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View Full Version : Hospital C. Vermelha: Manela vende.


Karl Marx
27-12-2003, 16:25
Estado poderá vender participação de 45% que detém na Cruz Vermelha


O Estado português poderá vender a participação de 45% que detém na sociedade gestora do hospital da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP), de acordo com informação avançada este sábado pelo semanário Expresso.

As acções, adquiridas pelo Estado em 1998, por 2,5 milhões de contos, estão a ser negociadas entre o Ministério das Finanças e a direcção da Cruz Vermelha.

Sem adiantar pormenores do negócio, o presidente da instituição, Nogueira de Brito, confirmou o interesse do ministério na venda da participação do Estado na sociedade gestora do hospital e adiantou que a CVP "tem sempre preferência nesta venda", segundo o acordo efectuado na altura da compra.

Apesar de o Expresso ter adiantado que há operadores privados que manifestaram o seu interesse no negócio, Nogueira de Brito garante que não há terceiros envolvidos, até porque "a Cruz Vermelha está interessada em reaver a parte do Estado e ficar proprietária a 100 por cento da sociedade que gere o hospital da instituição".

Karl Marx
27-12-2003, 16:27
Tribunal de Parma decreta falência da Parmalat


O tribunal de Parma decretou este sábado a falência da Parmalat, abrindo assim a via oficial para colocação do grupo agroalimentar italiano sob administração judicial, noticiou a agência France Presse.

Esta medida permite preservar, numa primeira fase, os interesses dos agricultores, fornecedores de leite da Parmalat, acordando com eles a prioridade dos pagamentos.

O grupo Parmalat, que se encontra envolvido num escândalo financeiro de grande dimensão, tem um passivo de pelo menos sete mil milhões de euros - face um volume de negócios de 7,5 mil milhões de euros em 2002 -, que poderá agravar-se nos próximos dias, à medida que prosseguir o inquérito judicial, revela a imprensa italiana.

A Parmalat foi colocada na quarta-feira sob a protecção de um procedimento sobre falências, adoptado de urgência e especialmente para a empresa pelo governo italiano, que espera assim salvar os equipamentos e os empregos.

Lusa/Fim