Mohandas
16-06-2003, 14:50
Nunca viste um jogo da NBA...
... nos bons tempos do Michael Jordan?
Não sabes o que perdeste. É um tratado, é arte pura na sua mais sublime expressão. É sonho, é liberdade, é movimento angelical.
Eu tenho vários jogos gravados das finais que os Chicago Bulls ganharam, inclusivamente a última do 6 anel...
Os últimos segundos desse jogo são qualquer coisa de surrealista...
Os Utah estavam a ganhar. Michael Jordan faz um lançamento e reduz a desvantagem para 1 ponto. Faltam 17 segundos (cada equipa pode ter a bola durante 24 segundos), o que permitia aos Utah ganhar e empatarem a 3 e levarem tudo para a negra.
Junto ao garrafão, Karl Malone recebe a bola. Sem perceber como vê uma mão dar uma pancada na bola e sair com ela. Era Michael Jordan que tinha roubado a bola a Karl Malone, nos últimos segundos, em casa dos Utah...
Com a defesa da casa recomposta, Michael trabalha a bola. Faz que passa mas não passa... e o tempo a esgotar-se... De repente, Michael Jordan entra em drible e em movimento. Faz que vai para a esquerda e leva o defesa consigo, subitamente vira à direita e desequilibra totalmente o seu adversário. Pára, enquanto o jogador dos Utah cai, sem perceber o que lhe tinha acontecido.
O tempo como que pára. Michael Jordan pára. Segura a bola. Olha para o cesto. Eleva-se. Do alto do seu metro e oitenta mais um metro e tal de elevação larga a bola a 6 segundos do sinal do fim do jogo...
Todas as cabeças se viram para a esfera que viaja, atravessando mundos e pensamentos em milésimos de segundo. O relógio marca 5,6 para o final quando, cansada de ser o centro das atenções, a Spalding se deixa cair, anichando-se na rede que se equilibra sob o aro. The Shot!
Os poucos fãs de Chicago estoiram exultantes, e eu também. Michael Jordan fica por momentos parado, de braço no ar, o mesmo braço que tinha enviado aquela bola que concretizava mais um sonho.
Era o sexto anel. O terceiro da segunda série de três, que o maior desportista de todos os tempos (talvez Lance Armstrong venha a disputar este título) conseguia para a sua equipa.
Pois que ninguém duvide. Enquanto jogou em Chicago, os Bulls eram Michael Jordan... e os outros. Alguns deveras importantes mas que nada seriam sem a estrela: Air Jordan.
E por aqui vês... se isto foi para te descrever 10 segundos...
... nos bons tempos do Michael Jordan?
Não sabes o que perdeste. É um tratado, é arte pura na sua mais sublime expressão. É sonho, é liberdade, é movimento angelical.
Eu tenho vários jogos gravados das finais que os Chicago Bulls ganharam, inclusivamente a última do 6 anel...
Os últimos segundos desse jogo são qualquer coisa de surrealista...
Os Utah estavam a ganhar. Michael Jordan faz um lançamento e reduz a desvantagem para 1 ponto. Faltam 17 segundos (cada equipa pode ter a bola durante 24 segundos), o que permitia aos Utah ganhar e empatarem a 3 e levarem tudo para a negra.
Junto ao garrafão, Karl Malone recebe a bola. Sem perceber como vê uma mão dar uma pancada na bola e sair com ela. Era Michael Jordan que tinha roubado a bola a Karl Malone, nos últimos segundos, em casa dos Utah...
Com a defesa da casa recomposta, Michael trabalha a bola. Faz que passa mas não passa... e o tempo a esgotar-se... De repente, Michael Jordan entra em drible e em movimento. Faz que vai para a esquerda e leva o defesa consigo, subitamente vira à direita e desequilibra totalmente o seu adversário. Pára, enquanto o jogador dos Utah cai, sem perceber o que lhe tinha acontecido.
O tempo como que pára. Michael Jordan pára. Segura a bola. Olha para o cesto. Eleva-se. Do alto do seu metro e oitenta mais um metro e tal de elevação larga a bola a 6 segundos do sinal do fim do jogo...
Todas as cabeças se viram para a esfera que viaja, atravessando mundos e pensamentos em milésimos de segundo. O relógio marca 5,6 para o final quando, cansada de ser o centro das atenções, a Spalding se deixa cair, anichando-se na rede que se equilibra sob o aro. The Shot!
Os poucos fãs de Chicago estoiram exultantes, e eu também. Michael Jordan fica por momentos parado, de braço no ar, o mesmo braço que tinha enviado aquela bola que concretizava mais um sonho.
Era o sexto anel. O terceiro da segunda série de três, que o maior desportista de todos os tempos (talvez Lance Armstrong venha a disputar este título) conseguia para a sua equipa.
Pois que ninguém duvide. Enquanto jogou em Chicago, os Bulls eram Michael Jordan... e os outros. Alguns deveras importantes mas que nada seriam sem a estrela: Air Jordan.
E por aqui vês... se isto foi para te descrever 10 segundos...