View Full Version : é preciso pelo menos uma geração...
Ibn Erik
15-10-2009, 21:56
para limpar a tralha. há dúvidas?
http://www.youtube.com/watch?v=dE38dLxapVo&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=O_vsaPEajh0
:D
é triste mas é verdade. li algures que era uma espécie de IURD que deixa marcas psicológicas para toda a vida. e mesmo os recuperados continuam a ter o mesmo tipo de processamento de informação mental mas nem se apercebem que continuam doentes. :rolleyes:
Ibn Erik
15-10-2009, 22:11
esta é uma aula para os mais novos compreenderem algumas coisas que se passa em Portugal. não só em Portugal mas em especial em Portugal. e para compreender a incapacidade de muitos ditos intelectuais em apreender a realidade.
http://www.youtube.com/watch?v=JN0By0xbst8&feature=related
aprendam que vale a pena para entender o inimigo actual das sociedades livres.
o problema é que o comunismo como sistema político caiu mas a utopia foi transferida para outros objectivos não necessariamente comunistas mas socialistas e na maioria dos casos, ideias nazis, como o combate à sobrepopulação, por exemplo. o objectivo não é o mesmo, o comunismo, mas foi substituido pelo neocomunismo ou por outros objectivos que limitem na mesma a liberdade alheia. hoje o ambientalismo é quase a mesma coisa que neocomunismo, que aliás, o próprio ambientalismo foi uma arma russa soviética contra os capitalistas ocidentais. ;)
Ibn Erik
15-10-2009, 22:29
numa série de textos irei tentar mostrar como o comunismo alimentou o movimento ambientalista e, depois da queda do Muro de Berlin, com o fim dos financiamentos russos a estes movimentos, eles conseguiram mesmo assim sobreviver e aumentar o poder sobre as nossas sociedades.
o ambientalismo é um substituto mental do comunismo. o comunismo caiu, deixou se ser apresentado como tal e foi substituido pelo ambientalismo. no fundo, os métodos são os mesmos, os objectivos quase os mesmos, mas o marketing político bem diferente. afinal, quem não está disposto a abdicar da sua liberdade pela segurança ambiental? muito poucos. :D;):p
primeiro facto:
Dia da Terra: 22 de Abril.
este é o dia em que os ambientalistas celebram a Terra, ou seja, o nosso planeta. foi criado nos USA, quando o radicalismo ambientalista lutava contra... a Idade do Gelo que vinha aí. ;):D
segundo facto:
data de nascimento de Lenine, famoso ditador comunista: 22 de Abril.
terceiro facto:
o dia da Terra foi a primeira vez declarado no centenário da morte de Lenine, em 1970. Lenine nasceu a 22 de Abril de 1870 e o primeiro dia da Terra foi celebrado a... 22 de Abril de 1970.
lá mais para a frente deverei meter mais dados interessantes deste tipo, tão importantes na chamada liturgia política e ideológica. :p:D:D
Ibn Erik
15-10-2009, 22:45
mas não se pense que eu estou a delirar, quando comparo o comunismo ao ambientalismo. não. eu considero mesmo que o ambientalismo é a nova religião do comunismo antigo. o ambientalismo é o neocomunismo.
mas sou o único que assim pensa? não. vejam o que dizem Havel, notável liberal que lutou contra o comunismo (http://pt.wikipedia.org/wiki/V%C3%A1clav_Havel):
http://www.youtube.com/watch?v=2SJsA7NLAaM
ele deve saber do que está a falar, não? foi um dos que viveu sob a ditadura comunista. :rolleyes:
Ibn Erik
15-10-2009, 23:06
pouco é notado em Portugal mas existe um partido em Portugal ambientalista. e desde há quase 30 anos que tem assento parlamentar.
mas se existe há quase 30 anos, porquê que este partido passa quase despercebido? porque é considerado um partido satélite do PCP, que em Portugal nunca vai a eleições com as suas verdadeiras cores políticas. o PCP criou o partido Os Verdes para se apresentar ao eleitorado sem as cores encarnadas e não assustar tanto o eleitorado. e foi uma estratégias deliberada para tentar dominar movimentos ambientalistas. em consonância com a estretágia da URSS em usar o ambientalismo para corroer o sistema capitalista.
mas vamos primeiro aOs Verdes:
O Partido Ecologista "Os Verdes" (PEV) é um partido político português de esquerda ecologista. Fundado em 1982, tendo até hoje concorrido sempre em coligação com PCP na Aliança Povo Unido (APU) e na Coligação Democrática Unitária (CDU). Tem um grupo parlamentar de 2 deputados. Conta com uma intervenção e um conhecimento importantes nas áreas do ambiente e da ecologia, contudo é um partido com reduzida influência social.
O Partido Ecologista "Os Verdes" nasceu em 1982 (com a então denominação de Movimento Ecologista Português - Partido "Os Verdes"), da vontade de um grupo de cidadãos de promover uma intervenção ecologista mais activa na sociedade portuguesa.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Partido_Ecologista_%22Os_Verdes%22
agora vamos ao mais importante. quem apoiou a maioria dos partidos ecologistas na europa e nos USA?
um estudioso alemão publicou este livro:
http://ecx.images-amazon.com/images/I/215T4oT0gML._SL500_AA180_.jpg
Weltoktober: Wer plant die sozialistische Weltregierung? de Torsten Mann. Podem comprar o livro na amazon:
http://www.amazon.de/Weltoktober-Wer-plant-sozialistische-Weltregierung/dp/3938516402
basicamente ele descreve-nos como foi tomada a decisão pelos dirigentes da URSS em usar o ambientalismo para combater o mundo capitalisa ocidental. e como a ONU foi essencial para usar destes novos movimentos sociais em voga (o ambientalismo deve ter 150 anos, como movimento social, mas só após os comunistas russos o tomarem como uma boa estratégia contra o ocidente é que ele começa a ser levado a sério.)
uma análise ao livro:
Torsten Mann, a young German author, living for medical reasons retired somewhere in Southern Germany, became known in 2007 when he published the book “Weltoktober. Wer plant die sozialistische Weltregierung?” (World October. Who is Preparing the Socialist World Government?). In this book, Mann demonstrates that Mikhail Gorbachev’s “Perestroika”, the break down of the Berlin Wall and the collapse of the Soviet economy is anything but a proof of the victory of Western ideas over collectivism but in reality is the result of a long term communist plan, a consequence of the basic strategic turn that the communist leaders decided in the fifties after Stalin’s death. Mann founded this conclusion mainly on the analysis of testimonials from a series of Eastern secret service deserters, namely Mikhail Golenievski, Anatoly Golitsyn, Jan Sejna, Ladislav Bittman, Ion Pacepa, Victor Suvorov, Stanislaw Lunev, Yuri Bezmenov and Kanatjan Alibecov. These sources must certainly be exploited with precaution for some of these persons are suspected to be double agents. But other accessible official government documents as well as declarations of Soviet Union’s communist party and alleged dissenter’s writings like especially Andrej Sakharov’s “Manifesto” published in 1968 seem to confirm this point of view.
There is a direct link between Sakharov’s “Manifesto” and Gorbachev’s “Perestroika” policy in the eighties as well as in his green “Manifesto for the Earth” published after the end of his reign, Torsten Mann asserts in his recently published book on the communist origins of green ideology. Sakharov who received the peace Nobel Prize in 1975 was wrongly considered as dissenter in the West, Mann says. In order to justify his call for ending the Cold War by global governance, Sakharov introduced in his programmatic book already all types of ecological scares that became common arguments for a global environment and climate policy by redistribution of wealth and resources later on in the nineties. Long before the Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) was created, Sakharov already focussed on the growing greenhouse effect supposed to be caused by human made carbon dioxide (CO2). He subsequently pleaded for an eco-tax equivalent to 20 percent of the GDP in all wealthy countries.
Yet Torsten Mann himself points out that American leftist author Murray Bookchin had published similar thoughts already four years before Sakharov. This could demonstrate that there are intrinsic factors in the West leading to collectivist problem definitions and that the green movement could well have been started without the underground work of Eastern secret services. Mann mentions namely the Rockefeller foundations in the USA, which sponsored socialist and green projects all over the world, as well as David and Steven Rockefeller’s intimate friend Maurice Strong who directed the UN environment summits of Stockholm in 1972 and Rio de Janeiro in 1992. There are also personalities like William D. Ruckelshaus, William K. Reilly or Richard E. Benedick who appear as pure products of autochthon US bureaucracy.
Mann shows that Mikhail Gorbachev never changed his communist convictions. He simply replaced Stalinist terror methods by a charming offensive that was launched in February 1986 with the 27th congress of the U.S.S.R.’s Communist Party. The big nuclear accident of Chernobyl that intervened only two month later did not affect the new green image of the soviet leaders. In the year after Chernobyl, Gorbachev announced for the first time the creation of “Green Cross International”, an organisation officially founded in 1992, whose president is still today Gorbachev. “Green Cross International” is fighting for the worldwide adoption of the “Earth Charter”, a document drafted by a special commission in close cooperation with Maurice Strong and Steven Rockefeller and formally presented with the support of Queen Beatrix of the Netherlands on June 29, 2000 at the Peace Palace in The Hague. This event was hardly mentioned in the mass media.
Mann is convinced that the real aim of this charter is promoting world communism under the new “global sustainable community” label. He outlines a series of quotations from Gorbachev’s books and speeches that could prove he is right. In 1987, Gorbachev wrote in a book published in several languages: “In October 1917 we have definitely broken with the old world. We are approaching a new world, the communist world. We will never leave this road.” Worldwide ecological menaces, Gorbachev said in 1988, show that all nations are interdependent and that the world needs an incontestable authority and an international ecological court of justice. “We need a planetary ecological revolution of our minds”, Gorbachev said in 2007. This is also the program of the German Greens. Their aim is an “ecological revolution” that puts an end to the era of cheap energy and wealth growth.
The program of the German Greens reproduces the plan of Henry Morgenthau drafted by Soviet secret agent Harry Dexter White in 1944 in order to destroy the German economy, Mann says. He refers to books from Green leaders Joschka Fischer and Jürgen Trittin who claim “sufficiency” and “global equity”, i.e. high prices for fuel and other commodities as well as “sustainable mobility” by car sharing and heavy road pricing must become the guiding principles of the economy. These propositions were integrated already in 1997 in Angela Merkel’s government program.
http://www.gaertner-online.de/Communist%20Greens/index.html
se eu encontrar uma versão em inglês do livro, meto-o aqui. alemão é língua de cão. ;):p:D
Ibn Erik
15-10-2009, 23:32
mas não é apenas em Portugal que o radicalismo ambientalista está associado ao comunismo. (no BE existem alguns movimentos do género, para instrumentalizarem os jovens radicais ambientalistas a favor do comunismo defendido pelo partido.)
vamos a um nome que esteve na berra, chegou ao poder com o Obama mas demitiu-se após um escândalo em que ele esteve associado.
conheçam esta peça: Anthony van Jones:
Anthony "Van" Jones (born September 20, 1968) is an environmental advocate, civil rights activist and attorney who served from March 16[1] to September 5,[2] 2009 as Special Advisor for Green Jobs, Enterprise and Innovation at the White House Council on Environmental Quality (CEQ) in the United States.
http://en.wikipedia.org/wiki/Van_Jones
o que tem de especial este artista? pois. além de comunista é nacionalista. ora, bem, o nazismo é nacional socialismo. ou nacional comunismo? parece uma contradição nos seus termos, não parece?
mas deixemos isso para mais tarde. continuemos a ver quem é este van Jones:
In October 2005 Jones said he was "a rowdy nationalist"[15] before the King verdict was announced, but that by August of that year (1992) he was a communist.
nada mau, hein?
mas esperem, que há mais. sobre este ambientalista, que até lançou um best-seller ambientalista, há mais para dizer:
When he graduated from law school, Jones gave up plans to take a job in Washington, D.C., and moved to San Francisco instead.[15] He got involved with Standing Together to Organize a Revolutionary Movement (STORM), a group explicitly committed to revolutionary Marxist politics[19] whose points of unity were revolutionary democracy, revolutionary feminism, revolutionary internationalism, the central role of the working class, urban Marxism, and Third World Communism.[20] While associated with STORM, Jones actively began protesting police brutality.[
pois é. o tipo além de ambientalista radical é... comunista e nacionalista. e andou envolvido com esta organização STORM. mas o que é esta STORM?
Standing Together to Organize a Revolutionary Movement
Formed by young activists in September 1994, Standing Together to Organize a Revolutionary Movement (STORM) was a left wing revolutionary cadre-based organization based in the Bay Area of the United States.
http://en.wikipedia.org/wiki/Standing_Together_to_Organize_a_Revolutionary_Move ment
este STORM, tal como na europa, é apenas e só uma movimento comunista radical. pois é.
mas era uma mistura ainda mais chique. :eek::D:D
STORM initially included anarchists, communists and revolutionary nationalists, but after some internal, personal struggles the anarchists left, and STORM become more communist-oriented. The internal crisis had reduced the group to just six members. STORM considered Mao Zedong as their ideological leader and as an atheist organization expressed deep dislike of religion.
nacionalistas revolucionários? quem eram os nacionalistas revolucionários socialistas na europa?
A palavra fascismo adquiriu o significado de qualquer sistema de governo que, de maneira semelhante ao de Benito Mussolini, exalta os homens e usa modernas técnicas de propaganda e censura, fazendo uma severa arregimentação econômica, social e cultural, sustentando-se no nacionalismo e por vezes na xenofobia (nacionalismo étnico), privilegiando os nascidos no próprio país, apresentando uma certa apatia ou indiferença para com os imigrantes.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Fascismo
sim, é verdade, o comunismo é um movimento socialista internacionalista. o fascismo de Mussolini é um movimento socialista nacionalista. (http://pt.wikipedia.org/wiki/Benito_Mussolini) ambos os movimentos são revolucionários e até anti-burgueses. :D
quem quiser ler as ideias maravilhosas destas organização, a STORM, pode vir aqui (http://www.goodreads.com/author/show/2896175.Standing_Together_to_Organize_a_Revolution ary_Movement_STORM_).
agora nem é preciso dizer muito, pois não? este van Jones, nacionalista, comunista, marxista, ambientalista radical, chegou ao poder nos USA pela mão do Obama. demitiu-se para não criar embaraços ao Obama mas este segue as políticas delineadas por este artista.
este artista é apenas um mero exemplo do tipo de ambientalista que porfia por esse mundo fora. o ambientalismo é apenas o neocomunismo mas com uma embalagem verde. como as melancias. são verdes por fora mas vermelhos por dentro. :D
http://cabana-on.com/Cardapio/images/frutas/Melancia.jpg
Ibn Erik
15-10-2009, 23:55
já aqui tratei do caso português e americano. mas isto é muito mais abrangente e é preciso tempo e muita documentação para demonstrar que o ambientalismo é o necomunismo.
vamos a um outro caso peculiar.
na Holanda havia um partico comunista. o Partido Comunista of the Netherlands. mas em 1991, com o colapso completo da URSS, este partido desaparece.
desaparece? desaparece não! tornam-se melancias.
em 1991, o PCN deu lugar ao... Groen Links. que foi fundado pelo PCN, que juntou ainda mais alguns do Partido Socialista, outro partido socialista radical lá pelos Países Baixos. alguns ex-membros do PCN não gostaram da transformação do partido comunista em partido melancia e um ano depois, em 1992, fundaram o Movimento da Unidade Comunista da Holanda, marxista-leninista.
querem conhecer toda a história destes novo partido ambientalista, que se apresenta como a verdadeira nova esquerda na Holanda? pois leiam o estudo de dois cientistas políticos, do Centro da Documentação dos Partidos Políticos Holandeses da Universidade de Groningen (http://www.google.com/url?sa=t&source=web&ct=res&cd=1&ved=0CAsQFjAA&url=http%3A%2F%2Fdnpp.eldoc.ub.rug.nl%2FFILES%2Fro ot%2FpublicatieLucardie%2Fgreenleft03%2FGreenLeft. pdf&ei=g7PXSt2hDovZ-Qabl_H-BQ&usg=AFQjCNGU2OjZBIHB4wHml-s7Mt1YJIbAmg).
compreendem agora porque, pelo mundo fora, os antigos comunistas aderiraram em massa ao ambientalismo? porque o ambientalismo é o neocomunismo. ;)
não é por acaso que na imprensa, a propaganda ambientalista é muito forte. porque são os métodos comunistas anteriores mas sob um novo marketing. só que desta vez estes comunistas são pouco combatidos e existe uma espécie de constrangimento em lutar contra este neocomunismo. porque não se declara como tal.
nos próximos dias tentarei continuar esta minha saga, para demonstrar que o ambientalismo é o neocomunismo. haja tempo e paciência. :cool::p:D
Ibn Erik
16-10-2009, 12:03
outro partido ambientalista, oriundo do comunismo é o Vänsterpartiet sueco.
este partido não se denomina propriamente partido ambientalista, embora use muito a expressão Rödgrön. que quer dizer verdesvermelhos. melancias, portanto.
a sua ideologia está aqui descrita:
Vänsterpartiet (The Left Party of Sweden) is a socialist and feminist political party. The Party was founded as the Social Democratic Left Party of Sweden in May 1917, a year of political and social upheaval. Since then it evolved into the Communist Party of Sweden, the Left Party – Communists and since 1990 it is known simply as the Left Party. Throughout its 90-year history the Party has been struggling for welfare, equality, peace, solidarity and democracy.
http://www.vansterpartiet.se/index.php?option=com_content&view=article&id=1062
comecemos por explicar um bocado a origem histórica destes neocomunistas.
em 1917, após a imposição da ditadura na Rússia pelos bolchviques, na Suécia existe um acontecimento histórico que iria marcar a social-democracia europeia. os partidos socialistas suecos adbicam do totalitarismo e do marxismo-leninismo e a social-democracia passa a ser a sua ideologa.
mas continuaram a haver comunistas, partidos satélites da URSS. este partido continuou até que em 1990 muda para o Vänsterpartiet, assumindo o ambientalismo como pedra angular da sua ideologia. o pacifismo, oriundo também do comunismo russo, uma forma de impedir que a europa ocidental criasse uma defesa nuclear comum, foi assimilado por este partido. como quase todos os partidos comunistas na europa, sob a disciplina e ordens do partido comunista russo.
oeste partido ambientalista é o representante do neocomunismo em muitas organizações socialistas por esse mundo fora.
Ibn Erik
16-10-2009, 12:07
um outro partido ambientalista é este:
http://www.geocities.com/redgreendiktyo/exofylo4.jpg
além de ambientalista é neocomunista. o símbolo, copiado da Venezuela, é por si só conhecido em Portugal, não é?
mas o verdadeiro partido comunista grego é este:
http://www.akoa.gr/
é outro partido que faz parte das ligas ambientalistas europeias.
Ibn Erik
16-10-2009, 12:11
outro partido comunista que se reinventou foi o:
http://www.vg.is/skin/basic/design/i/sitelogo.png
eles explicam:
The party was founded on February 6th 1999 after a few months work, aiming to unite socialist and conservationist groups for the elections held on May 8th.
The prelude was a structural reorganisation on the left wing of Icelandic politics. On the one hand there were those who prepared the unification of three existing parties, The Social democrats (Alþýðuflokkur), The People's Alliance (Alþýðubandalagið) and The Women's Party (Samtök um kvennalista) in one social-democratic party. On the other side there were those who fought for the unification of social-, environmental and feminist politics into one party. These were to be found in the above mentioned parties, especially in the Peoples Alliance and the Women's Party and in an open leftwing forum newly founded, Stefna - a forum for left politics.
This movement joined forces with four MP's from The People's Alliance and The Women's Party who had the same views and had for some months formed an independent group within the parliament. In due time a new political party The Left-Green Movement was founded as a choice to the left of The Alliance (Samfylkingin).
http://www.vg.is/tungumal/english/
Ibn Erik
16-10-2009, 12:13
outros neocomunistas são estes ingleses do:
http://www.greensocialist.org.uk/ags/furniture/agstextbanner.gif
The Alliance for Green Socialism is a political organisation devoted to the building of a peaceful, environmentally safe and socially responsible world. A world in which diversity is both respected and celebrated. A world in which relations are based on mutual understanding and not force, where rights and a decent life are available for all, not just the rich. The AGS believes this can come about by the development of a democratic, socialist and environmentally conscious society. Our two basic principles are summed up in our name.
Green is for a world where the serious issues of pollution and global warming are properly dealt with. This means tackling the oil-driven system of big business, which drives us into successive wars and conflicts.
Socialism is the opposite of such a system in which the needs of the people take priority and the power of big business is curbed. A key element in this being an expansion of various forms of public ownership, from taking the railways back into the state sector to an expansion of cooperatives.
http://www.greensocialist.org.uk/ags/about/
o emblema deles inspira-se nos nórdicos:
http://www.greensocialist.org.uk/ags/images/rpane/gs2.png
Ibn Erik
16-10-2009, 12:19
mas deixemos estes neocomunistas de lado, por enquanto.
vamos conhecer a ideologia desta gente pelas suas próprias palavras. estes são documentos históricos que provam que o ambientalismo é apenas neocomunismo. tirando alguns movimentos ambientalistas do leste, que nasceu contra o comunismo, no ocidente o ambientalismo é dominado pelos comunistas. por isso é que o neocomunismo tem muita froça na propaganda na imprensa ocidental.
isto convém ver e não perder de vista o que este neocomunistas pretendem.
http://www.youtube.com/watch?v=SaAtFMWk48A&feature=player_embedded
http://www.youtube.com/watch?v=kL74pbBScF4&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=Y3Tfi7vyDG0&feature=related
são vários videos. eles são os neocomunistas. verdes por fora vermelhos por dentro. como as melancias.
podem pesquisar mais neste blogue:
http://communistwombat.blogspot.com/
Ibn Erik
16-10-2009, 12:25
só mais uma nota. quem profetizou a morte do comunismo errou. ele está mais vivo que nunca e domina a própria ONU. em especial o IPCC.
o neocomunismo mudou o anterior comunismo mas continua a porfiar e a ameaçar as nossas liberdades e as nossas sociedades. não vale a pena fechar os olhos. o ambientalismo deles é apenas um instrumento para conseguirem impôr o neocomunismo nas nossas vidas.
o ambientalismo deles é simples: tudo o que sirva para derrubar as nossas sociedades deve ser propagandeado. mesmo que sejam mentiras, denonestidades, vigarices, etc.
a luta contra o aquecimento global é apenas uma desculpa. os seus objectivos são mais sinistros e perigosos. são um adversário perigoso que importa combater. porque os nossos sistemas de valores e modo de vida estão ameaçados por este neocomunismo.
cuidado com as melancias. são verdes por fora mas por dentro são vermelhas:
http://mob111.photobucket.com/albums/n134/foozie01/watermellon.jpg?t=1241971072
Ibn Erik
16-10-2009, 13:04
o marxismo reinventa-se.
mais um documento que importa ler:
http://www.ecosocialistnetwork.org/Docs/Lowy-EcosocialismCNS.pdf
nada como usar o velhinho Marx para construir o novo ambientalismo.
ou será ao contrário?
usar o ambientalismo para construir o neocomunismo? :eek::D:D
não sou eu que o digo. eu não digo nada. apenas leio o que eles escrevem e fazem. claro que tiro as minhas conclusões mas isso é outra conversa. :rolleyes:
Ibn Erik
16-10-2009, 13:08
e eles pululam pelas revistas científicas. nada como ler o que eles escrevem, meus amigos:
Marxism and Ecology
Science & Society, Vol. 60, No. 3, Fall 1996, 261-265. (http://www.redandgreen.org/Documents/Marxism_&_Ecology.htm)
repare-se como foi naquela altura, por volta de 1996, que a luta contra o aquecimento global teve uma explosão enorme, em termos de propaganda na imprensa.
e quem combateu este neocomunismo? quase ninguém. ninguém viu o que aí vinha. mas agora, lixamo-nos. temos que os combater pois eles estão a minar as nossas sociedades. :mad:
Ibn Erik
16-10-2009, 13:16
como o neocomunismo vai conquistando os... USA. :eek::D:p
um biólogo trabalha em prol do neocomunismo, dizendo-se que faz Ciência. eles estão em todo o lado. :D
Ecosocialism or Ecocatastrophe
David Schwartzman
Professor
Department of Biology
Howard University
Washington, DC 20059
We ought to dream! (Lenin, What is to be Done?)
Imagine! (John Lennon, song)
Globalize human happiness! (Nichi Vendola, 2006)
Red green politics is the art and science of making the impossible happen: peace, equality and harmony with nature (this paper)
Abstract
A major breakthrough in socialist theory is necessary in order to move the practical struggle forward, namely its urgent integration with the physical, natural and informational sciences that should inform a sustainable future for humanity. I sketch out some ideas towards meeting this goal. A huge project awaits us, and we don’t have much time left.
http://www.redandgreen.org/Documents/David/Ecosocialism/Ecosocialism%20or%20Ecocatast.htm
ora aí está. eles assustam a malta (vem aí o degelo, as inundações, o inferno quente, as doenças, os mosquitos, etc) e propõem uma solução de futuro:
neocomunismo. ;):p:D
temos andado a dormir este tempo todo. nunca levamos a sérios estes movimentos neocomunistas porque eles negam-se sempre a assumir que são neocomunistas. mas assim... :(
http://blasfemias.net/2009/05/05/neocomunismo/
Vital Moreira explica hoje no Público as bases programáticas do neocomunismo. O neocomunismo não visa apropriar-se dos meios de produção. O neocomunismo usa a regulação e o sistema fiscal para se apropriar das mais valias do capitalismo. O Estado não deve ser produtor. Deve ser parasita
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O Vital parece querer-se redimir dos velhos tempos! Foi dos gajos que mais detestei após Abril . Hoje aceito a sua mudança mas fica sempre a desconfiança se ele deixou de ser por convicção ou se foi porque já não lhe cheirava.
A tese que ele defende aqui e que chama neocomunismo não é mais do que se está a constactar com o governo do partido que ele agora defende. É a formação de uma numenclatura orgânica estatal alargada às empresas que vivem na sua sombra e apoiado nas monopolistas, tudo à custas das mais valias das empresas que produzem fora do aparelho.
Quanto a mim isto só faz sentido durante o tempo que leva a esvaziar as empresas produtivas , porque após isso fica sem base de apoio produtiva e seca!
Este neocomunismo é sempre uma fase intermédia do comunismo ou do fascismo e vai-se desenvolvendo numa época de crise crescente(talvez como esta) em que o estado seca e vai ter de ir buscar onde ainda o há até secar também a fonte produtiva ou de reserva
A novidade neste neocomunismo é que quem controla a regulação e o sitema fiscal não é um partido comunista.
Quanto a mim isto não trás nada de novo ,foi o que sucedeu com os mencheviques e que depois levou ao poder os bolcheviques.Estas situações levam sempre ao aparecimento de partidos extremistas porque são forjadas nas crises.
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