jleandro
02-09-2005, 10:33
171 arguidos? 110 árbitros?
fica algum de fora???
A acusação do processo "Apito Dourado", que investiga corrupção na arbitragem do futebol profissional, inclui 171 arguidos, entre os quais 110 árbitros, 27 dirigentes de clubes, autarcas e empresários, revela hoje o Correio da Manhã.
Também entre os acusados contam-se todos os elementos do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol e um empresário com ligações antigas ao futebol, o ex-presidente do Sporting Sousa Cintra.
O jornal divulga na edição de hoje a lista completa dos arguidos que vão responder por alegados crimes de corrupção no futebol, cuja acusação será deduzida nos próximos dias.
Segundo o CM, o procurador de Gondomar, Carlos Teixeira, deverá ter acusação pronta antes das eleições autárquicas, marcadas para 9 de Outubro.
Além do presidente do FC Porto, Pinto da Costa, e Valentim Loureiro, presidente da Liga de Clubes e candidato independente à Câmara de Gondomar, surge também na lista o nome do presidente da Naval 1º de Maio, Aprigio Santos, bem como dezenas de árbitros, oito dos quais da primeira categoria nacional.
João Vilas Boas (Braga), Carlos Xistra (Castelo Branco), Cosme Machado (Braga) são alguns dos árbitros que ainda não eram conhecidos como arguidos e que constam do documento.
Estes nomes juntam-se aos nomes já conhecidos como o de Jacinto Paixão e dos árbitros internacionais Paulo Paraty e Lucílio Batista, Artur Soares Dias e Paulo Pereira.
Há ainda três árbitros assistentes internacionais: António Perdigão, Devesa Neto e Serafim Nogueira, todos do Porto.
O actual presidente do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Carlos Esteves, que não foi incluído na lista inicial, também faz parte dos arguidos e vai ser acusado, refere o jornal, lembrando que este era o único membro do CA liderado por Pinto de Sousa que não tinha sido envolvido no caso.
Em declarações ao jornal, Carlos Esteves garantiu que já sabia que ia ser acusado.
"Fui chamado à Polícia Judiciária, salvo erro em Março, e informaram-me que seria constituído arguido pelo facto de pertencer ao CA e por causa de uma chamada telefónica com Pinto de Sousa", contou Carlos Esteves, que disse desconhecer o teor do telefonema em causa.
Da lista dos arguidos fazem também parte Isabel Damasceno, candidata do PSD à Câmara de Leiria, e Avelino Ferreira Torres, candidato independente à Câmara de Amarante e actual autarca de Marco de Canaveses.
António Araújo, empresário ligado ao FC Porto, é um dos principais arguidos por corrupção.
Figuram ainda na lista três empresários, entre os quais Sousa Cintra (ex-presidente do Sporting), os empreiteiros Alberto Couto Alves e Joaquim Camilo, o presidente do Conselho de Arbitragem da Associação de Futebol do Porto, Carlos Carvalho, e dois dirigentes do Sousense, Agostinho Silva e Américo Neves.
A lista dos 171 arguidos refere-se à corrupção no futebol.
Relativamente à eventual corrupção de magistrados, os elementos que conduzem o processo enviaram certidões ao Departamento Central de Investigação e Acção Penal do Ministério Público em Lisboa.
Fonte: Lusa
fica algum de fora???
A acusação do processo "Apito Dourado", que investiga corrupção na arbitragem do futebol profissional, inclui 171 arguidos, entre os quais 110 árbitros, 27 dirigentes de clubes, autarcas e empresários, revela hoje o Correio da Manhã.
Também entre os acusados contam-se todos os elementos do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol e um empresário com ligações antigas ao futebol, o ex-presidente do Sporting Sousa Cintra.
O jornal divulga na edição de hoje a lista completa dos arguidos que vão responder por alegados crimes de corrupção no futebol, cuja acusação será deduzida nos próximos dias.
Segundo o CM, o procurador de Gondomar, Carlos Teixeira, deverá ter acusação pronta antes das eleições autárquicas, marcadas para 9 de Outubro.
Além do presidente do FC Porto, Pinto da Costa, e Valentim Loureiro, presidente da Liga de Clubes e candidato independente à Câmara de Gondomar, surge também na lista o nome do presidente da Naval 1º de Maio, Aprigio Santos, bem como dezenas de árbitros, oito dos quais da primeira categoria nacional.
João Vilas Boas (Braga), Carlos Xistra (Castelo Branco), Cosme Machado (Braga) são alguns dos árbitros que ainda não eram conhecidos como arguidos e que constam do documento.
Estes nomes juntam-se aos nomes já conhecidos como o de Jacinto Paixão e dos árbitros internacionais Paulo Paraty e Lucílio Batista, Artur Soares Dias e Paulo Pereira.
Há ainda três árbitros assistentes internacionais: António Perdigão, Devesa Neto e Serafim Nogueira, todos do Porto.
O actual presidente do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Carlos Esteves, que não foi incluído na lista inicial, também faz parte dos arguidos e vai ser acusado, refere o jornal, lembrando que este era o único membro do CA liderado por Pinto de Sousa que não tinha sido envolvido no caso.
Em declarações ao jornal, Carlos Esteves garantiu que já sabia que ia ser acusado.
"Fui chamado à Polícia Judiciária, salvo erro em Março, e informaram-me que seria constituído arguido pelo facto de pertencer ao CA e por causa de uma chamada telefónica com Pinto de Sousa", contou Carlos Esteves, que disse desconhecer o teor do telefonema em causa.
Da lista dos arguidos fazem também parte Isabel Damasceno, candidata do PSD à Câmara de Leiria, e Avelino Ferreira Torres, candidato independente à Câmara de Amarante e actual autarca de Marco de Canaveses.
António Araújo, empresário ligado ao FC Porto, é um dos principais arguidos por corrupção.
Figuram ainda na lista três empresários, entre os quais Sousa Cintra (ex-presidente do Sporting), os empreiteiros Alberto Couto Alves e Joaquim Camilo, o presidente do Conselho de Arbitragem da Associação de Futebol do Porto, Carlos Carvalho, e dois dirigentes do Sousense, Agostinho Silva e Américo Neves.
A lista dos 171 arguidos refere-se à corrupção no futebol.
Relativamente à eventual corrupção de magistrados, os elementos que conduzem o processo enviaram certidões ao Departamento Central de Investigação e Acção Penal do Ministério Público em Lisboa.
Fonte: Lusa