Karl Marx
02-03-2010, 18:41
Os sublinhados são meus.
Filipe Pacheco
filipepacheco@negocios.pt
O administrador da Media Capital, Bernardo Bairrão, afirmou esta tarde que “não foi por causa das críticas do primeiro-ministro que acabou o Jornal Nacional” (das sextas).
“A decisão foi tomada pelo conselho de administração da TVI” e teve por base a vontade de “uniformizar o Jornal Nacional” e defender o “conteúdo informativo do ataque que estava a ser alvo” por parte de várias entidades, declarou o administrador delegado da Media Capital na audiência da comissão de Ética da Assembleia da República sobre o exercício da liberdade de expressão.
Bairrão garante que essa decisão estava a ser discutida desde Março pela administração da Media Capital, tendo as tomadas de posição da ERC e do Sindicato dos Jornalistas, que condenaram a conduta deontológica do Jornal Nacional de Sexta, tido alguma influência na decisão que veio a ser tomada.
“As nossas dúvidas prendiam-se com o estilo e não com o conteúdo. Não podíamos admitir que, pelos ataques de estava ser alvo, se pudesse atacar o conteúdo do Jornal Nacional”, disse Bairrão, reiterando que nenhum dos factos relatados naquele espaço informativo foram alguma vez desmentidos.
O administrador da Media Capital considera ainda desagradáveis as críticas que o primeiro-ministro, José Sócrates, teceu ao jornal, mas garantiu que estas foram indiferentes na decisão. “Não foi indiferente a posição da ERC e não foi indiferente a posição do Sindicato dos Jornalistas”, diz.
Filipe Pacheco
filipepacheco@negocios.pt
O administrador da Media Capital, Bernardo Bairrão, afirmou esta tarde que “não foi por causa das críticas do primeiro-ministro que acabou o Jornal Nacional” (das sextas).
“A decisão foi tomada pelo conselho de administração da TVI” e teve por base a vontade de “uniformizar o Jornal Nacional” e defender o “conteúdo informativo do ataque que estava a ser alvo” por parte de várias entidades, declarou o administrador delegado da Media Capital na audiência da comissão de Ética da Assembleia da República sobre o exercício da liberdade de expressão.
Bairrão garante que essa decisão estava a ser discutida desde Março pela administração da Media Capital, tendo as tomadas de posição da ERC e do Sindicato dos Jornalistas, que condenaram a conduta deontológica do Jornal Nacional de Sexta, tido alguma influência na decisão que veio a ser tomada.
“As nossas dúvidas prendiam-se com o estilo e não com o conteúdo. Não podíamos admitir que, pelos ataques de estava ser alvo, se pudesse atacar o conteúdo do Jornal Nacional”, disse Bairrão, reiterando que nenhum dos factos relatados naquele espaço informativo foram alguma vez desmentidos.
O administrador da Media Capital considera ainda desagradáveis as críticas que o primeiro-ministro, José Sócrates, teceu ao jornal, mas garantiu que estas foram indiferentes na decisão. “Não foi indiferente a posição da ERC e não foi indiferente a posição do Sindicato dos Jornalistas”, diz.