Karl Marx
08-04-2003, 02:15
Bom dia pessoal!
Estando aqui sozinho no fórum, deu-me, de repente, uma vontade de analisar o momento dos mercados! E esta, hein?... Logo eu!
Começo por lembrar que ontem entrei em EDP a 1,72, sem razão nenhuma que não fosse entrar em qualquer coisa que não tivesse já subido tudo o que era previsível no dia. Aí acertei. O que a EDP vai fazer daqui a horas, não faço a mínima ideia, apesar de ter gostado do fecho.
Para este meu monólogo, nem me interessa esta ou aquela acção do PSI 20, este ou aquele título da Euronext Lisboa. Vou analisar (uau!) pelo prisma que, quer queiramos quer não, manda nesta coisa toda - o americano.
Então é assim: depois de quedas e mais quedas, com rebounds e ralies, com regresso a mínimos e fortunas enterradas, com um bear muito maior do que se esperava (em tempo), surge a lufada de ar fresco (previsível) que é a guerra (triste ironia, não é?).
Vai daí, os mercados começam a avançar com cada Tomahawk, a recuar com cada americano morto (em combate ou por fogo amigo (!)), até que se desunham com a proximidade de Bagdad. Foi tudo atrás dos tanques e foi um fartar vilanagem, para quem se posicionou a tempo e horas.
Para trás ficou uma economia mundial (sobretudo a americana) que estava e está em cacos, por mais balões de oxigénio que lhes tenham injectado... É essa economia que agora deverá vir cobrar os seus "juros": face à realidade, resolvida (?) a guerra, o mundo real (da economia) aí estará na próxima (próxima, mesmo) esquina, à nossa espera.
Não é nenhum drama: é só saber esperar porque, como bem sabem, tudo o que desce sobe ou, como melhor diria o Cali, tudo o que entra sai (se não não tem graça, nã é?!!!).
A guerra (uma vez terminada (?)) trará uma vantagem para os mercados: o preço do petróleo vai descer (e muito) logo a gasolina vai ficar mais barata e os americanos vão ter mais uns trocos para investir na bolsa; à pala disso, aproveitando a embalagem, o Tio Alan vai descer mais uns pós na taxa directora do FED e o Tio Bush até é capaz de cortar mais umas "taxes", para ver se, depois da vitória guerreira, consegue, finalmente, dar uma graça à economia dos states.
Aí sim: o toiro pode arremeter.
Quando?
Lá para as férias de Verão, claro.
Mas isto são divagações minhas, depois de um dia intenso e de uma ameaça de insónia! Não liguem puto a estas parvoices!
Estando aqui sozinho no fórum, deu-me, de repente, uma vontade de analisar o momento dos mercados! E esta, hein?... Logo eu!
Começo por lembrar que ontem entrei em EDP a 1,72, sem razão nenhuma que não fosse entrar em qualquer coisa que não tivesse já subido tudo o que era previsível no dia. Aí acertei. O que a EDP vai fazer daqui a horas, não faço a mínima ideia, apesar de ter gostado do fecho.
Para este meu monólogo, nem me interessa esta ou aquela acção do PSI 20, este ou aquele título da Euronext Lisboa. Vou analisar (uau!) pelo prisma que, quer queiramos quer não, manda nesta coisa toda - o americano.
Então é assim: depois de quedas e mais quedas, com rebounds e ralies, com regresso a mínimos e fortunas enterradas, com um bear muito maior do que se esperava (em tempo), surge a lufada de ar fresco (previsível) que é a guerra (triste ironia, não é?).
Vai daí, os mercados começam a avançar com cada Tomahawk, a recuar com cada americano morto (em combate ou por fogo amigo (!)), até que se desunham com a proximidade de Bagdad. Foi tudo atrás dos tanques e foi um fartar vilanagem, para quem se posicionou a tempo e horas.
Para trás ficou uma economia mundial (sobretudo a americana) que estava e está em cacos, por mais balões de oxigénio que lhes tenham injectado... É essa economia que agora deverá vir cobrar os seus "juros": face à realidade, resolvida (?) a guerra, o mundo real (da economia) aí estará na próxima (próxima, mesmo) esquina, à nossa espera.
Não é nenhum drama: é só saber esperar porque, como bem sabem, tudo o que desce sobe ou, como melhor diria o Cali, tudo o que entra sai (se não não tem graça, nã é?!!!).
A guerra (uma vez terminada (?)) trará uma vantagem para os mercados: o preço do petróleo vai descer (e muito) logo a gasolina vai ficar mais barata e os americanos vão ter mais uns trocos para investir na bolsa; à pala disso, aproveitando a embalagem, o Tio Alan vai descer mais uns pós na taxa directora do FED e o Tio Bush até é capaz de cortar mais umas "taxes", para ver se, depois da vitória guerreira, consegue, finalmente, dar uma graça à economia dos states.
Aí sim: o toiro pode arremeter.
Quando?
Lá para as férias de Verão, claro.
Mas isto são divagações minhas, depois de um dia intenso e de uma ameaça de insónia! Não liguem puto a estas parvoices!