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View Full Version : Salazar e a Maçonaria: um segredo desvendado


Ibn Erik
07-04-2009, 09:02
durante anos pensou-se que Salazar era uma espécie de padreco sem batina. não é verdade. foi maçon e vinte anos depois de ter aderido à maçonaria (requisito para aderir ao Poder) criou leis que a proibiam. no entanto...

leiam que vale a pena.

Salazar, o Maçon

A Maçonaria «tem por fim “ligar” os homens entre si, e, por este facto, é uma religião (de religare) na acepção mais lata e mais elevada do termo» — Ritual do Grande de Aprendiz, editado pelo Grande Oriente Lusitano. Na verdade, a Maçonaria define-se a si mesma como a «religião natural», alegadamente liberta de dogmas, ou seja, os maçons professam «aquela religião em que todos os homens estão de acordo, deixando cada um para si as suas opiniões particulares» (artigo I das Constituições de Anderson). Aos vinte e cinco anos (1914), Salazar deixou de se confessar e de comungar. Os seus Discursos mostram que Salazar rejeita os dogmas da Santíssima Trindade e da Divindade de Jesus. Quer dizer, Salazar mudou de religião, escolhendo a «religião natural». Salazar tornou-se não apenas crente, mas sacerdote e pregador da sua nova religião, que é também «um sistema universal de ensino e de governo». Este livro apresenta algumas das provas, das muitas disponíveis e geralmente conhecidas mas ocultadas, de que Salazar mudou de religião, aderindo a uma nova fé.

José da Costa Pimenta (n. 1955). É investigador do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa — projecto LanCog. «É um Jurista de elevada craveira, um Magistrado distinto e um conceituado Autor, já com significativa audiência. Cumpre, em particular, uma brilhante carreira profissional, onde sobressai inequívoca capacidade para atingir os mais altos voos. Dispõe duma preparação técnica de alto relevo, francamente destacada. […] É um juiz de magnífico porte. Merece, de todo o ponto, a notação de Muito Bom» — Conselho Superior da Magistratura, Processo 2/91.

http://bloguilibri.files.wordpress.com/2009/03/imagem89.jpg?w=195&h=300

http://bloguilibri.wordpress.com/2009/03/21/salazar-o-macon-jose-da-costa-pimenta/

e este comentário é importante, pois é verdadeiro, segundo boatos antigos:

Proposto pelo maçon Bissaya Barreto, Salazar foi iniciado na Loja Revolta n.º 336, em Coimbra, no ano de 1914, adoptando o nome simbólico de Pombal (cf. os registos da referida Loja). Referia-se que esta Loja maçónica nunca «abateu colunas» (ou seja, nunca fechou), tendo continuado a sua actividade ininterruptamente durante o período da Ditadura e do Estado Novo até o dia de hoje.

Ibn Erik
07-04-2009, 09:04
outro artigo sobre o assunto:

SALAZAR ERA MAÇON?

Para quem não sabe e segundo os dicionários “a Maçonaria ou Franco-Maçonaria é uma sociedade internacional secreta, cuja doutrina tem como rótulo a fraternidade e a filantropia e que usa como símbolos os instrumentos do pedreiro e do arquitecto (o triângulo e o compasso)”.

Não é por acaso que na descrição precedente o dicionário indica o termo “rótulo” para designar a fraternidade e a filantropia a que se dedicaria a organização. É que - se é reconhecida a prática de tais pressupostos relativamente aos seus membros que, por demais, se irmanam, se protegem e se promovem uns aos outros - não há conhecimento absoluto ou bastante abrangente sobre a natureza das práticas, usos e costumes (certamente, não revelados ou investigados), a que se dedicam as várias organizações maçónicas. Embora, hoje, haja informação sobre os ritos, os símbolos e os reais objectivos de influência e de poderio prosseguidos pelas suas actividades secretas. Além disso, o “rótulo” é um elemento propagandístico que não dá garantias de o conteúdo corresponder à matéria publicitada.

Desde logo e tratando-se de associações que exercitam um desmesurado secretismo, todas as suposições são possíveis. Além disso, assinala-se a enorme apetência que as seitas maçónicas têm pelos poderes, sejam eles: de governação e de natureza económico-financeira, ou quantos instalados em áreas essenciais como a comunicação social, as forças armadas, a educação, o ensino, a magistratura judicial e até a Igreja (nesta instituição, as posições são alcançadas através não só de clérigos maçons mas, sobretudo, de membros da Opus Dei - a famigerada maçonaria branca, como lhe chamam os espanhóis).

De facto, em Portugal, a Maçonaria domina os sectores mais importantes da sociedade portuguesa. Muito se acha censurável e, acima de tudo, anormal que sendo tão profunda a dominação maçónica na governação do País ninguém questione a sua enormíssima responsabilidade no actual estado de coisas e no que sobreleva de degradação geral da Nação. A culpa é atribuída aos partidos e aos políticos. Mas, as pessoas distraem-se muito com esta derivação. Todos se esquecem (ou fingem não se aperceberem) que os partidos mais importantes são emanações das maçonarias e que por estas são tutelados. Assim como os governos. Pão, pão, queijo, queijo e para exemplificar põe-se a interrogação: no actual governo qual será o ministro, espécie “avis rara”, que não tem vínculo à Maçonaria?

Quem lê a presente crónica talvez julgue que estou a exagerar.

Para elucidar e dirimir tão ligeira interpretação, permito-me transcrever alguns trechos de uma entrevista do ex-grão-mestre do Grande Oriente Lusitano, Dr. António Arnaut, concedida ao semanário “Expresso”, uns meses antes de ser substituído pelo Dr. António Reis, no grau supremo da hierarquia daquela sociedade secreta. “A Maçonaria sempre teve no seu seio grandes figuras da Igreja Católica e de outros credos”. E citou os nomes do Cardeal D. José da Costa Nunes e do Bispo D. António Alves Martins. “Todos tiveram altos cargos na Maçonaria”. Mais informou que a Maçonaria sempre esteve ligada ao Poder.

Por sua vez, o grão-mestre da Grande Loja Regular de Portugal, José Manuel Anes, citado no “Portugal Diário”, edição de 18/10/2004, sob a rubrica “Maçons por toda a parte”, peremptoriamente afirmou à “Agência Lusa”: “A maçonaria regular está presente em todos os governos, qualquer que seja a sua cor política, o que torna mais fácil a aplicação dos valores desta organização que tende a ser, cada vez mais “discreta, mas activa”. E aproveitou para realçar a pluralidade de opções políticas e religiosas que caracterizam a maçonaria regular portuguesa. Mais disse “que não menos importante é a intervenção a nível dos organismos decisores portugueses” Claro que “por esta razão, o grão-mestre não nega a “influência” da organização, nomeadamente no governo”.

Transcrevo:”Questionado sobre se um novo governo significa uma diferente presença da maçonaria regular no executivo e no Parlamento, José Manuel Anes não hesita em afirmar que, “mesmo que mudem as cores políticas “a maçonaria estará sempre presente”. “Independentemente do poder político, a maçonaria regular tem cada vez mais peso na sociedade portuguesa”, disse à Lusa. “Caso contrário, cada vez que mudasse um governo, teríamos dificuldades com essa mudança”.

Igualmente sintomáticas da indesmentível influência maçónica as afirmações de José Carlos Nogueira, soberano grande comendador do Rito Escocês Antigo e Aceite da Maçonaria, proferidas a 9 de Abril do corrente ano, em Leiria. Na ocasião, este dirigente depois de um longo e prolixo discurso laudatório da organização e dos maçons – esquecendo-se que o elogio na própria boca tem o sentido de vitupério lançado em volta de boomerang - rematou com esta convincente frase: “A Maçonaria não é um grupo de pressão e nem é um lóbi”. O que é verdade. Pois a Maçonaria nem precisa de o ser. Se ela cavalga o Poder… qual seria a necessidade de regredir no seu poder ou influência?

Estas citações revestem-se da maior importância e confirmam, sem margem para dúvidas, tudo aquilo que temos escrito sobre o enorme domínio que as maçonarias exercem neste país.

http://quintalusitana.blogspot.com/2006/12/um-texto-sem-tabus-salazar-era-maon_05.html

Ibn Erik
07-04-2009, 09:07
é de destacar que quase todos os estadistas e conhecidos por esse mundo fora eram, foram ou são maçons.

desde o Bush até ao Clinton. desde o Brown até ao Mussolini. desde o Hitler até ao Washington. desde Bolivar até ao D. Pedro, Imperador do Brasil.

pertencer à maçonaria, nos tempos modernos, foi sempre sinónimo de pertencer aos círculos mais próximos do poder, exercendo-o em nome do Povo. não todos os maçons, claro. mas o topo da pirâmide, claro está.

ultra
07-04-2009, 09:58
Tu és maçon Ibn?
Um dia destes...vais preso!:eek:

Para onde um gajo manda o CV? Começo a pensar que nao vale a pena lutar contra eles...o melhor é pertencer ao Clube:o:D

Mas nao mudo pó FCPê.:mad::mad::mad: