primeiro-ministro Durão Barroso 57,6.
O terceiro mais impopular é Ferro Rodrigues, secretário geral do PS (52,8 por cento de opiniões negativas).
Numa outra questão, sobre quem seria o melhor líder para o PS, Ferro Rodrigues, com 14,2 por cento das preferências, é de resto suplantado por António Vitorino, com o comissário europeu a ser o «eleito» de 31,1 por cento dos inquiridos.
Perto de Ferro Rodrigues seguem ainda José Sócrates (13,7) e Jorge Coelho (10,6).
A sondagem foi realizada pela TNS Euroteste para a Visão, entre 10 e 13 de Março, com entrevistas telefónicas a 650 com 18 ou mais anos, não sendo indicada uma margem de erro.
PS Rabiam, rabiam... Mas está tudo dependente da Justiça. ehhehehehheh
Mohandas
18-03-2004, 16:33
Eheheh...
E ainda não sabes de metade. Espera por domingo! :rolleyes: :D
Patacôncio
19-03-2004, 22:54
Esta semana andamos a brincar às sondagens.
Mas antes da manipulação portuguesa, falemos de espanha.
O governo espanhol (do Aznar, ainda), decidiu desclassificar e publicar os relatórios dos serviços secretos que provam que os tipos falavam verdade.
Reacções? Nem vos falo, que aquilo anda quente. Ainda para mais, o PP marcou um enorme comício, de "agradecimento", na altura que o novo governo entra em funções.
Vai ser o bom e o bonito!
Quem quiser ler os relatórios... (http://www.libertaddigital.com/suplementos/pdf/verdad-11m.pdf)
Em Portugal, a SIC (????? Estranho, muito estranho) divulgou uma sondagem que punha a actual coligação a vencer as eleições europeias.
Mesmo que o candidato seja uma lástima, que tenha muito que explicar (sobretudo ao Pina Moura) e deva um pedido de desculpas aos portugueses, é inverosomível que o PS tenha aqueles resultados fracos.
Mas quem sabe?
A manipulação (http://sic.sapo.pt/article30307visual4.html) :
Vantagem escassa
Sondagem SIC/Expresso/RR: vitória da coligação PSD/CDS-PP nas Europeias mas com o mesmo número de deputados que o PS
Se as eleições europeias fossem hoje, venceria a coligação PSD/CDS-PP, revela um estudo de opinião feito pela Eurosondagem para a SIC, Expresso e Radio Renascença. Ainda assim, há mesma sondagem revela um empate no número de deputados entre a coligação e o PS nas europeias.
2004-03-19 20:22
De acordo com a sondagem, a coligação que está no Governo e que se vai chamar Força Portugal nestas eleições, arrecada 37,6 por cento das intenções de voto. Um valor um pouco aquém da soma dos resultados que os dois partidos obtiveram nas últimas europeias, em 1999: 39,2 por cento.
Com uma distância de apenas 0,6 por cento, o PS é o segundo partido que recolhe mais intenções de voto (37 por cento) , quase menos seis por cento do que conseguiu há cinco anos.
A CDU regista também uma forte quebra nas intenções de voto. Apenas 5,8 por cento dos inquiridos preferem a coligação que tem o PCP à cabeça, contra os 10,3 por cento de votos obtidos em 1999.
Pelo contrário, o Bloco de Esquerda aparece em tendência ascendente, com 4,3 por cento das intenções de voto. Há cinco anos, os bloquistas não chegaram aos dois por cento dos votos.
Em estreia absoluta nestas eleições, surge a Nova Democracia, mas o partido de Manuel Monteiro não vai além dos 0,7 por cento das intenções de voto.
Dos entrevistas, 3,2 por cento optaram por votar noutros partidos ou branco ou nulo e 11,4 por cento não sabem ou não respondem.
Contas feitas, com menos um eurodeputado para eleger do que em 1999, a coligação Força Portugal e o PS elegeriam o mesmo número de eurodeputados: 11. Em relação a 1999, o PS perderia um deputado e coligação PSD/CDS-PP elegeria o mesmo número que os dois partidos, somados, elegeram há cinco anos.
A CDU perderia um eurodeputado e o Bloco de Esquerda teria o seu primeiro representante no Parlamento Europeu. O Partido da Nova Democracia não elegeria ninguém.
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