View Full Version : Patacôncio!!!
Mohandas
17-07-2003, 13:43
Dá lá a tua opinião...
FINANÇAS
Défice é superior ao que foi anunciado
O "Jornal de Negócios" fez as contas e concluiu que o Ministério das Finanças está a omitir a verdade da derrapagem das contas do Estado.
Na síntese de execução orçamental, divulgada esta semana, o Governo anunciou um aumento do défice até Junho de cerca de 24 por cento. Mas o "Jornal de Negócios" garante que o verdadeiro aumento é de cerca de 53 por cento.
Segundo o jornal, o Ministério das Finanças resolveu juntar à base de comparação para medir a evolução da despesa, números que incluem, não só, os gastos do exercício de 2002, mas também os de anos anteriores.
Ao todo, em Junho, foram integrados no montante de despesas do mesmo mês do ano passado cerca de 610 milhões de euros, desembolsados até essa altura, mas correspondentes a compromissos de anos anteriores.
Retirando esses montantes e fazendo a comparação entre a despesa originada no exercício de 2002 e até Junho, com a despesa acumulada até Junho deste ano, o que se verifica é que o défice aumentou mais do dobro em relação ao que foi anunciado pelo Governo.
Défice vai ser esclarecido na devida altura
Depois de o "Jornal de Negócios" ter avançado, esta quinta-feira, que o aumento do défice é superior ao dobro das contas do Governo e que o Ministério das Finanças escondeu a verdadeira dimensão da derrapagem orçamental, Tavares Moreira explicou que não está em causa a realidade dos números, mas antes a comparação com o ano anterior.
«A notícia (do Jornal de Negócios) não está a pôr em dúvida a veracidade dos dados divulgados pela Direcção-Geral do Comércio e Concorrência, mas a pôr em causa a comparação com os números do ano anterior», sublinhou Tavares Moreira, em declarações à TSF, acrescentando que a situação será esclarecida na devida altura.
PS: manipulação grosseira de números
Se o PSD reagiu com cautela à notícia avançada pelo jornal, o mesmo não fizeram os partidos da oposição. Joel Hasse Ferreira, do PS, falou em manipulação grosseira de números.
«É uma manipulação bastante grosseira que tem estado a ser feita e que agora evidencia a situação camuflada das contas públicas», realçou o deputado socialista, que reclamou uma explicação à ministra das Finanças.
Bloco de Esquerda: Governo perde credibilidade
Por sua vez, Francisco Louçã, do Bloco de Esquerda, sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente, se fez «é um erro grave» e, como tal, tem de ser aplicado para todos os anos o mesmo critério.
Louçã acrescentou que «se estivermos perante uma manipulação», como sugere o jornal, tal significa a «perda de credibilidade do Ministério e da sua intervenção».
************
O Louçã está a ser simpático. Pressupõe que ainda existe alguma credibilidade no Ministério das Finanças, eheheh :rolleyes:
Mohandas
17-07-2003, 13:46
DÉFICE
Finanças recusam derrapagem orçamental (actual.)
O Ministério das Finanças contestou, esta quinta-feira, os números apresentados pelo Jornal de Negócios e que apontam para uma derrapagem orçamental, considerando-os contas «absurdas».
Em declarações à TSF, o porta-voz do Ministério das Finanças, Nuno Jonet, relativizou a manchete avançada pelo jornal, classificando os resultados apresentados de «completamente absurdos e completamente inverosímeis, sem nenhuma ligação com a realidade».
Na voz daquele responsável, o Ministério das Finanças nega «terminantemente que tenha existido qualquer manipulação, falseamento ou intenção de esconder dados», conforme avança o jornal.
«Antes pelo contrário, face a bases de dados e a universos que são dificilmente comparáveis, aquilo pelo qual o Ministério das Finanças optou, em consciência e no respeito pela verdade orçamental, foi publicar aquilo que é comparável e, assim, reflectir a situação que com rigor melhor evidencia a verdade da execução orçamental», acrescentou Nuno Jonet.
Sobre o eventual desvio em alta da despesa pública, o porta-voz das Finanças esclareceu, ainda, que a despesa pública - «a variável que está nas mãos do Governo controlar» - «se encontra dentro e mesmo abaixo das previsões orçamentais».
Governo tem o ónus da prova, diz Jornal de Negócios
Perante as críticas do Governo sobre a metodologia utilizada pelo Jornal de Negócios para calculo dos números - os quais concluíram que a despesa do Estado subiu seis por cento ao contrário dos 2,4 por cento anunciados na síntese de execução orçamental - o director do Jornal de Negócios, responde que cabe ao Estado provar o contrário.
«O ónus da prova está no Ministério das Finanças e não no Jornal de Negócios. Tem de provar porque é que esta metodologia é correcta», avançou Sérgio Figueiredo, director do jornal.
«Não está aqui em causa o valor específico do défice de 2003. O que está em causa aqui é uma base de comparação totalmente desvirtuada que transforma o discurso da contenção das despesas numa realidade virtual. Porque as despesas não estão contidas, há um desvio significativo e até hoje os portugueses não sabiam isso», acrescentou.
As Finanças garantem que não houve manipulação das contas do Estado, com objectivo de esconder uma eventual derrapagem do défice.
O deputado socialista, Joel Hasse Ferreira, já reclamou explicações à ministra das Finanças, Manuela Ferreira leite, numa próxima reunião plenária na Assembleia da República.
**********
Pois, pois! Mais uma manobra "bushiana"
jleandro
17-07-2003, 13:49
neste caso estamos de acordo, o Louçã está a ser muito simpático
será por ser uma mulher, eheheheeh
o que me assusta ainda mais, é que nos jornais de 3ª feira referiam novamente o possível recurso à venda de património por parte do Estado
será a Torre de Belém agora? ou os Jerónimos???
Patacôncio
17-07-2003, 14:07
Este gajo só se lembra de mim para as polémicas. Se fosse para comer e beber ...
E parece coincidência. Mal o gajo mete a "chamada ao controlo do teste anti-doping" ... eu apareço logo ! ehheheheheheh
Deve ser telepatia. hohohoohohohho
Vou ver a notícia e boto já faladura, ok ????
Mohandas
17-07-2003, 14:10
Só quero saber a tua opinião...
E, se não fosse assim, tu nunca aparecias... :rolleyes:
Já sabes que para comer e beber... tens de cá vir. :D
Patacôncio
17-07-2003, 14:28
Quem devia ter decoro e vergonha na cara é o Louçã, que além de demagogo, ninguém entende o que defende. Está mesmo alienado, o gajo. Enfim ... como estão a levar no lombo ... ehehheehhe
Vamos lá ler a notícia para entender a manchete. O engraçado é que o corpo da notícia dá razão à Nelinha Azedó Leite. Mas quem não lê com olhos de ler.
Qual a dúvida ?
" ... Ao todo, em Junho, foram integrados no montante de despesas do mesmo mês do ano passado 609,9 milhões de euros desembolsados até essa altura, mas correspondentes aos referidos compromissos de anos anteriores ... "
Agora eu questiono o Louçã/Mohandas.
Será que as depesas efectuadas devido a anos anteriores não contam para calcular o défict ?
E se forem custos com as Scuts, que se estendem por 15 a 20 anos, mas que deveriam ser calculadas com base no ano do "lançamento da despesa" ???
O problema é que a notícia não esclarece. Ora, se expurgarmos as despesas efectuadas com compromissos assumidos pelo Estado nos anos anteriores, o déficit seria o dobro. A questão é : quando pagamos dívidas herdadas, elas não contam para despesas ? Ou será que estas despesas, que não são "assumidas" no ano efectivo da despesa, nem nos anos seguintes, onde temos as contas para pagar ?
É que aqui é que pode estar o busilis da questão.
Porquê ? Porque leio a seguir o seguinte :
" ... Refazendo as contas para comparar o comparável, a situação da despesa, passado meio ano de execução do Orçamento do Estado, mostra uma evolução exactamente inversa à que as Finanças apresentam, invalidando o veredicto de que os gastos públicos estão sob controlo. Assim, de acordo com os números divulgados pelas Finanças, na despesa corrente só os subsídios apareciam fora dos eixos, estando as restantes classes de gastos abaixo do pressuposto no Orçamento ..."
É que a notícia é contraditória. Por um lado diz que as despesas com pessoal estão acima do orçamentado.
Mas depois já diz que não. Que da despesa corrente, só os subsídios é que estão fora dos eixos.
Francamente, eu nem sei o que dizer. Para já acredito mais na Ministra que no jornal. Porquê ? Porque a notícia é contraditória entre si, e até "passa uma esponja" pelas despesas pagas, que foram efectuadas em anos anteriores. E aqui sempre a dúvida. Quais as despesas ? É que se forem do género das SCUTs... fica sempre a velha questão : a despesa deve ser contabilizada no ano que se fazem os investimentos ou quando se paga ??? Critérios da Contabilidade Pública ...
Mas o Louçã devia ter vergonha na cara. Afinal, o gajo diz que a crise se deve à contracção da Despesa Pública. E critica o governo por cortar na despesa pública, ampliando a crise económica.
Depois vem dizer que afinal não há corte na despesa e que a culpa é do Governo.
Políticos demagogos e copinhos-de-leite é o que dá quando queremos a toda a força denegrir os adversários. Coitado dele ... há-de sempre ser lembrado pelo "mágico das palavras". Ensina na Universidade uma coisa e propagandeia outra na polítiquice.
Já estamos habituados às suas palhaçadas... portanto... hohoohohohohoo
Para o JL. Ó JL, qual a alternativa ? Depedir funcionários públicos e cortar ainda mais nas despesas ( a minha ideia preferida ) ou vender património que até pode estar mal rentabilizado ?
Qual queres ?
Vou dar um exemplo. Onde estão os Ministérios ? Não seria preferível os mandarem para os edíficios da Expo que estão a dar prejuízo e não servem para nada e venderem aqueles palacetes e tranformar aquilo em Hoteis de 4/5 estrelas ? Gerando riqueza para o país ? Isto é um exemplo.
E agora se me dão licença ... vou curtir uma praiazinha. Alguém quer vir ?
PS Só fico mais cinco minutos à espera da Reacção ! ehehheheheheh
Patacôncio
17-07-2003, 14:33
Está aqui a notícia, que é para não me acusarem de "manipulação" ! ohohhohoohoo
http://www.negocios.pt/noticias/NoticiaDetalhe.asp?CdDoc=92206
Ministério das Finanças manipula contas do Estado (act)
Quinta, 17 Jul 2003 10:47
As Finanças omitiram, na Síntese de Execução Orçamental divulgada no dia 15, ao princípio da noite, a gravidade da derrapagem das contas do Estado, ao tomarem como base de comparação para medir a evolução da despesa números que incluem não só os gastos do exercício de 2002, como também os de anos anteriores.
Ao todo, em Junho, foram integrados no montante de despesas do mesmo mês do ano passado 609,9 milhões de euros desembolsados até essa altura, mas correspondentes aos referidos compromissos de anos anteriores.
Sem esses montantes, e fazendo as comparações entre montantes efectivamente comparáveis, ou seja, entre a despesa originada no exercício de 2002 e até Junho, com a despesa acumulada até Junho deste ano, o que se verifica é que os gastos do Estado estão a crescer 6%, bem acima do implícito no Orçamento do Estado (3,2%) e muito mais acima do que foi reportado pelas Finanças na sua última Síntese de Execução orçamental, isto é, 2,4% (o que é evidente na tabela publicada na edição de hoje do Jornal de Negócios).
Em particular, as despesas com pessoal aparecem fortemente desviadas em relação ao crescimento previsto no OE 2003 (3,6%), registando um aumento de 8,8%, quase quatro vezes mais do que aparece na referida Síntese (2,8%).
Recorde-se que no ano passado, com a aprovação do Orçamento Rectificativo, o Governo aumentou a despesa em 1.938 milhões de euros para fazer face a compromissos assumidos em anos anteriores. A partir de Junho de 2002, as boletins de execução orçamental passaram a discriminar a evolução da despesa, com e sem reforços de verba para pagamentos correspondentes a esses compromissos. Para a determinação do verdadeiro défice contava-se apenas com a despesa originada no exercício em curso.
Este ano, a partir de Junho, justamente o primeiro mês em que é possível fazer comparações com os meses pós-aprovação do Rectificativo, a técnica inverteu-se. Para base de comparação, as Finanças estão a utilizar a despesa com reforços para liquidação de compromissos anteriores a 2002, viciando por completo a análise da evolução das contas do Estado.
Refazendo as contas para comparar o comparável, a situação da despesa, passado meio ano de execução do Orçamento do Estado, mostra uma evolução exactamente inversa à que as Finanças apresentam, invalidando o veredicto de que os gastos públicos estão sob controlo. Assim, de acordo com os números divulgados pelas Finanças, na despesa corrente só os subsídios apareciam fora dos eixos, estando as restantes classes de gastos abaixo do pressuposto no Orçamento. Expurgando da despesa acumulada até Junho de 2002 os pagamentos de compromissos anteriores, todas as rubricas da despesa corrente aparecem com desvios para cima do orçamentado. A excepção são os juros, cujo valor não sofre alterações na revisão de contas, uma vez que não há lugar a atrasados nos encargos da dívida. Mas sobretudo, o que está em causa, neste caso, é a dificuldade em tirar ilações sobre a taxa de crescimento desta rubrica, no fim do primeiro semestre, já que a realização deste tipo de despesa é muito irregular ao longo do ano.
Em consequência da necessária revisão dos números da despesa, o défice regista até Junho um agravamento efectivo de 52,5%, mais do dobro do que o reportado anteontem pelas Finanças (23,7%). A prestação de contas por parte do Ministério das Finanças tem apresentado irregularidades já em meses anteriores, do lado da receita. Até Junho «desapareceram» 100 milhões de euros de IRS da execução do ano passado, beneficiando também a execução de 2003, atribuindo as Finanças o fenómeno a «problemas técnicos».
O Jornal de Negócios, que publica hoje esta notícia, tentou insistentemente, até ao final da edição, obter um comentário das Finanças, não foi possível
Capa da edição de 17 de Julho do Jornal de Negócios em formato PDF
Por Jorge Campos da Costa
por Canal de Negócios
http://www.negocios.pt/imagens/noticias/ManuelaFerreiraLeite4.jpg
Mohandas
17-07-2003, 14:41
... uma opinião "objectiva", "sincera" e reveladora.
Com todos esses ataques ao Louçã, colocando na boca dele coisas que ele não disse - o que está escrito é "Louçã acrescentou que «se estivermos perante uma manipulação», como sugere o jornal, tal significa a «perda de credibilidade do Ministério e da sua intervenção»" - só prova que alguma coisa está mal.
Afinal, toda a oposição se referiu ao caso, e o Patacôncio só ataca o Louçã e a minha pessoa, por interposta retórica...
Vai lá para a praia que bem precisas de aquecer esses miolos... :rolleyes:
Patacôncio
17-07-2003, 15:39
Lê se faz favor.
Depois eu é que preciso de descansar melhor :
" ... sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente se fez"
Melhor é o quê ? Controlar o déficit e a despesa pública.
Melhor é o quê ? Baixar o déficit ou aumentar ?
O BE não se entende. Se o melhor é baixar o déficit, porque carga de água faz política da terra queimada contra o controlo do déficit e da despesa pública ? Cambada de palhaços ...
Por eles não saberem o que hão-de dizer ... dizem tudo e o seu contrário.
Pobres de espírito nunca chegarão ao governo. Se bem que o Louçã e o Férrrinho estão bem metidos, uma para o outro.
Lê outra vez :
" ... sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente se fez ... "
" ... sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente se fez ... "
" ... sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente se fez ... "
" ... sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente se fez ... "
" ... sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente se fez ... "
" ... sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente se fez ... "
" ... sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente se fez ... "
" ... sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente se fez ... "
" ... sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente se fez ... "
Critiqui-te e critico, porque se fosses mais correcto não chamavas por mim. Metias aqui o que pensavas sobre o assunto e ponto final. :confused: :confused: :confused:
Quiseste fazer um floreado comigo com uma notícia contraditória, que pode estar errada e induzir em erro quem a lê.
Não gostaste da resposta ? Para a próxima, pergunta à Nelinha Azdó Leite. Eu não sou Secretrário de Estado do Orçamento, nem membro do governo ou tão pouco militante do PSD.
Até logo, que o Mar clama por mim...
" ... sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente se fez ... "
" ... sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente se fez ... "
" ... sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente se fez ... "
" ... sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente se fez ... "
" ... sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente se fez ... "
" ... sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente se fez ... "
" ... sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente se fez ... "
" ... sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente se fez ... "
" ... sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente se fez ... "
" ... sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente se fez ... "
" ... sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente se fez ... "
" ... sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente se fez ... "
" ... sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente se fez ... "
" ... sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente se fez ... "
" ... sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente se fez ... "
" ... sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente se fez ... "
" ... sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente se fez ... "
Mohandas
17-07-2003, 15:50
sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente, se fez «é um erro grave» e, como tal, tem de ser aplicado para todos os anos o mesmo critério.
sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente, se fez «é um erro grave» e, como tal, tem de ser aplicado para todos os anos o mesmo critério.
sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente, se fez «é um erro grave» e, como tal, tem de ser aplicado para todos os anos o mesmo critério.
sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente, se fez «é um erro grave» e, como tal, tem de ser aplicado para todos os anos o mesmo critério.
sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente, se fez «é um erro grave» e, como tal, tem de ser aplicado para todos os anos o mesmo critério.
sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente, se fez «é um erro grave» e, como tal, tem de ser aplicado para todos os anos o mesmo critério.
sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente, se fez «é um erro grave» e, como tal, tem de ser aplicado para todos os anos o mesmo critério.
sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente, se fez «é um erro grave» e, como tal, tem de ser aplicado para todos os anos o mesmo critério.
sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente, se fez «é um erro grave» e, como tal, tem de ser aplicado para todos os anos o mesmo critério.
sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente, se fez «é um erro grave» e, como tal, tem de ser aplicado para todos os anos o mesmo critério.
sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente, se fez «é um erro grave» e, como tal, tem de ser aplicado para todos os anos o mesmo critério.
sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente, se fez «é um erro grave» e, como tal, tem de ser aplicado para todos os anos o mesmo critério.
sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente, se fez «é um erro grave» e, como tal, tem de ser aplicado para todos os anos o mesmo critério.
sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente, se fez «é um erro grave» e, como tal, tem de ser aplicado para todos os anos o mesmo critério.
sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente, se fez «é um erro grave» e, como tal, tem de ser aplicado para todos os anos o mesmo critério.
sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente, se fez «é um erro grave» e, como tal, tem de ser aplicado para todos os anos o mesmo critério.
sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente, se fez «é um erro grave» e, como tal, tem de ser aplicado para todos os anos o mesmo critério.
sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente, se fez «é um erro grave» e, como tal, tem de ser aplicado para todos os anos o mesmo critério.
sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente, se fez «é um erro grave» e, como tal, tem de ser aplicado para todos os anos o mesmo critério
sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente, se fez «é um erro grave» e, como tal, tem de ser aplicado para todos os anos o mesmo critério.
sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente, se fez «é um erro grave» e, como tal, tem de ser aplicado para todos os anos o mesmo critério.
sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente, se fez «é um erro grave» e, como tal, tem de ser aplicado para todos os anos o mesmo critério.
sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente, se fez «é um erro grave» e, como tal, tem de ser aplicado para todos os anos o mesmo critério.
sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente, se fez «é um erro grave» e, como tal, tem de ser aplicado para todos os anos o mesmo critério.
sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente, se fez «é um erro grave» e, como tal, tem de ser aplicado para todos os anos o mesmo critério.
sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente, se fez «é um erro grave» e, como tal, tem de ser aplicado para todos os anos o mesmo critério.
sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente, se fez «é um erro grave» e, como tal, tem de ser aplicado para todos os anos o mesmo critério.
sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente, se fez «é um erro grave» e, como tal, tem de ser aplicado para todos os anos o mesmo critério.
sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente, se fez «é um erro grave» e, como tal, tem de ser aplicado para todos os anos o mesmo critério.
sublinhou que inflacionar os termos de comparação para sugerir que num ano se fez melhor do que, efectivamente, se fez «é um erro grave» e, como tal, tem de ser aplicado para todos os anos o mesmo critério.
*****
Pois é! Faltou-te o resto do texto?
Mentirosos, mentirosos, mentirosos, mentirosos (para ler com a música de "campeões, campeões...)
:( Já podias ter dito. Não volto a chamar por ti...
Mas em toda a notícia não leio o Louçã a falar da despesa pública nem do défice... só a dizer que os critérios têm de ser iguais. O que é que o cu tem a ver com as calças?
Mentirosos, mentirosos, mentirosos, mentirosos...
Mas isso já se sabia... :rolleyes:
VOCÊS PARECEM (???) CHANFRADOS ! :D
O que o 'manda-chuva' do Jornal de Negocios disse hoje á noite na Sic Noticias, foi que o Governo não aplicou a mesma regra contabilistica do ano anterior, e que na ocasião fora publicitada (deixar de fora das contas os 'numeros' referentes a anos anteriores), por clara conveniencia, e ao que parece, com o desconhecimento da Manela. Ou seja, sabendo que os numeros seriam aterradores, os gajos do Orçamento, alteraram a regra contabilistica e incluiram numeros 'convenientes' de anos anteriores, para baixarem os valores altamente comprometedores que tinham entre mãos, não comunicando a ninguem (nem á ministra, ao que parece) que o tinham feito.
De tal forma que o Ministério das Finanças terá enviado ao final do dia para o J.Negócios um fax dizendo que futuramente iriam alterar esse procedimento, introduzindo uma nota que esclarecesse qual o metodo utilizado.
E mais não digo porque não sei.
Tudo isto pode ser esclarecido no J.Negocios de amanhã.
Mohandas
17-07-2003, 22:54
Fô quê dixe... e o Louçã também... :D
Patacôncio
18-07-2003, 17:52
Depois da ventania da maresia... voltamos à "vaca fria".
Não estou de acordo com o JN, pois este faz considerações que não batem a bota com a perdigota.
Como tal, vou buscar uma notícia para comprovar a minha tese.
In http://www.diariodigital.pt/dinheiro_digital/news.asp?section_id=20&id_news=27582
Reparem no cabeçalho :
EUA: Novos pedidos de subsídio de desemprego acima do esperado
Depois o corpo da notícia que contradiz o que diz o senscionalisa cabeçalho.
(...) Os números semanais de novos pedidos de subsídio de desemprego nos EUA registaram um recuo bastante considerável, face à semana que finalizou no passado dia 12 de Julho, segundo os dados revelados nesta quinta-feira pelo Departamento do Trabalho norte-americano.
Desta forma, os pedidos atingiram os 412 mil, menos 29 mil do que na semana anterior, acima do esperado pelos analistas que apontavam para as 425 mil inscrições. No entanto, estes números continuam a situar-se acima da barreira psicológica dos 400 mil pedidos, considerado por muitos como o patamar para verificar-se uma melhoria do mercado (...)
Reparem na opinião enviesada do mau jornalista. O gajo diz que é acima do esperado, porque saiu 412 mil, contra a expectativa de... 425 mil.
Ou seja, o gajo é burro. Diz que foi acima do esperado porque... saiu 412 mil, abaixo dos esperados 425 mil.
O GAJO É BURRO ! BURRO ! BURRO !
Ouçam o gajo a relinchar...
http://www.gwu.edu/~gworld/graphics/burro.jpg
E agora, sobre a "tal" derrapagem orçamental" .... aqui vai :
Depois da polémica criada em torno da possível derrapagem orçamental e voltando a discutir este assunto, cumpre-nos informar o seguinte :
A notícia do Jornal de Negócios é contraditória e faz confusão a quem a lê. Por um lado faz considerações sobre despesas com pessoal exageradas. Depois, a dada altura diz o seguinte :
" ... Assim, de acordo com os números divulgados pelas Finanças, na despesa corrente só os subsídios apareciam fora dos eixos, estando as restantes classes de gastos abaixo do pressuposto no Orçamento ... "
In http://www.negocios.pt/noticias/Not...asp?CdDoc=92206
Ora, é a própria notícia que contradiz as considerações iniciais efectuadas, no sentido que havia uma derrapagem orçamental e que as Finanças mentiam. Porque na própria notícia, como se vê pelo sublinhado anterior, se houve derrapagem orçamental, ela só se deu na rúbrica dos subsídios.
Mais. A notícia não põe em causa os números avançados pelas Finanças, mas antes na comparação com o ano anterior.
Não satisfeitos com a polémica e duvidando da credibilidade do jornal, e como temos um bocado de tempo, fomos procurar os números avançados pelo Ministério das Finanças.
Encontramos os números aqui :
http://www.dgep.pt/conj/cjjul2003.pdf
Na verdade, os números confirmam o estimado pelo Ministério das Finanças. O Slado orçamental no primeiro semestre foi negativo em 3 987 milhões de euros, contra o saldo negativo homólogo de 3 224. Ou seja, a variação homóloga foi de 23,8 %. Tal como tinha sido afirmado pelo Ministério das Finanças.
Mais. A Despesa Corrente "apenas" aumentou 2,3 % . Ao contrário do ano 2002, que cresceu 4,8 %. Melhorando a efeiciência da despesa corrente.
A despesa corrente primária ( a mais importante em termos de eficiência estatal ) "apenas" cresceu 2,1 % . Em 2002 tinha crescido cerca de 10,4 % e em 2001, cerca de 10,2 %.
De realçar que este orçamento de 2003 é o primeiro orçamento totalmente efectuado pela actual equipa nas Finanças, já que o OE de 2002 foi aprovado em 2001 pelo anterior governo, tendo sido rectificado pela nova Ministra das Finanças.
E tal como avançado na notícia, no orçamentado, apenas a componente dos subsídios , nas despesas correntes, houve uma derrapagem orçamental, de 72,2 %, mas que em nada beliscaram a despesa corrente, que "apenas" aumentou 2,3 % .
Portanto, as notícias sobre a possível derrapagem orçamental devem ser as costumeiras "maquilhagens" de contas para justificar ataques políticos à actual equipa no Ministério das Finanças.
Portanto, esta "estória" da derrapagem orçamental só serve apenas propósitos políticos. Estamos em crer que a Ministra das Finanças continua a contribuir para a credibilidade das contas públicas, como atestam as notações de rating para a nossa República, de conceituadas casas de análise de risco, como a Moodys, a Fitch e a Standard & Poors.
Estas três casas conceituadas de análise de crédito e risco, atestam a credibilidade das nossas contas públicas ( em termos económicos e financeiros, são estas casas que contam para os investidores e para os bancos de investimento, pois as suas análises influenciam decisivamente para o risco de crédito sistémico da República, com particular incidência das taxas de juro activas sobre os créditos concedidos a Portugal e aos portugueses ), pelo que a actual imagem de Manuela Ferreira Leite continua imaculada. Relembramos que as notações de rating de Portugal melhoraram com a análise feita às contas públicas do ano de 2002. Sendo assim possível que a DGT tenha-se financiado, nos leilões dos Bilhetes de Tesouro recentes, a taxas pouco acima das Euribor, sobretudo devido à forte procura de estrangeiros para investir na nossa dívida pública.
Concluindo. Há, hoje em dia, um determinado tipod e fazer jornalismo que se aproxima do pior tabloidismo, que é "tradição" no Reino Unido. E este jornalismo, sensacionalista, desinforma mais que informa o cidadão. Comprova mais a nossa teoria, que ler jornais é saber... menos ! ohohoooohohohoh
PS Um tipo não pode "comer" tudo aquilo que nos põe à frente. Quem anda no casino bolsista tem obrigação de o saber. :D :D :D
um tipo não come, então...
OLÁ PATACO ! SEMPRE ALERTA !
eu só intervim na conversa porque tinha ouvido a entrevista na TV, senão nem me tinha chateado com o assunto, porque sinceramente, não me sobra nem tempo nem pachorra para estas potenciais "lavagens de roupa suja". Ou seja, não sei quem tem razão, e acho que nem quero saber.
TU TÁS MELHOR ??
Andavas tão abalado... 18 horas por dia é muita hora ! Não podes fazer-te isso ! Vai de férias, não faças nada, ou faz muita coisa que seja diferente de dar ao dedo no teclado e queimar a vista no ecran, e embebeda-te, embriaga-te de tudo ! E não tem que ser só alcool ! Pode ser de sexo, de rock'n'roll, de ... drogas não, isso podes passar á frente.
ABRAÇÕES !
:D
Patacôncio
18-07-2003, 18:07
Obrigado, meu !
Já ando a "distrair-me".
Hoje voltei a ir à praia ... mas com a nortada que faz na praia ... nem as gajas estavam lá hoje !!! ehehhehehhh
Por isso, volto aqui. Para a vossa companhia. ehhheheheheh
E tu, tás fixe e "recauchutado" ???? ahahahhhahh
eu é mais "chutado" só... é com cada chuto, meu !
bem, agora mais a sério, vai-se andando. Preciso de uma mais-valia jeitosa este mês para levantar o animo , ehehehe. Ainda não fiz um tusto...
De resto, ando cheio de sono, que precisava de dormir 9 horas por dia e agora não consigo. E depois o trabalho (argh !) tambem não ajuda. Ainda se eu fosse muita giro, podia ir para top-model, que é uma profissão bem mais interessante ! Andava sempre com as antenas alerta, e "tudo em cima", rodeado por aquelas febras todas ...
Isto há profissões muito boas ...!
:p
Patacôncio
18-07-2003, 18:19
O pior era se apanhavas os "vícios" dos "top-model" ...
Começavas a pegar de marcha-atrás !!! ehehhehehhehehhe
ora... nem todos são desses. Prai 2 ou 3 não são !
Patacôncio
18-07-2003, 18:25
Esses dois ou três ... devem disfarçar bem que não o são !!! ahhahhahahah
Um jinho à tua Princesa !
SSSMMMMAAACCCKKKKK !!!!
http://www.fun-town.com/kissed/kiss.jpg
Patacôncio
18-07-2003, 18:27
Fom de semana ...
A minha sobrinha deu-me um jinho pitoresco !!! ehehheheh
Ora vejam lá :
http://www.cix.co.uk/~potha/kiss.gif
"ANDA ! BEIJA-ME OS CORNOS ! VÁ !"
vBulletin® v3.8.4, Copyright ©2000-2012, Jelsoft Enterprises Ltd.