Houdini
19-05-2006, 07:34
Uma belíssima solução. Queirós, depois da passagem pelo Real e condenado a eterno adjunto no Manchester United, tem ao seu dispor o clube ideal para mostrar todo o seu valor e vasto conhecimento sobre o futebol.
O regresso de Carlos Queirós ao futebol português está em vias de se processar pela porta grande, pois o actual adjunto de Alex Ferguson tem convite aliciante do Benfica depois de presidente Luís Filipe Vieira e director-geral José Veiga terem decidido que seria ele o escolhido para render Ronald Koeman. O apelo dos encarnados ao antigo seleccionador nacional, que na última década tem corrido mundo e se envolveu em projectos tão diversos como a selecção da África do Sul ou o Real Madrid, é muito forte ao ponto que Queirós estar disposto a abdicar de mais um ano de contrato com Manchester United para regressar a Portugal, mesmo sabendo que é potencial candidato a número um a dirigir o MU se Ferguson deixar o cargo de manager. Se algo falhar os encarnados tentarão avançar para Eriksson, que, no Algarve, deixou entreaberta uma porta à possibilidade de regressar àLuz, embora desde logo garantindo que não tinha recebido qualquer tipo de contacto. Para já, com Queirós os encarnados discutem o tempo de contrato no Benfica, respectivo salário e reforço da equipa, situações que estão a ser estudadas detalhadamente e só apenas depois de haver entendimento formal em todos os aspectos a ligação passará ao papel.
O homem certo também para a formação
Nas perspectivas que se colocam, Queirós está na iminência de suceder a Jesualdo Ferreira como treinador made in Portugal no Benfica, pois o homem que se comprometeu com o Boavista esteve ao leme da Luz até Novembro de 2003, sucedendo-se caras estrangeiras: Camacho, Trapattoni e Koeman. A escolha em Queirós é baseada em diversos tipos de motivações, entre as quais ganha particular destaque o facto de o treinador desejado do Benfica ser um expert na formação e as águias definirem o potenciar no centro de estágio do Seixal como prioridade máxima e efectiva.
http://www.abola.pt/wset/wdia.htm
O regresso de Carlos Queirós ao futebol português está em vias de se processar pela porta grande, pois o actual adjunto de Alex Ferguson tem convite aliciante do Benfica depois de presidente Luís Filipe Vieira e director-geral José Veiga terem decidido que seria ele o escolhido para render Ronald Koeman. O apelo dos encarnados ao antigo seleccionador nacional, que na última década tem corrido mundo e se envolveu em projectos tão diversos como a selecção da África do Sul ou o Real Madrid, é muito forte ao ponto que Queirós estar disposto a abdicar de mais um ano de contrato com Manchester United para regressar a Portugal, mesmo sabendo que é potencial candidato a número um a dirigir o MU se Ferguson deixar o cargo de manager. Se algo falhar os encarnados tentarão avançar para Eriksson, que, no Algarve, deixou entreaberta uma porta à possibilidade de regressar àLuz, embora desde logo garantindo que não tinha recebido qualquer tipo de contacto. Para já, com Queirós os encarnados discutem o tempo de contrato no Benfica, respectivo salário e reforço da equipa, situações que estão a ser estudadas detalhadamente e só apenas depois de haver entendimento formal em todos os aspectos a ligação passará ao papel.
O homem certo também para a formação
Nas perspectivas que se colocam, Queirós está na iminência de suceder a Jesualdo Ferreira como treinador made in Portugal no Benfica, pois o homem que se comprometeu com o Boavista esteve ao leme da Luz até Novembro de 2003, sucedendo-se caras estrangeiras: Camacho, Trapattoni e Koeman. A escolha em Queirós é baseada em diversos tipos de motivações, entre as quais ganha particular destaque o facto de o treinador desejado do Benfica ser um expert na formação e as águias definirem o potenciar no centro de estágio do Seixal como prioridade máxima e efectiva.
http://www.abola.pt/wset/wdia.htm