Karl Marx
16-11-2006, 15:49
Já nos Açores não houve qualquer tipo de protestos dos estudantes do en sino secundário.
Esta malta está a ficar mole, por aqui...
Educação/Protestos:Telemóveis desencadeiam greve e manifestação alunos
Lisboa, 16 Nov (Lusa) - Alunos do ensino secundário protestaram hoje em vários pontos do país contra as aulas de substituição, numa iniciativa convocad a por telemóvel e Internet que culminou com a realização de uma greve e encerram ento de algumas escolas.
"Greve de alunos 16 de Novembro contra as substituições. Mensagem a rod ar. Passem!", foi uma das mensagem que circulou desde o início do mês por telemó veis e sistemas de conversação instantânea na Internet.
Em Lisboa, cerca de 400 estudantes manifestaram-se frente ao Ministério da Educação, onde decorre a vigília dos professores, gritando na rua pela demis são da ministra.
O protesto obrigou durante parte da manhã ao corte de trânsito no senti do Sul-Norte da Avenida 05 de Outubro, uma situação normalizada pelas 13:45, alt ura em que apenas cerca de 100 alunos permaneciam junto às instalações do ME.
Na zona da capital, as escolas secundárias Fonseca Benevides e Braancam p Freire foram hoje de manhã encerradas a cadeado, tendo-se ainda registado desa catos na escola básica do 2º e 3º ciclos Gonçalves Crespo, na Pontinha, onde os alunos impediram a entrada dos professores e um estudante de 15 anos agrediu a p ontapé um agente da PSP.
A Direcção Regional de Educação de Lisboa enviou quarta-feira a todos o s estabelecimentos de ensino um ofício a definir o que deveriam fazer em caso de encerramento a cadeado, ordenando os conselhos executivos a chamar a polícia e identificar os autores.
Ao contrário do que aconteceu na região de Lisboa, no Porto o protesto praticamente não se fez sentir, com as secundárias Filipa de Vilhena, Carolina M ichaelis e Clara de Resende, contactadas pela agência Lusa, a funcionarem com no rmalidade.
Cartazes afixados em vários pontos da cidade a informar da realização d e uma manifestação de estudantes do ensino secundário no dia 22, na Baixa do Por to, são o único sinal relacionado com o protesto.
A repercussão dos protestos foi também reduzida em Coimbra, onde até um a concentração de estudantes marcada para as 12:00 não tinha sequer começado uma hora depois.
Mais impacto teve a iniciativa no Alentejo, região onde os alunos aderi ram em força à greve, com uma participação que rondou os 80 a 90 por cento na se cundária São Lourenço, em Portalegre, e cerca de 50 por cento na secundária Diog o de Gouveia, em Beja.
Em Évora, os alunos bloquearam com pregos as entradas da secundária Gab riel Pereira, enquanto no litoral alentejano mais de duas centenas de estudantes protestaram nas ruas de Alcácer do Sal, com a greve a fazer-se sentir igualment e nos concelhos de Sines e Santiago do Cacém.
No Algarve, cerca de 200 estudantes manifestaram-se nas ruas de Faro, t endo até sido recebidos pelo Governador Civil da cidade, a quem entregaram uma m oção com as suas reivindicações.
A jornada de luta não originou, no entanto, quaisquer fechos de escolas nesta região, segundo disse à agência Lusa o director regional de Educação.
O protesto de alunos chegou também à Madeira, onde os estudantes da esc ola básica e secundária da Ponta do Sol, no Funchal, mantiveram encerrados duran te 30 minutos os portões da escola.
Já nos Açores não houve qualquer tipo de protestos dos estudantes do en sino secundário.
JPB/ARP.
Lusa/Fim
Esta malta está a ficar mole, por aqui...
Educação/Protestos:Telemóveis desencadeiam greve e manifestação alunos
Lisboa, 16 Nov (Lusa) - Alunos do ensino secundário protestaram hoje em vários pontos do país contra as aulas de substituição, numa iniciativa convocad a por telemóvel e Internet que culminou com a realização de uma greve e encerram ento de algumas escolas.
"Greve de alunos 16 de Novembro contra as substituições. Mensagem a rod ar. Passem!", foi uma das mensagem que circulou desde o início do mês por telemó veis e sistemas de conversação instantânea na Internet.
Em Lisboa, cerca de 400 estudantes manifestaram-se frente ao Ministério da Educação, onde decorre a vigília dos professores, gritando na rua pela demis são da ministra.
O protesto obrigou durante parte da manhã ao corte de trânsito no senti do Sul-Norte da Avenida 05 de Outubro, uma situação normalizada pelas 13:45, alt ura em que apenas cerca de 100 alunos permaneciam junto às instalações do ME.
Na zona da capital, as escolas secundárias Fonseca Benevides e Braancam p Freire foram hoje de manhã encerradas a cadeado, tendo-se ainda registado desa catos na escola básica do 2º e 3º ciclos Gonçalves Crespo, na Pontinha, onde os alunos impediram a entrada dos professores e um estudante de 15 anos agrediu a p ontapé um agente da PSP.
A Direcção Regional de Educação de Lisboa enviou quarta-feira a todos o s estabelecimentos de ensino um ofício a definir o que deveriam fazer em caso de encerramento a cadeado, ordenando os conselhos executivos a chamar a polícia e identificar os autores.
Ao contrário do que aconteceu na região de Lisboa, no Porto o protesto praticamente não se fez sentir, com as secundárias Filipa de Vilhena, Carolina M ichaelis e Clara de Resende, contactadas pela agência Lusa, a funcionarem com no rmalidade.
Cartazes afixados em vários pontos da cidade a informar da realização d e uma manifestação de estudantes do ensino secundário no dia 22, na Baixa do Por to, são o único sinal relacionado com o protesto.
A repercussão dos protestos foi também reduzida em Coimbra, onde até um a concentração de estudantes marcada para as 12:00 não tinha sequer começado uma hora depois.
Mais impacto teve a iniciativa no Alentejo, região onde os alunos aderi ram em força à greve, com uma participação que rondou os 80 a 90 por cento na se cundária São Lourenço, em Portalegre, e cerca de 50 por cento na secundária Diog o de Gouveia, em Beja.
Em Évora, os alunos bloquearam com pregos as entradas da secundária Gab riel Pereira, enquanto no litoral alentejano mais de duas centenas de estudantes protestaram nas ruas de Alcácer do Sal, com a greve a fazer-se sentir igualment e nos concelhos de Sines e Santiago do Cacém.
No Algarve, cerca de 200 estudantes manifestaram-se nas ruas de Faro, t endo até sido recebidos pelo Governador Civil da cidade, a quem entregaram uma m oção com as suas reivindicações.
A jornada de luta não originou, no entanto, quaisquer fechos de escolas nesta região, segundo disse à agência Lusa o director regional de Educação.
O protesto de alunos chegou também à Madeira, onde os estudantes da esc ola básica e secundária da Ponta do Sol, no Funchal, mantiveram encerrados duran te 30 minutos os portões da escola.
Já nos Açores não houve qualquer tipo de protestos dos estudantes do en sino secundário.
JPB/ARP.
Lusa/Fim