Óscar
23-01-2006, 13:04
20.01.2006 - 18h56 AFP
Uma investigação sueca baseada no fóssil de um peixe com 370 milhões de anos mostra, segundo os seus autores, que os órgãos auditivos se desenvolveram como órgãos respiratórios, revelou hoje um dos investigadores.
Intrigados com a forma como as orelhas se desenvolveram nos primeiros animais terrestres, Per Ahlberg e o seu colega Martin Brazeau, da Universidade de Uppsala, estudaram os órgãos auditivos dos fósseis de peixes pré-históricos designados Panderichthys.
“De todos os fósseis de peixes que conhecemos, os Panderichthys são os mais próximos dos animais terrestres”, acrescentou.
Os fósseis “mostram como uma orelha se desenvolveu segundo um processo de etapas complexas (...) e que, no início, estava ligada à respiração”, explicou Per Ahlberg, da Universidade de Uppsala. Os resultados do seu estudo foram publicados esta semana na revista “Nature”.
Segundo Ahlberg, “para os primeiros animais terrestres, a função respiratória ainda estava presente mas a função auditiva começava gradualmente a desenvolver-se”.
http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1245369
Uma investigação sueca baseada no fóssil de um peixe com 370 milhões de anos mostra, segundo os seus autores, que os órgãos auditivos se desenvolveram como órgãos respiratórios, revelou hoje um dos investigadores.
Intrigados com a forma como as orelhas se desenvolveram nos primeiros animais terrestres, Per Ahlberg e o seu colega Martin Brazeau, da Universidade de Uppsala, estudaram os órgãos auditivos dos fósseis de peixes pré-históricos designados Panderichthys.
“De todos os fósseis de peixes que conhecemos, os Panderichthys são os mais próximos dos animais terrestres”, acrescentou.
Os fósseis “mostram como uma orelha se desenvolveu segundo um processo de etapas complexas (...) e que, no início, estava ligada à respiração”, explicou Per Ahlberg, da Universidade de Uppsala. Os resultados do seu estudo foram publicados esta semana na revista “Nature”.
Segundo Ahlberg, “para os primeiros animais terrestres, a função respiratória ainda estava presente mas a função auditiva começava gradualmente a desenvolver-se”.
http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1245369