Ibn Erik
25-11-2009, 10:59
os jovens de agora pagarão as reformas actuais. no futuro serão os sacrificados.
adeus, ó ilusão do famoso Estado Social portuga. :rolleyes:
Poupar um terço do salário só garante 80% do rendimento na altura da reforma
Os portugueses vão ter de poupar até mais de um terço do salário para garantirem 80 por cento do rendimento no momento da reforma, revela um estudo hoje divulgado, que afirma que o ritmo dos aumentos penalizará as reformas dos contribuintes mais jovens.
De acordo com o estudo da Optimize - Investment Partners, a que a agência Lusa teve acesso, "a nova fórmula de cálculo das pensões obriga os portugueses a pouparem entre 7,8 e 35,8 por cento do seu salário para conseguirem manter pelo menos 80 por cento do seu rendimento ilíquido no momento da reforma".
A diminuição do valor da reforma pago pelo Estado resulta da introdução, na legislatura passada, do chamado 'factor de sustentabilidade das pensões', que procura garantir a solidez financeira da Segurança Social, confrontada com o aumento da esperança média de vida e com o abrandamento do crescimento da taxa de natalidade.
Assim, o estudo afirma que "os portugueses vão ter de colocar de lado uma parte crescente dos seus rendimentos para conseguirem manter o nível de vida no momento de deixar a vida activa", até porque, agora, o que é contabilizado é toda a carreira contributiva, e não apenas os melhores dez dos últimos 15 anos de descontos para a Segurança Social.
Recomendando a aplicação das poupanças em Planos de Poupança Reforma (PPR) e em acções na Bolsa, os promotores do estudo sublinham que "as mulheres devem constituir uma poupança superior de 20 por centos à dos homens, dado que a sua maior esperança média de vida torna necessário criar um maior complemento de reforma".
Por outro lado, o estudo considera que o ritmo dos aumentos salariais poderá penalizar o valor das reformas, sobretudo nas gerações mais jovens, conclui um estudo hoje divulgado.
De acordo com o estudo "Reformas e Pensões em Portugal 2009", realizado pela sociedade Optimize, a perda de rendimento dos portugueses será ainda maior, caso os salários cresçam a ritmo mais acelerado face à inflação.
Por outro lado, explica, quanto mais elevado for o salário, menor será a taxa de substituição, ou seja, menor o valor da pensão pago pela Segurança Social em função do último salário ilíquido.
Segundo as contas da Optimize, um indivíduo actualmente com 30 anos e a auferir um salário ilíquido de 2.000, após 40 anos de contribuições e quando se reformar aos 65 anos, receberá apenas 41,2 por cento do último salário se tiver um aumento salarial anual 3 por cento acima da inflação.
"O ritmo dos aumentos salariais penaliza as reformas, sobretudo para as gerações mais jovens", refere.
De acordo com o estudo realizado, os portugueses vão perder entre 25 e 50% do seu salário com a passagem à reforma. "O valor médio das pensões de reforma pago pela Segurança Social vai continuar a descer durante as próximas décadas, passando de perto de 75 por cento do valor do último salário ilíquido, em média, para apenas cerca de 53 por cento", conclui o estudo.
http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=397889
os jovens actuais não têm emprego, quando o têm são precários, com salários baixos (mais baixos que a geração anterior - uma coisa que nunca tinha acontecido!), impostos muito altos e, no fim, uma reforma de miséria para aquilo que pagam para a Segurança Social.
espertos daqueles que emigram. só me apetece dizer isto. :mad:
adeus, ó ilusão do famoso Estado Social portuga. :rolleyes:
Poupar um terço do salário só garante 80% do rendimento na altura da reforma
Os portugueses vão ter de poupar até mais de um terço do salário para garantirem 80 por cento do rendimento no momento da reforma, revela um estudo hoje divulgado, que afirma que o ritmo dos aumentos penalizará as reformas dos contribuintes mais jovens.
De acordo com o estudo da Optimize - Investment Partners, a que a agência Lusa teve acesso, "a nova fórmula de cálculo das pensões obriga os portugueses a pouparem entre 7,8 e 35,8 por cento do seu salário para conseguirem manter pelo menos 80 por cento do seu rendimento ilíquido no momento da reforma".
A diminuição do valor da reforma pago pelo Estado resulta da introdução, na legislatura passada, do chamado 'factor de sustentabilidade das pensões', que procura garantir a solidez financeira da Segurança Social, confrontada com o aumento da esperança média de vida e com o abrandamento do crescimento da taxa de natalidade.
Assim, o estudo afirma que "os portugueses vão ter de colocar de lado uma parte crescente dos seus rendimentos para conseguirem manter o nível de vida no momento de deixar a vida activa", até porque, agora, o que é contabilizado é toda a carreira contributiva, e não apenas os melhores dez dos últimos 15 anos de descontos para a Segurança Social.
Recomendando a aplicação das poupanças em Planos de Poupança Reforma (PPR) e em acções na Bolsa, os promotores do estudo sublinham que "as mulheres devem constituir uma poupança superior de 20 por centos à dos homens, dado que a sua maior esperança média de vida torna necessário criar um maior complemento de reforma".
Por outro lado, o estudo considera que o ritmo dos aumentos salariais poderá penalizar o valor das reformas, sobretudo nas gerações mais jovens, conclui um estudo hoje divulgado.
De acordo com o estudo "Reformas e Pensões em Portugal 2009", realizado pela sociedade Optimize, a perda de rendimento dos portugueses será ainda maior, caso os salários cresçam a ritmo mais acelerado face à inflação.
Por outro lado, explica, quanto mais elevado for o salário, menor será a taxa de substituição, ou seja, menor o valor da pensão pago pela Segurança Social em função do último salário ilíquido.
Segundo as contas da Optimize, um indivíduo actualmente com 30 anos e a auferir um salário ilíquido de 2.000, após 40 anos de contribuições e quando se reformar aos 65 anos, receberá apenas 41,2 por cento do último salário se tiver um aumento salarial anual 3 por cento acima da inflação.
"O ritmo dos aumentos salariais penaliza as reformas, sobretudo para as gerações mais jovens", refere.
De acordo com o estudo realizado, os portugueses vão perder entre 25 e 50% do seu salário com a passagem à reforma. "O valor médio das pensões de reforma pago pela Segurança Social vai continuar a descer durante as próximas décadas, passando de perto de 75 por cento do valor do último salário ilíquido, em média, para apenas cerca de 53 por cento", conclui o estudo.
http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=397889
os jovens actuais não têm emprego, quando o têm são precários, com salários baixos (mais baixos que a geração anterior - uma coisa que nunca tinha acontecido!), impostos muito altos e, no fim, uma reforma de miséria para aquilo que pagam para a Segurança Social.
espertos daqueles que emigram. só me apetece dizer isto. :mad: