PDA

View Full Version : Ultimas


nepal
18-07-2003, 01:17
Quinta, 17 Jul 2003
21:24

http://negocios.pt/imagens/noticias/Nasdaq-board1.jpg

As bolsas dos EUA caíram pelo terceiro dia consecutivo, depois da International Business Machines (IBM) ter anunciado que as empresas estão a atrasar compras de «software» e da Nokia ter reiterado a previsão de quebra nas vendas para este ano.

O índice industrial terminou nos 9.050,82 pontos, enquanto o Nasdaq deslizou 2,86%, a maior queda desde 19 de Maio, para os 1.698,02 pontos.

Os mercados caíram mesmo com as empresas do Standard & Poor's 500, que desceu 1,24%, a superarem as estimativas dos analistas no segundo trimestre. O índice valorizou 22% desde o mínimo de 11 de Março passado e muitos títulos já reflectem as previsões de resultados mais optimistas, segundo alguns investidores.

A IBM foi a principal responsável pela queda do Dow Jones, ao perder 3,93%. Apesar dos resultados terem ficado colados às estimativas mais elevadas, a empresa afirmou que a procura de «software» ainda não regista uma verdadeira recuperação.

A fabricante de equipamentos para telefones móveis Qualcomm depreciou 4,37%, depois da finlandesa Nokia, a maior fabricante daqueles aparelhos, ter reiterado a sua estimativa de vendas para o terceiro trimestre e que aponta para uma queda máxima de 20%.

A American Depositary Receipt (ADR) da Portugal Telecom (PT) fechou nos 7,11 dólares (6,35 euros), enquanto em Lisboa, os títulos da operadora fixaram-se nos 6,42 euros. Cada ADR representa uma acção da PT.

O ADR da Electricidade de Portugal (EDP) situou-se nos 22,92 dólares (20,46 euros), enquanto na praça nacional, as acções fecharam nos 2,07 euros. Cada ADR representa 10 acções da EDP.


Quinta, 17 Jul 2003
22:18
http://negocios.pt/imagens/noticias/microsoft_logo.gif
A Microsoft reviu hoje em alta a previsão de vendas para este ano, no dia em que apresentou um crescimento de 26% nos lucros do seu quarto trimestre fiscal, revelou em comunicado a maior fabricante mundial de «software».

Em Abril passado, a empresa estimava que as vendas anuais se situassem entre os 34,2 e os 34,9 mil milhões de dólares (30,53 e 31,16 mil milhões de euros), quando agora prevê um volume de negócios entre os 33,1 e os 33,8 mil milhões de dólares (29,55 e 30,18 mil milhões de euros).

Os lucros do quarto trimestre fiscal da Microsoft aumentaram 26% para os 1,92 mil milhões de dólares (1,71 mil milhões de euros) devido a um crescimento nas vendas do sistema operativo Windows e de «software» de redes para empresas.

O volume de negócios no trimestre terminado a 30 de Junho cresceu 11% para os 8,07 mil milhões de dólares (7,21 mil milhões de euros).

Excluindo alguns custos legais, o lucro por acção ficou 1 cêntimo aquém da estimativa dos analistas. Os especialistas esperavam um «earnings per share» (EPS) de 24 cêntimos para vendas de 7,88 mil milhões de dólares (7,04 mil milhões de euros).

A Microsoft tem beneficiado de um programa de contratos plurianuais de venda de «software» como o Windows, Office e os seus programas de redes para empresas.

A maioria dos contratos, que lhe asseguram vendas ao longo de vários anos, foi assinada no ano passado, mas a empresa alertou para o facto de não poder continuar a fechar contratos ao mesmo ritmo de 2002.

As acções da Microsoft, que caíram em dois dos últimos três anos, desceram 3,02% para os 26,69 dólares (23,03 euros), antes do anúncio, que foi realizado já após o fecho da sessão de bolsa.


Quinta, 17 Jul 2003
18:28

http://negocios.pt/imagens/noticias/APED_logo.jpg

A Unicre foi absolvida num processo julgado este ano depois de ter sido acusada de especulação por praticar comissões aos comerciantes nas transacções com os cartões Visa Electron, anunciou hoje Vítor Bento, presidente da empresa.

O processo teve origem, em 1995, numa queixa da Associação de Restaurantes e Similares de Portugal (ARESP) e da Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) à Inspecção Geral das Actividades Económicas.

O caso chegou ao Tribunal, tendo a Comarca de Lisboa absolvido a Unicre e seus administradores de então. A sentença foi proferida na passada segunda-feira.

Isto acontece numa altura em que a Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) avançou com uma queixa na Autoridade da Concorrência (AC) e ameaça ir a Tribunal com um pedido de indemnização de cerca de 400 milhões de euros devido às comissões praticadas pela Unicre.

A Unicre esclarece que os associados da APED têm comissões diferenciadas, já que as comissões são negociadas bilateralmente, e estão no grupo de comerciantes a quem a Unicre cobra as taxas de comissão mínimas (entre 1 e 2%).

Vítor Bento garante que as comissões não são comparáveis internacionalmente, pois tem de se ter em conta o grau de fiabilidade do sistema, salientando, por outro lado, que o mercado em Portugal é pequeno, o que se traduz num volume de transacções baixos em comparação com outros mercados europeus.

Num encontro com jornalistas, o presidente da Unicre salientou, por outro lado, que a empresa tem vindo a reduzir as comissões em termos médios, à medida que a facturação dos aderentes cresce.

Em 2002, a facturação foi de 10,816 mil milhões de euros, com uma taxa média de 2,15%, quando em 2001 a facturação tinha sido de 9,553 mil milhões para uma taxa média de 2,25%.

Vítor Bento salientou ainda que o sistema tem de reflectir a sua estrutura de custos, sob pena de se degradar a qualidade oferecida

Fraudes aumentam
O valor das fraudes consumadas em 2002 atingiu os 1,4 mil milhões de euros, contra um valor idêntico no ano anterior.

Este ano, até Maio, o valor já atingia os 756 milhões. Estas fraudes foram apuradas pela Unicre unicamente enquanto «acquirer» (representantes de uma marca de cartão que contrata com os comerciantes).

Apesar deste aumento, a Unicre garante, no entanto, que as fraudes evitadas estão também a aumentar.

De 2001 para 2002 o valor passou dos 3,164 para os 3,295 mil milhões de euros. Até Maio deste ano já foi de 1,760 mil milhões.

Quinta, 17 Jul 2003
16:46

http://negocios.pt/imagens/noticias/Euronext_subida.jpg

A Euronext Lisbon encerrou em subida, depois de duas sessões de perdas, com o PSI-20 a valorizar 0,34%, ajudado pelas valorizações da EDP e da PT. O BCP deslizou mais de 2% e a Gescartão fechou nos 6,80 euros, a aliviar de um máximo de 7,08 euros.

O PSI-20 cotava no fecho em 5.893,27 pontos, com nove acções a valorizarem, seis em queda e as restantes cinco inalteradas, num dia em que as projecções da Nokia ditaram a queda dos maiores mercados financeiras na Europa.

Portugal, a par de Espanha, foi excepção, com a Electricidade de Portugal (EDP) a inverter a tendência de descida das duas sessões anteriores, subindo 1,47% para 2,07 euros, e a aliviar de uma queda máxima diária de 1,47%.

Segundo o «site» espanhol elconfidencial.com, citando fontes oficiais não identificadas, o Governo espanhol vai em breve levantar a inibição do exercício dos direitos de voto da EDP na Hidrocantábrico. A eléctrica tem uma participação de 40% no capital da Hidrocantábrico, mas os direitos de voto da empresa portuguesa estão limitados a 3%.

A Portugal Telecom (PT) [Cot, Not, P.Target] também ajudou a intensificar a subida do PSI-20, aumentando 1,26% para 6,42 euros. A PT e a EDP movimentaram ambos cerca de 5,5 milhões de acções.

O Banco Comercial Português (BCP) [Cot, Not, P.Target] liderou a liquidez com 6,2 milhões de valores transaccionados. As acções do maior banco privado nacional fecharam nos 1,46 euros, após uma desvalorização de 2,01%. O Banco Espírito Santo (BES) [Cot, Not, P.Target] permaneceu inalterado nos 12,80 euros, e o Banco BPI avançou 0,87% para 2,32 euros.

O ABN Amro iniciou a cobertura dos bancos nacionais com uma classificação de «underweight». A casa holandesa recomenda «reduzir» no BCP e no BPI e «vender» no BES, citando o estado da economia, as menos valias potenciais em carteiras e o diferimento dos custos com os fundos de pensões.

A Sonae SGPS ficou mais cara em 2,13% para 0,48 euros, e a Portucel, sem alteração na cotação, quedou-se nos 1,32 euros. Segundo a agência Lusa, citando fonte oficial do ministério das Finanças, os dois consórcios concorrentes à privatização da Portucel, M-Real e Cofina/Lecta, foram admitidos à terceira fase do concurso, noticiou. O vencedor deverá ser conhecido a 16 de Setembro.

A Gescartão, no dia de estreia, fechou nos 6,80 euros, com o máximo do dia firmado nos 7,08 euros, a que corresponde a cotação de abertura da empresa, tendo movimentado 169 mil acções.



Quinta, 17 Jul 2003
19:33


http://negocios.pt/imagens/noticias/oil_img2.gif



O preço do petróleo subiu devido a expectativas de que haverá um aumento de procura por parte das refinarias, depois de um relatório da administração Bush ter revelado a terceira queda dos «stocks» em quatro semanas.

Os «stocks» de petróleo diminuíram em 3,6 milhões semana passada para os 278,6 milhões de barris, revelou ontem o Departamento de Energia norte-americano.

A quebra deixou as reservas cerca de 12% abaixo do verificado no mesmo período do ano passado.

O crude para entrega em Agosto subia 0,81% para os 31,30 dólares (27,91 euros) em Nova Iorque [Cot, Not, P.Target], enquanto o contrato futuro do «brent», para entrega no mesmo mês [Cot, Not, P.Target], valorizava 0,71% para os 28,56 dólares (25,47 euros) em Londres.

Informação Diária
Última cotação 31.24
Variação valor 0.12
Máximo do dia 31.30
Abertura 31.26
Volume 0
Data hora 17-07-2003
Variação % 0.39
Mínimo do dia 31.17
Fecho anterior 31.27

Tendência

Dados Fundamentais
Máximo 52 semanas 0.00
PER 0.00
Vol. médio 6 meses 0
Mínimo 52 semanas 0.00
Dividend Yield 0.00


Quinta, 17 Jul 2003
17:52

http://www.negocios.pt/imagens/noticias/Logo_GALP.jpg

A Galp Energia prevê que, em 2003, os resultados operacionais em Espanha superem os registados no ano passado, quando a empresa atingiu os 4,9 milhões de euros, disse ao Negocios.pt António Mexia, presidente da empresa.

Em Espanha, os resultados operacionais da Galp Energia, em 2002, ficaram nos 4,9 milhões de euros, o que traduziu um aumento de 11,4 milhões de euros face ao ano anterior.

«Esperamos um aumento, este ano, em Espanha dos resultados operacionais, apesar do esforço de investimento», afirmou Mexia, escusando-se a quantificar valores.

No país vizinho, a Galp Energia pretende expandir a rede de retalho, com compra de redes e participação em concursos para lançar novos postos de combustível. A empresa vai investir sete milhões de euros na abertura de 100 lojas de conveniência na Península Ibérica.

No ano passado, o crescimento dos resultados operacionais teve por base o incremento da margem bruta, associado a um controlo de custos que ainda vai culminar na venda de cerca de 40 postos de combustível com fraca rentabilidade.



Cotações dos títulos do PSI20 do dia 07/17/2003 (19:07)
http://pt.portaldebolsa.com/pt/stocks/view_table_quotes_psi20.asp



Tempo (Sat)

http://pcp.clix.pt/meteorologia/continente.gif

Norte
Céu pouco nublado ou limpo, com aumento gradual da nebulosidade nas regiões do litoral. Vento em geral fraco (inferior a 20 km/h) do quadrante oeste. Neblina ou nevoeiro. Pequena subida da temperatura.


Centro
Céu pouco nublado ou limpo, com aumento gradual da nebulosidade nas regiões do litoral a norte do Cabo Mondego. Vento em geral fraco (inferior a 20 km/h) do quadrante oeste, soprando moderado (15 a 30 km/h) de noroeste no litoral a sul do Cabo da Roca. Neblina ou nevoeiro. Pequena subida da temperatura.


Sul
Céu pouco nublado ou limpo. Vento em geral fraco (inferior a 20 km/h) do quadrante oeste, soprando moderado (15 a 30 km/h) de noroeste no litoral. Neblina ou nevoeiro. Pequena subida da temperatura.


Estado do mar
Costa Ocidental - A norte do Cabo Carvoeiro: ondas de oeste com 1 a 1,5 metros. A sul do Cabo Carvoeiro: ondas de noroeste com 1 a 1,5 metros.
Costa Sul - Ondas inferiores a 1 metro.




Um abraço a todos e continuação de boa noite.

(Então manel onde estas? tas BiBo... " :D ")

Nuno Palmeiro

manel
18-07-2003, 06:35
no seu melhor logo pela madrugada, hihihihihi.

oh homem bibo a esta hora? estou mais é a carregar energias depois de as ter descarregado, hehehehehe.

um abraço special.

P.S. tás aparecer pouco On...

S111or
18-07-2003, 08:43
é melhor que ver o Reuters ou o Bloomberg,

grande Nepal, sim senhor, estou impressionado. Obrigado pela info.;)

S111or
18-07-2003, 13:56
Os mercados norte-americanos iniciaram a última sessão da semana a ganhar, entusiasmados com as notícias que vêm da Europa.
A Ericsson, maior fabricante de equipamento de comunicações móveis do mundo, anunciou prejuízos menores do que esperado, graças ao corte de custos. A empresa espera regressar aos lucros no terceiro ou quarto trimestre. O Dow Jones sobe 0,27 por cento para 9.074,84 pontos e o Nasdaq Composite valoriza 0,65 por cento para 1.709,09 pontos.
Os investidores aguardam a divulgação do índice de confiança do consumidor da Universidade do Michigan, agendada para as 14h50 de Portugal Continental. Os economistas esperam uma subida da confiança do consumidor em Julho.
A Scientific-Atlanta ganha 7,6 por cento. A segunda maior fabricante de ‘set-top boxes’ do país anunciou lucros, relativos ao quarto trimestre, de 47,4 milhões de dólares, face aos prejuízos do mesmo período do ano anterior. As receitas aumentaram 3,6 por cento, graças a um contrato da Cablevision Systems. A AOL Time Warner sobe 2,13 por cento, após ter anunciado que vai vender a unidade de fabrico de CD’s e DVD’s à Cinram International por cerca de mil milhões de dólares em dinheiro. A empresa está a vender activos, a fim de reduzir a dívida para cerca de 20 mil milhões de dólares até ao final do ano.

That's all folks (será assim que se escreve?)

Cali
18-07-2003, 18:38
e pronto.... o que eu temia lá está a acontecer. O Nasvacas está a subir outra vez, o Dow tambem , e já estou a fazer contas ao prejuizo de segunda-feira, no Dax. Ainda se o BPI subisse, sempre dava pra compensar.

Mas esta malta não vê que isto tem que descer ???? Porquê ? Porque eu QUERO !

nepal
18-07-2003, 19:13
Banco de Portugal admite contracção do PIB no semestre (18/07 | 16:13)

http://images.clix.pt/canais/noticias/new/images/8/89339_VConstanciJoaoRelvasL.jpg


A economia portuguesa terá registado uma contracção no primeiro semestre do ano, depois de um avanço marginal de 0,08 por cento do Produto Interno Bruto nos primeiros três meses do ano, segundo o Banco de Portugal.


A instituição central, presidida por Vítor Constâncio, informa que o indicador coincidente, que traduz uma tendência do produto, diminuiu 4,5 por cento no segundo trimestre do ano, em relação ao período homólogo transacto, depois de ter também caído 3,7 por cento no primeiro trimestre. Só que nesse trimestre o PIB subiu os tais 0,08 por cento, o que torna difícil, admite o BP, prever a intensidade da descida do PIB.

O banco central conclui que a variação verificada é "compatível com uma contracção da actividade económica no primeiro semestre de 2003", mas escusa-se a prever uma taxa de variação.

Num anterior boletim económico, o Banco de Portugal tinha previsto uma evolução do produto entre menos 0,5 e zero por cento, estimativa que não é muito divergente da previsão do Eurostat, que admite não haver crescimento este ano em Portugal.


Mercado vale 675 mil passageiros por ano

http://images.clix.pt/canais/noticias/new/images/8/89341_LufthaRolandWeihauchE.jpg

Lufthansa prevê manter quota de 9,5 por cento em Portugal - (18/07 | 16:52)

A companhia de aviação Lufthansa prevê manter a quota de mercado de entre 9,5 e dez por cento no final do ano, apesar da contracção das economias portuguesa e alemã.


Kay-Michael Boje, director-geral da companhia para Portugal, reconheceu, em declaração aos jornalistas, que não será tarefa fácil transportar os mesmos 675 mil passageiros do ano transacto, mas sublinha o potencial do mercado português no sector das viagens.

Nos últimos três anos a empresa conseguiu um incremento de dez por cento no tráfego, mas este ano a projecção é para manter o volume do ano anterior, diz Kay-Michael Boje.

Actualmente, a Lufthansa opera 55 voos semanais para os aeroportos de Frankfurt e Munique a partir de Lisboa (21 frequências) Porto (21) e Faro (três), mas o futuro afigura-se risonho, nas palavras de Ulrich Wachter.

O vice-presidente para as vendas na Europa, sublinhou o potencial de crescimento do mercado ibérico, notando que neste momento a Espanha é um mercado estratégico para a Lufthansa, ao contrário de Portugal.

A estratégia que está a ser posta em prática é que Portugal e Espanha sejam considerados, no seio da estrutura da Lufthansa, como um único mercado, por forma a que Portugal venha a beneficiar de um maior reconhecimento.

Ulrich Wachter não tem dúvidas de que o próximo ano será um bom ano para Portugal, em virtude da realização do Euro2004, e só espera que a selecção da Alemanha se qualifique para essa prova.

Patacôncio
18-07-2003, 19:17
ahhahahahhah

Indicador coincidente não significa tendência futura !!! ahahhahahhahahh

Mas enfim ... cada qual a sua mania.

Mas deve ter havido contracção económica nio primeiro semestre. Mas o importante é inversão de tendência. Aqui sim é que há grandes divergências entre vários analistas, como Constâncio à cabeça !!! ehehhhheheh

nepal
18-07-2003, 19:30
Caros Compinchas, não podia ir de FDS sem vos deixar aqui um convite para este fim de semana.

Local a visitar ------------- Évora Igreja de S. Vicente


"Da Terra e do Mar"


Exposição em Évora mostra natureza em fotografias
A exposição, a inaugurar amanhã à tarde, conta com a colaboração do Arquivo Fotográfico da Câmara Municipal de Évora.
Segundo a nota da autarquia, o trabalho fotográfico - a preto e branco - mostra a natureza e os contrastes das fortes marcas humanas.
O espólio apresentado em Évora consiste num registo fotográfico de uma visão muito particular de várias regiões Portugal continental e ilhas, em que as serras do interior e a costa banhada pelo Atlântico estão em destaque.
Rui Fonseca, natural de Coimbra, é formado em Design de Equipamento e professor do ensino secundário. Do seu currículo constam inúmeras exposições individuais e colectivas, entre as quais algumas no estrangeiro.


http://images.clix.pt/canais/noticias/new/images/8/89282_expo.jpg
Rui Fonseca.






Bem… querem ver mais… e claro que não vou mostrar mais aqui…
Por isso fica o convite para visitar este local.


Um Grande Abraço a Todos, volto na segunda, desculpem mas a internet.Net não chegou ao Alentejo

Nuno Matos
__________________________________________________ _________________

ho manel desculpa as obras e os testes efectuados ontem e hoje isto de piratas está
a dar cartas… hihihhi
Um Especial abraço para ti.
__________________________________________________ __________________

nepal
18-07-2003, 19:40
Sexta, 18 Jul 2003


Um conjunto de cerca de 70 empresas de pequena e média dimensão está hoje reunido com a Sociedade Financeira Internacional (SFI), do Banco Mundial, para perceber que tipo de apoios pode obter para o desenvolvimento em projectos internacionais.

A SFI acredita que as pequenas e médias empresas (PME) portuguesas estão aptas para investir em projectos internacionais, nomeadamente em África e América Latina. «As PME têm bons produtos e serviços que podem ser vendidos noutros mercados, mas não têm capacidade para o fazer», salientou o presidente Peter Woike, vice-presidente executivo da SFI.

As declarações do responsável foram feitas numa conferência de imprensa que precedeu a reunião com as empresas. Peter Woike deixou a mensagem de que «a SFI está preparada para reforçar o apoio que presta às PME que decidirem investir em mercados emergentes».

Até este momento, a participação portuguesa neste tipo de projectos, em parceria com o Banco Mundial, «tem sido muito reduzida». Desde o primeiro investimento em 1983, 35 empresas e organismos públicos proporcionaram mais de 34 milhões de dólares (30,3 milhões de euros) de empréstimos directos e financiamento de capital para 28 projectos da SFI em nove países (Angola, Brasil, Cabo Verde, República Dominicana, Guiné Bissau, Moçambique, Marrocos, Portugal e Roménia).

O negócio de telecomunicações em Marrocos, na Medi Telecom, onde a Portugal Telecom (PT) e a Telefónica detém 70%, em partes iguais, foi o projecto com maior investimento promovido por uma empresa portuguesa. Contratado em 2001, o projecto contou com um financiamento de quase 423 milhões de dólares (376,8 milhões de euros), sob a forma de financiamento.

A visita do vice-presidente da SFI a Portugal visa reforçar o número de «clientes» portugueses. Para isso, além da reunião com os empresários de média dimensão, Peter Woice vai reunir-se com os presidentes do BPI, PT e Montepio Geral.


http://www.negocios.pt/imagens/noticias/portugal_bandeira1.jpgnepal™

nepal
18-07-2003, 20:00
Painel do Investidor (http://www.negocios.pt/investir/investir_painel_investidor.asp)


Sexta, 18 Jul 2003

http://www.negocios.pt/imagens/noticias/edp_nova.jpg

PSI-20 encerra a perder e acumula quebra de 0,7% na semana; EDP lidera (act)

No conjunto das últimas cinco sessões, o índice nacional perdeu 0,70%. A maior perda foi protagonizada pela EDP enquanto a maior valorização pertenceu à Impresa. Desde o início do ano, o PSI-20 soma 0,22%.

Hoje, o índice encerrou nos 5.837,74 pontos, a perder 0,94%, com quatro acções a ganhar, dez a perder e seis a inalteradas. Na semana que terminou, o principal índice nacional desvalorizou 0,70%.

A Electricidade de Portugal (EDP) [Cot, Not, P.Target] foi a protagonista da sessão de hoje. Os títulos da eléctrica foram os responsáveis pela queda do índice ao caírem 2,90% para os 2,01 euros.

Hoje o jornal Espanhol «Expansíon» noticiou que a EDP estava em negociações para adquirir mais 35% do capital da HidroCantábrico. Contudo a empresa desmentiu as negociações e fonte oficial da empresa afirmou ao Negocios.pt que, «enquanto os direitos de voto não forem levantados, a EDP não faz movimentos em Espanha de espécie nenhuma», uma situação que está a ser solucionada. A EDP encerrou a semana a perder 5,19%, a maior entre os títulos do PSI-20.

A entrada da Gescartão [Cot, Not, P.Target] para a bolsa nacional foi o evento da semana. Com um preço na OPV de 6,50 euros, os títulos da empresa iniciaram a cotação com o «pé direito» e valorizaram 4,62% para os 6,80 euros na primeira sessão de negociação, após terem alcançado o máximo de 7,08 euros. A Gescartão encerrou a sessão de hoje a descer 1,91% para os 6,67 euros, uma valorização semanal de 2,6% face ao preço da OPV.

Na sessão de hoje, a Portugal Telecom (PT) [Cot, Not, P.Target] perdeu 1,40% para os 6,33 euros. Contudo a operadora de telecomunicações conseguiu descolar dos mínimos registados no princípio da semana e encerrou-a com um ganho de 0,48%.

A Impresa obteve a maior valorização semanal ao subir 5,13%. Na sessão de hoje a «holding» de Pinto Balsemão foi uma das que amealhou ganhos tendo encerrado a valorizar 2,07% para os 2,46%. Na terça-feira, o ES Research subiu a recomendação da Impresa para «compra» e o preço alvo para 3 euros. O banco considerou uma taxa de refinanciamento mais baixa, fez o «roll over» do preço alvo para Junho de 2004, enaltecendo a avaliação da SIC e a eficiência dos custos. Em relação ao mercado de publicidade a casa de investimento disse que, «está, surpreendentemente, a crescer acima do esperado» tendo-se registado, no período entre Janeiro e Maio, um crescimento de 7,3% no segmento da televisão.

A Brisa [Cot, Not, P.Target] , que na sessão de hoje amealhou um ganho de 0,20% encerrando a cotar nos 4,98 euros, finalizou a semana com um ganho de 0,61%. Na segunda-feira, a Brisa anunciou hoje que a Somague, a MSF, a Construtora do Lena e a Novopca - accionistas da Auto-Estradas do Atlântico passariam a deter 10% do capital da Brisal, empresa a quem foi adjudicada a Litoral Centro, com uma participação de 10%. A BRISA mantém 80%.

A Portucel foi outra ganhadora em termos semanais. A papeleira valorizou 1,54% no conjunto das duas últimas sessões contudo, na sessão de hoje, os títulos da empresa mantiveram-se inalterados nos 1,32 euros.

Para o grupo de Belmiro de Azevedo, a semana não foi ascendente. Em termos semanais, a Sonae [Cot, Not, P.Target] e a SonaeCom [Cot, Not, P.Target] quebraram 2,04% e 1,50 euros, respectivamente. Na sessão de hoje a Sonae manteve-se inalterada nos 0,48 euros e a SonaeCom perdeu 1,01% para os 1,97 euros.

Quem também ficou positivo com conjunto das sessões desta semana foi a Soluções Automóvel Globais (SAG) [Cot, Not, P.Target]. A empresa foi bafejada por uma promessa do Governo no sentido de rever a actual lei do imposto automóvel e encerrou a semana a valorizar 2,50%. Na sessão de hoje, a SAG ganhou 0,82% para os 1,23 euros.

Para a banca, a semana foi positiva. O Banco Espírito Santo (BES) [Cot, Not, P.Target] e o Banco BPI [Cot, Not, P.Target] encerraram a semana a valorizar 0,47% e 0,87%, respectivamente. No caso do Banco Comercial Português (BCP) [Cot, Not, P.Target], a variação semanal foi nula. Na sessão de hoje, o BES manteve-se inalterado nos 12,80 euros, o BCP perdeu 0,68% para os 1,45 euros e o BPI desceu 0,43% a cotar nos 2,31 euros.

Informação Diária
Última cotação 2.01
Variação valor -0.06
Oferta 2.01
Qtd. Oferta 77 875
Máximo do dia 2.06
Abertura 2.06
Volume 10 592 690


Data hora 16:30
Variação % -2.90
Procura 2.00
Qtd. procura 909 960
Mínimo do dia 2.00
Fecho anterior 2.07

Tendência -

Máximo 52 semanas 2.13
PER 15.59
Vol. médio 6 meses 6 904 937


Mínimo 52 semanas 1.38
Dividend Yield 4.25
Último Dividendo 0.08



************************************************** **


Sexta, 18 Jul 2003

Bolsas europeias fecham mistas; acções da Ericsson disparam 15%

As acções europeias fecharam mistas com as produtoras de telefones móveis em destaque. A Nokia continuou a pressionar os mercados, mas as acções da Ericsson dispararam 15,43%, após reduzir os custos no segundo trimestre.

O DJ Stoxx 50 descia 0,08% para os 2.406,30 pontos, com a Nokia, ao descer 1,95%, a ser a principal responsável pela queda do índice que agrega as 50 maiores companhias da Europa.

A Nokia alertou ontem os mercados que as vendas de telefones móveis podem descer no terceiro trimestre. No entanto a Ericsson anunciou hoje os resultados do segundo trimestre, que agradaram aos investidores, por revelar uma queda nos prejuízos operacionais e uma contenção de custos, levando as acções da companhia sueca a treparem 15,43%.

Em Frankfurt o DAX [Cot, Not, P.Target] crescia 0,7% para os 3.354,16 pontos. As acções da Siemens, rival da Nokia e Ericsson, subiram 0,81% para os 47,19 euros, a Deutsche Telekom avançou 1,52% para os 12,73 euros e a Allianz cresceu 1,87% até aos 84,79 euros.

A Azco Nobel disparou 13,33%, depois de a farmacêutica holandesa ter anunciado resultados animadores no segundo trimestre. Assim o AEX liderou os ganhos na Europa, com uma subida de 2,35% para os 309,41 pontos. A banca também ajudou Amesterdão, com a Aegon a crescer 5,20% e o Fortis a apreciar 1,99%.

O outro índice a acumular valor na Europa foi o FTSE [Cot, Not, P.Target] de Londres, que ganhou 0,41% para os 4.073,20 pontos. O banco HSBC avançou 0,93%, a Unilever cresceu 1,57% e a petrolífera BP aumentou 0,73%.

O índice espanhol voltou a encerrar em queda, com o IBEX [Cot, Not, P.Target] a depreciar 0,65% para os 6.900,40 pontos. A Telefónica caiu 0,70% para 9,96 euros, o BBVA caiu 0,74% até aos 9,33 euros e o Santander deslizou 1,13% até aos 7,86 euros.

Em Paris o cenário foi misto, com o CAC40 [Cot, Not, P.Target] a ceder 0,01% para os 3.129,21 pontos. A Alcatel liderou os ganhos com uma subida de 4,58% para os 7,99 euros, enquanto a Peugeot pressionou o índice com uma queda de 2,65% para 41,94 euros.


por Nuno

http://www.negocios.pt/imagens/noticias/ericsson_log.gif





A Anacom impôs à Portugal Telecom um período de guarda de seis meses, durante o qual a empresa não pode realizar quaisquer acções para recuperar o cliente perdido para outros operadores, anunciou o regulador

http://www.negocios.pt/imagens/noticias/pt_01_logo.jpg





Sexta, 18 Jul 2003 17:38


(actualiza com reacção da Apritel)

A Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom) impôs à Portugal Telecom um período de guarda de seis meses, durante o qual a empresa não pode realizar quaisquer acções para recuperar o cliente perdido para outros operadores, anunciou o regulador.
Numa decisão datada do dia de ontem, a Anacom «após o processo de audiência prévia aos interessados», aprovou a «obrigatoriedade da existência de um período de guarda de 6 meses, após a activação da pré-selecção, durante o qual as empresas do grupo Portugal Telecom prestadoras de serviço fixo de telefone em acesso directo se encontram impedidas de realizar quaisquer acções de recuperação do cliente».

A Anacom ouviu a ONI, a Refer Telecom, a Vodafone e a DECO.

Com esta imposição, o regulador também destaca que a PT Comunicações, operadora de telefonia fixa do grupo PT, «deve respeitar a confidencialidade da informação disponibilizada no âmbito da pré-selecção» e «eliminar dos seus sistemas de informação quaisquer dados que permitam relacionar os seus clientes aos dados de pré-selecção», acrescenta a mesma fonte.

Um sinal da tentativa da PT de recuperar clientes perdidos, foi os contactos que a empresa fez a Norton de Matos e Paulo Azevedo (presidentes da ONI e da SonaeCom), para averiguar se estes não queriam regressar à operadora histórica.

«A Apritel congratula-se com a deliberação final da Anacom que estabelece um período de guarda de 6 meses (em vez dos 4 inicialmente previstos)», adianta a associação dos operadores privados de telecomunicações em comunicado.

Esta medida, diz a Apritel é «de certa forma inovadora no quadro da regulação sectorial e há muito preconizada pela Apritel, que muito contribuirá por certo para uma concorrência mais leal e efectiva na oferta do serviço fixo de telefone».

A Apritel lembra a proposta de tarifa plana de interligação e a oferta a nível grossista de linhas de acesso à rede telefónica.

A Anacom vai acompanhar e fiscalizar a implementação deste período de guarda, com o objectivo de reavaliar, no prazo máximo de um ano, a necessidade da sua manutenção.

A PTC, no primeiro trimestre deste ano, detinha uma quota de mercado de 93,77% de acessos totais e uma quota de 89,77% no tráfego originado na rede fixa. No total, a operadora tem uma quota de 96,43% no tráfego de acesso directo.




Agora é que vou mesmo xauzzzzz

Nuno Martos

manel
18-07-2003, 21:41
continua assim que estás a andar muito bemmmmmmmmmmm.

os mercados andam confusos e noticias precisam-se...

testes? força homem, tou sempre on, e quando não estou apita...

um abraço para ti e para a ti*****.

P.S. já há barraca disponivel também,hihihihi.

jleandro
18-07-2003, 22:23
já não é de agora, é de sempre

quando falam de aviação ninguém refere os aviões "cargueiros"

que falta de consideração pela minha profissão, eheheh

a Lufthansa tem voos de Lisboa para Colónia

nepal
19-07-2003, 00:48
Acabo de chegar a Portalegre, acabo também de roubar o Pc portatil ao meu velhote, hihihihi porque esta é a hora que eu mais gosto de por faladura...por estas bandas...



Bolsa: Wall Street encerra em alta

Dow Jones sobe 1,52 por cento

A Bolsa de Nova Iorque terminou a sessão de hoje em alta, com o principal indicador da Wall Street, Dow Jones, a ganhar 1,52 por cento, para as 9.188,15 unidades, e o índice do mercado tecnológico norte-americano, Nasdaq Composite, a subir 0,62 por cento, fixando-se nos 1.708,50 pontos.



http://images.clix.pt/canais/noticias/new/images/8/89359_BolsasQuadro.jpg



ti manel, a barraca da para mais 2 ????? :D


Continuação de boa noite a todos

manel
19-07-2003, 08:03
antes de mais bom dia.

barraca? claro homem, venham daí!

abraços.

nepal
19-07-2003, 15:38
http://www.negocios.pt/imagens/noticias/edp_nova.jpg


A Electricidade de Portugal (EDP) aguarda o levantamento dos direitos de voto nas participadas em Espanha, para eventuais novos movimentos de capital na HidroCantábrico, disse ao Negocios.pt fonte oficial da eléctrica nacional.

«Enquanto os direitos de voto não forem levantados, a EDP não faz movimentos em Espanha de espécie nenhuma», declarou a mesma fonte.

Este responsável reagia à notícia avançada hoje pelo espanhol «Expansíon», que dava conta das negociações finais para a EDP comprar mais 35% do capital da HidroCantábrico na posse da EnBW, operação que deverá implicar investimentos de 1,3 mil milhões de euros, dos quais 600 milhões serão pagos em dinheiro.

«Esta notícia não tem fundamento algum», explicou a mesma fonte, afirmando que novos passos em Espanha só após o levantamento da limitação sobre os direitos de voto naquela empresa.

A EDP detém 40% da HidroCantábrico, eléctrico espanhola, mas essa posição só lhe dá direito a votar com 3% do capital, devido à legislação espanhola que impede empresas controladas por capitais públicos de exercerem a totalidade dos direitos de voto sem a autorização expressa do Governo.

Esta limitação está prestes do fim, tanto que fonte oficial do Ministério da Economia espanhol confirmou ao Jornal de Negócios que esta decisão vai ser levada à aprovação em próximo Conselho de Ministros.

Além da HidroCantábrico, a EDP está em Espanha na área de gás natural, com posições maioritárias na Naturcorp e Gás das Astúrias.

Este reforço na Cantánbrico foi proposto pelo actual presidente executivo da EDP, João Talone quando preparou um estudo para o Governo sobre a reestruturação do sector.

Mas, a administração da EDP, ainda sem Talone, anunciou ao mercado que não tinha intenções para reforçar naquela participada.

Numa nota à noticia do jornal espanhol, o BPI afirma que «a actual estrutura accionista da Hidrocantábrico não faz sentido, e não esperamos que a empresa francesa mantenha apenas uma participação financeira sem um envolvimento na gestão».

O BPI acredita que a esta potencial aquisição pode ser penalizada pelo mercado, «embora o preço citado pelo jornal (1,3 mil milhões de euros) seja inferior ao pago há meses atrás».

As acções da EDP seguiam a descer 1,93% para os 2,03 euros.


Np

nepal
19-07-2003, 15:41
19/07/2003

EDP pode avançar na Hidrocantábrico

A Electricidade de Portugal (EDP) está em conversações para aumentar a sua presença no capital da Hidrocantábrico (HC), a quarta empresa do sector eléctrico de Espanha.


De acordo com a edição de ontem do diário económico madrileno “Expansion”, a empresa dirigida por João Talone pretende comprar 35 por cento de capital da HC que está na posse da EnBW, a eléctrica alemã participada pela Electricité de France (EdF).

No entanto, em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), “a EDP desmente a existência de quaisquer negociações para aumentar a sua participação na Hidrocantábrico”.

As acções da EDP estiveram ontem em queda, porque a possibilidade de reforço da posição da eléctrica na congénere espanhola foi admitida pelo próprio João Talone no relatório encomendado pelo governo português sobre a reestruturação do sector energético.

De acordo com o jornal espanhol, a operação, avaliada em 1,3 mil milhões de euros, dos quais 600 milhões seriam pagos em dinheiro e o restante assumindo a divida EnBW, levaria a EDP a controlar 75 por cento do capital da Hidrocantábrico, permanecendo o restante na CajAstur, a Caixa asturiana na órbita do Governo regional de Oviedo. Aliás, Manuel Menendez, presidente daquela entidade, seria mantido como máximo responsável da HC – a quarta empresa eléctrica espanhola, com uma carteira de meio milhão de clientes e com a sua actividade centrada no Principado das Astúrias.

Ministros da Economia em sintonia

Este movimento só será possível quando o Governo de Madrid retirar o limite dos direitos políticos da EDP na Hidrocantábrico: embora controle 40 por cento do capital da asturiana, actualmente a empresa portuguesa só pode votar por três por cento do capital. Esta alteração surge na sequência do encontro, em 20 de Junho último, em Madrid, dos ministros da Economia de Portugal e Espanha, respectivamente Carlos Tavares e Rodrigo Rato. Dois dias depois do executivo de Lisboa ter aprovado medidas legisltivas relativas à construção do mercado ibérico de electricidade, os espanhóis finalmente acreditaram neste projecto. “Agora sabemos que o mercado ibérico de electricidade vai ser uma realidade”, disse, então, ao PÚBLICO, José Folgado, secretário de Estado de Energia de Espanha. Com base nesta convicção, Folgado também admitiu que, “após este passo [o pacote legislativo aprovado por Lisboa] será positiva a resolução do governo espanhol em pôr fim à limitação dos direitos políticos da EDP”.

Uma medida que também afectará presença da portuguesa na Naturcorp, a empresa de gás do País Basco, e que permite constituição de um grupo ibérico de energia. Uma estratégia que provoca desconfianças nos competidores espanhóis. O anunciado fim da limitação dos direitos políticos foi ontem saudado pelo executivo asturiano.

“A posição da EDP na Hidrocantábrico beneficia esta empresa regional”, considerou Jaime Rabanal, responsável das Finanças do governo das Astúrias. Esta operação pode ainda ser facilitada pelas críticas do Parlamento de Paris aos investimentos externos da EdF.

O relatório da comissão parlamentar gaulesa sobre as empresas públicas considera os modelos de gestão da EdF, e da France Telecóm, como “ exemplo típico do fracasso”. Por isso, o governo de Jean-Pierre Raffarin pretende acelerar para Agosto o calendário da privatização da empresa gaulesa.


http://images.clix.pt/canais/noticias/new/images/8/89381_hidro_cantabrico.jpg



Nuno

nepal
19-07-2003, 15:43
As vendas de cimento caíram 19,7 por cento no primeiro semestre de 2003, em relação a igual período do ano passado, revelam dados do Ministério das Finanças.


Do primeiro para o segundo trimestre de 2003 a queda deste indicador acentuou-se, de 18,9 por cento para 19,7 por cento, de acordo com os Indicadores de Conjuntura, hoje dados a conhecer pelo Ministério das Finanças.

As vendas de cimento são consideradas um dos mais importantes indicadores para "medir o pulso" do sector da construção e obras públicas.

De acordo com a Associação de Empresas de Construção e Obras Públicas (AECOPS) o consumo actual de cimento em Portugal situa-se ao nível do registado em 1995/96.

Apesar de se manter em terrenos negativos, o indicador de adjudicação de obras públicas tem vindo a recuperar.

Depois de uma aumento homólogo de 0,7 por cento em 2002, as adjudicações caíram 30,6 por cento no primeiro trimestre deste ano, e 21,9 por cento até Junho.

No seu último relatório, divulgado na semana passada, a AECOPS afirma que os números relativos a Junho "evidenciam já uma interrupção da forte tendência decrescente" e uma recuperação do investimento público, "que se traduziu em acréscimos homólogos de cerca de 8,3 por cento e de 42,1 por cento no número e valor dos concursos abertos".

O valor dos concursos adjudicados evidencia também sinais de retoma, "quadruplicando relativamente ao período homólogo do ano passado" e contrariando a tendência dos últimos cinco meses, afirma a associação.


http://images.clix.pt/canais/noticias2003/noticias_sem_imagem.gif


Nuno

nepal
21-07-2003, 00:26
21/07/2003
01:37

Fica disponivel aqui um utilitário para acabar com os viros que tanto nos fazem por "Obras no PC" quase diariamente

Norton 2004 (ftp://ftp.symantec.com/misc/sabu/nav_beta_2003/NAV_2004e.exe) <---- :cool: Click the link to begin the download

Chave de Instalação : VKD2RQYPQBHKVJK2RBK3BBJ4

http://pub_beta_act.symantec.com/images/navbar/us.logo.symantec.gif


É só instalar e acabar com o lixo que os outros nos enviam



Um Abraço a todos e continuação de boa noite

Nuno