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View Full Version : Os "meus" Vinhos


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paulo
09-09-2008, 17:23
Desses vinhos qual é o melhor Leandro ?

Mohandas
09-09-2008, 19:16
Não percam o Vale do Rico Homem. É um espectáculo por cerca de 3,5€ e leve 6 pague 5...

jleandro
09-09-2008, 21:13
Paulo

de todos os vinhos da "Feira" só já bebi aqueles 3 que indiquei.
dos 3, os 2 que indico são grandes vinhos:
"Quinta da Esperança" Estremoz tinto
"Vale da Raposa" Douro tinto

embora sejam vinhos completamente diferentes um do outro, basta que um seja alentejano e o outro do douro, e até porque as castas são completamente diferentes.

também nunca bebi o vinho que o Mohandas, que me parece um produto novo, recentemente colocado no mercado.

paulo
09-09-2008, 21:55
obg leandro

jleandro
01-10-2008, 17:30
ontem finalmente bebi o Alentejo Reserva tinto do "Pingo Doce"
é um vinho "quente" cheio de força mas infelizmente estragado pelo excesso de uvas da casta "castelão"
para quem não gosta de "castelão" como eu, é bem visível a sua presença no paladar do vinho
:(

jleandro
08-10-2008, 17:51
se é inegável que a qualidade dos vinhos portugueses tem melhorado muito nos últimos anos, os queijos e azeites também.
no caso dos queijos continuará se a ASAE com tanta dificuldade que tem criado aos produtores, não conseguir com isso acabar com boa parte deles: os produtores artesanais, que são os que melhores queijos fazem.

no "Público" de hoje podem ler:


É a súbita fama dos queijos portugueses. Duas conceituadas revistas norte-americanas escolheram o Queijo Amarelo da Beira Baixa e um queijo de Nisa. Prove com um bom vinho.

O Queijo Amarelo da Beira Baixa é uma das escolhas do mês de Outubro da Vanity Fair, uma famosa e glamorosos revista norte-americana. Chama-lhe "o queijo do momento" e substitui um anónimo queijo de ovelha dos Pirinéus (Pyrénées Brebis), a escolha anterior. As razões que levaram a redacção da revista a interessar-se pelo Queijo Amarelo da Beira Baixa não são explicitadas, embora se suponha que terão sido as melhores.
Ao mesmo tempo, e também nos EUA, foi escolhido o queijo de Nisa, da empresa Monforqueijo, como "um dos 100 melhores queijos do mundo" pela redacção da Wine Spectator, uma conceituada publicação mensal especializada em vinhos e petiscos. Neste caso, foram reveladas as razões da preferência. O Nisa é bem descrito como "um queijo de pasta semi-dura (...) com uma gama de qualidade a ele subjacente e com um toque final ligeiramente ácido". Os editores da revista, Sam Gugino e Owen Dugan, que terão provado centenas de queijos de todo o mundo (na totalidade são uns milhares e só não os há de leite de burra...), o que lhes permite opinar que "os queijos portugueses são, em geral, rústicos, mas alguns estão a ficar mais refinados". Assim, admitem que, "no futuro, poderão surgir mais queijos de ovelha de excelência". Os queijos provados eram originários de 11 países. Atendendo à especificidade temática da Wine Spectator, o texto termina com sugestões de acompanhamento vínico deste Nisa: um tinto encorpado, e escolhem o Periquita, marca da José Maria da Fonseca Succs, de Azeitão; ou um Porto Late-Bottled Vintage (LBV), que todas as mais conhecidas casas do sector produzem e comercializam.
Os queijos portugueses agora em alta nos EUA são muito diferentes um do outro. O de Nisa é feito com leite cru de ovelhas da raça regional Merina Branca e seus cruzamentos. É um produto DOP (Denominação de Origem Protegida), o que quer dizer que tem o seu processo de elaboração devidamente enquadrado por legislação própria. Trata-se, segundo a lei, de "um queijo curado, de pasta semi-dura, fechada, de cor branco-amarelado, com pequenos olhos, com um teor de humidade de 54 a 65%, obtido por esgotamento lento da coalhada, após coagulação de leite de ovelha estreme e cru, por acção do cardo. De fabrico artesanal, tem a forma de um cilindro baixo, regular, com ligeiro abaulamento lateral e bordos definidos. Apresenta-se em dois formatos distintos: as "merendeiras", com um diâmetro entre 10 e 12 cm e peso entre 200 e 400 g, e o normal, com um diâmetro entre 13 e 16 cm, e um peso compreendido entre os 800 e 1300 g".
Já o Queijo Amarelo da Beira Baixa, igualmente um DOP, é confeccionado tanto com leite estreme e cru de ovelha, como com uma mistura de leites crus de ovelha e de cabra. Neste queijo, a coagulação é feita com coalho animal (bucho de cabritos, por exemplo), "devendo a maturação ser efectuada entre 10 e 18ºC, num ambiente com 70 a 80% de humidade, durante, pelo menos, 45 dias. É um queijo curado, de pasta semi-dura ou semi-mole, untuosa com alguns olhos irregulares, ligeiramente amarelada; a forma é a de um cilindro baixo, com ligeiro abaulamento lateral e bordos definidos; crosta de consistência semi-dura, bem formada, fina e inteira, de cor amarela ou amarela torrada; apresenta as seguintes dimensões: diâmetro de 12 a 16 cm, altura de 3 a 5 cm, peso entre 600 e 1000 g; aroma intenso, mas agradável, sabor limpo, ligeiramente acidulado".
O Queijo Amarelo da Beira Baixa faz parte de um trio de queijos regionais, também conhecidos como de Castelo Branco, cuja consistência de qualidade tem melhorado muito nos últimos anos. Os outros são o Queijo de Castelo Branco (DOP), feito com leite cru de ovelha, com aroma e sabor acentuados e característicos, que adquire um exótico sabor picante caso seja submetido a cura prolongada; e o Queijo Picante da Beira Baixa (DOP), de leites crus de ovelha e cabra, de aroma activíssimo, muito característico, picantíssimo e salgado, que costuma ser comercializado embrulhado em papel de estanho. Dá a prova mais radical de todos os queijos portugueses e muito poucos vinhos são capazes de o acompanhar. Experimente-se com um Porto Vintage novo, mas muito vigoroso, ou então um branco doce natural de colheita tardia, mas esteja-se preparado para uma eventual gritaria das papilas gustativas.
Nas bocas do mundo
Mas, nos últimos tempos, há outros produtos que têm andado, literalmente, nas bocas do mundo. Os mais comuns têm sido os vinhos, e já não só os Porto e um ou outro Madeira, mas também tintos e alguns brancos. E o fenómeno deverá acentuar-se no futuro, sobretudo se os nossos produtores aprofundarem o estudo e uso das nossas variedades indígenas de uvas. Alguns azeites portugueses têm igualmente sido distinguidos em competição com os mais prestigiados italianos e espanhóis. E, caso haja inteligência para tanto e a energia não falte, também chegará o dia de produtos do nosso fumeiro tradicional, bem como de alguns pães regionais. Em Trás-os-Montes, por exemplo, é notório o renascimento de variedades de pães de centeio e de trigo, entre eles alguns de azeite deliciosos.
Se as notícias que chegam dos EUA, terra do fast-food e de todas as globalizações, são esperançosas para a especificidade e qualidade personalizada de dois dos nossos queijos, da vizinhança espanhola os ventos também sopram de feição. O prestigiado crítico espanhol de gastronomia, Rafael Garcia Santos, organizador de dois influentes "espectáculos de cozinha", o Vive las verduras, em Pamplona; e, sobretudo, o Lo mejor de la gastronomia, em San Sébastian/Donostia, onde este ano, em Novembro, estará presente uma delegação de chefes de cozinha portugueses, tem, no seu site (http://www.lomejordelagastronomia.com/produtoselec.), referências muito elogiosas a produtos nossos.
Numa pontuação máxima de 10, classifica com nove pontos um queijo de Azeitão, de Conceição Marques; e uma queijada de Sintra, a Sapa, da Viúva Neves&Filho. No queijo, louva o "sabor intenso, cheio, a leite de ovelha, muito concentrado, gordo, que enche o paladar de nobreza e naturalidade, com uma ligeiríssima acidez e um amargo residual, que lhe conferem carácter". Na queijada, exalta "a delicadeza do gosto e a sua harmonia, numa subtil complexidade sápida e táctil".
Mas Rafael Garcia Santos não se fica por aqui. Classifica com 8,5 pontos os queijos de Azeitão da Arbiqueijo e da Serra da Casa Matias. E dá oito pontos às ovas de sardinha em azeite da Fábrica de Conservas Gôndola, de Matosinhos. Sobre estas, elogia-lhes o sabor "a ovas e sardinhas e mantêm intacta a sua natureza e textura. Exquisitas e muito delicadas dentro da primorosa rusticidade da sardinha".

jleandro
19-11-2008, 11:02
pela importância e a confirmar que os nossos bons vinhos começam a ser vistos como merecem.




O vinho Quinta do Crasto Reserva Vinhas Velhas 2005 foi considerado, este ano, o terceiro melhor do mundo pela revista norte-americana Wine Spectator, que, pela primeira vez, classificou um vinho português nos 10 melhores do seu ranking anual.
Considerada internacionalmente "a Bíblia" dos vinhos, a Wine Spectator analisou mais de 19.500 vinhos na elaboração do Top 100 de 2008, tendo eleito o chileno Clos Apalta Colchagua Valley 2005, Casa Lapostolle, como o melhor do mundo. Seguiu-se na classificação o francês Château Rauzan-Ségla, Margaux 2005.
Para além da posição destacada da Quinta do Crasto, surgem ainda entre os 100 melhores do mundo o Sogrape Dão Callabriga 2005 (no 57.º lugar), o Churchill Douro Churchill Estates 2006 (no 90.º lugar) e o Niepoort Douro Vertente 2005 (na 98.ª posição).
A Região Demarcada do Douro surge, assim, como a mais representada de Portugal nesta lista, com três dos vinhos escolhidos, seguida pela região do Dão, com um vinho.
Situada na margem direita do rio Douro, entre a Régua e o Pinhão, a Quinta do Crasto é uma propriedade com cerca de 130 hectares, dos quais 70 são ocupados por vinhas. É propriedade da família de Leonor e Jorge Roquette há mais de um século.
"É uma excelente notícia para a Quinta do Crasto, para o Douro e para Portugal, porque a Wine Spectator é a mais influente revista do mundo dos vinhos", comentou ao PÚBLICO o crítico de vinhos Rui Falcão.
O Reserva Vinhas Velhas 2005 foi o último vinho elaborado pela enóloga Susana Esteban, a partir de vinhas que têm entre 50 e 80 anos. Rui Falcão diz que "é um vinho que, entre outros, tem um grande mérito. Ao contrário do que acontece com os vinhos de top do Douro, cujas produções andam entre as cinco mil e as dez mil garrafas, este teve uma produção de 33 mil".
Para Rui Falcão, este vinho é dos que melhor exemplifica o espírito do Douro. "Combina uma grande delicadeza, a elegância da fruta, com o carácter viril do Douro. Provamo-lo e visualizamos logo a região, a sua rudeza." PÚBLICO/Lusa

mandavir
23-12-2008, 21:43
experimentei este vinho Mouchão 2002 (Tinto), e recomendo, excelente :p:p

jleandro
16-02-2009, 17:08
SÓ para os sortudos dos nortenhos:o


Essência do Vinho decorre entre 5 e 8 de Março
Mais de 2.500 vinhos para quem os quiser provar no Porto
16.02.2009 - 17h18 José Augusto Moreira

Descodificar e desmistificar o vinho, aproximando o grande publico consumidor dos produtores e especialistas. É este o grande objectivo da iniciativa Essência do Vinho – Porto, um evento que não tem parado de crescer em termos de visitantes e que em cinco edições quase triplicou o número de presenças do público.

A sexta edição decorrerá, mais uma vez, no monumental Palácio da Bolsa do Porto, espaço que entre os próximos dias cinco e oito de Março acolherá cerca de três centenas de produtores, que porão à prova dos visitantes mais de 2.500 vinhos.

Segundo anunciaram os promotores, em conferência de imprensa para a presentação do evento, o certame reunirá os principais produtores e enólogos portugueses, proporcionando assim aos visitantes um contacto directo, não só com os vinhos e os responsáveis pela sua produção mas também com mais de uma centena de críticos especializados. Além disso, a iniciativa incluirá um total de 50 acções paralelas com provas temáticas e comentadas de vinho, harmonizações entre vinhos e gastronomia ou tertúlias sobre estas matérias.

Numa parceria com a Viniportugal e cerca de três dezenas dos mais prestigiados restaurantes do país, a organização vai oferecer, a partir de hoje, convites duplos para entrada no evento, que serão entregues a quem consumir uma garrafa de vinho português. Durante os dias do certame, também alguns bares do centro da cidade do Porto vão proporcionar provas de vinhos aos seus clientes.

A Essência do Vinho teve a sua primeira edição em 2004, ano em que recebeu cerca de sei mil entradas, tendo no ano passado registado mais de 17.300 visitantes.

in "Público"

barmar
31-07-2009, 09:31
Ontem numa bela mariscada durante o almoço que se estendeu até às 22H00:eek::eek::D:D,

bebi um verde branco que não conhecia mas recomendo, é o

Entre margens da subregião do Baião!

Gostei muito, eu que nos verdes é alvarinho e pouco mais fiquei bem impressionado!


tem um senão, segundo me disse um amigo daquela região, é uma marca recente que está quase em "arranque" e ainda não é muito fácil encontrá-lo por aí à venda.

jleandro
31-07-2009, 11:14
quando estava de férias em Junho, fui um dia almoçar a Setúbal para satisfazer apetites alheios por salmonetes, que eu não sou apreciador.

na altira bebi um branco "Colheita Selecionada" 2007 da Adega Cooperativa de Pegões muito bom.
numa altura em que os brancos, pelo menos os alentejanos andam pelas ruas da amargura (as castas são iguais em quase todos: Arinto e Antão Vaz), é de realçar este vinhoque se encontra à venda a 2,99 (no Pingo Doce)

paulo
19-08-2009, 17:26
.

na altira bebi um branco "Colheita Selecionada" 2007 da Adega Cooperativa de Pegões muito bom.

Pensei que já tinhas deixado essa vida :confused:

jleandro
19-08-2009, 17:44
Pensei que já tinhas deixado essa vida :confused:

nem essa, nem esta:p

jleandro
17-09-2009, 16:06
foi sugestão feita no restaurante, mas ainda bem que o Chico de São Manços a fez.
bebi um Herdade do Sobroso, tinto 2006.
é um vinho levezinho, só tem 14,5% de teor alcóolico, feito a partir de: aragonez, trincadeira, cabernet sauvignon e syrah.
na boca não se percebe o elevado teor de alcóol dada a macieza e suavidade do vinho, embora logo se perceba o paladar (ao contrário da grande maioria dos tintos alentejanos) e a textura do gajo.
é uma novidade que só está no mercado à cerca de 1 ano, e que em Lisboa só se encontra à venda no Corte Inglês.

claro que tratei logo de saber onde se podia comprar a "pomada" e como a distância para a propriedade onde é feito não era muito grande (50/55kms ) logo tratei de ir comprar umas caixinhas.
foi comprado a 8,90 e vai ser muito bem bebido;)

dudu
26-09-2009, 21:42
foi sugestão feita no restaurante, mas ainda bem que o Chico de São Manços a fez.
bebi um Herdade do Sobroso, tinto 2006.
é um vinho levezinho, só tem 14,5% de teor alcóolico, feito a partir de: aragonez, trincadeira, cabernet sauvignon e syrah.
na boca não se percebe o elevado teor de alcóol dada a macieza e suavidade do vinho, embora logo se perceba o paladar (ao contrário da grande maioria dos tintos alentejanos) e a textura do gajo.
é uma novidade que só está no mercado à cerca de 1 ano, e que em Lisboa só se encontra à venda no Corte Inglês.

claro que tratei logo de saber onde se podia comprar a "pomada" e como a distância para a propriedade onde é feito não era muito grande (50/55kms ) logo tratei de ir comprar umas caixinhas.
foi comprado a 8,90 e vai ser muito bem bebido;)


contrastando com o "baixo":D teor alcoolico que o JL assinala, APENAS 14.5%, nada de especial:D, gostaria de colher opiniões dos presentes e ausentes sobre esta novidade (ou talvez não ?) e os seus prós e contras

Vinho sem Alcool

http://www.revistadevinhos.iol.pt/artigo200-o_primeiro_%E2%80%9Cvinho%E2%80%9D_sem_alcool_em_p ortugal

vi agora na TV uma pequena reportagem sobre isto e lembrei-me de algo que já me tinha lembrado qd o vi à venda em Itália pela primeira vez, naturalmente uma marca itlaliana (um derivado de Merlot ?) e na prova gostei tal a semelhança - se é que havia diferenças - em relação ao original com alcool

cá na republica ainda só consegui ver qq coisa parecida com isto em lojas de produtos naturais, mas caros e sem saber da sua qualidade

nunca arrisquei, nunca comprei, nunca bebi, a não ser em provas

mas a questão é :

sabendo nós a comprovada cientificamente e mais que conhecida vantagem no consumo MODERADO de vinho tinto - 1 garrafa por refeição não vale :D:D:D - para a nossa saúde em geral e atraso do proceso do envelhecimento, questiono os experts e conhecedores - pois eu sou um mero apreciador e consumidor médio - se este tipo de vinhos terá os mesmos beneficios ???

e se os processos de fabrico alteram de certo modo as suas propriedades que possam degradar o produto e as suas qualidades...

pela reportagem que vi, nem um enólogo habitué a estas lides soube provar a diferença de sabor e acabou por ser enganado à vista de todos

truque publicitário ou não - não me parece devido a tratar-se de uma reportagem inserida num telejornal (!) - gostaria de levantar a questão para debate uma vez que no exemplo das cervejas a experiencia não é nada positiva... se bem que ultimamente as marcas se tenham esmerado para colmatar as diferencias entre as com e sem alcool

mais links sobre isto

http://www.marketingvinhos.com/2008/11/jmf-lana-no-vinho-sem-lcool.html

http://www.granja57.com/index.php?main_page=index&cPath=2_84

http://www.novacritica-vinho.com/forum/viewtopic.php?t=8700&sid=08df412fd27b351afced217d9aac194a


:rolleyes:


PS.

JL verifico com agrado que o célebre Chico em S. Mansos continua vivo e de boa saúde

conheço e recomendo, já lá comi e bebi uns bons piteus e vinheus

mas há um par de anos que já lá não vou

que saudades....

teria sido um local excelente para o próximo repasto do BnB de Outubro, não desfazendo do Cantinho, mas apenas por ficar mais perto do Nova...se calhar seria mais fácil para ele, para nós de Lx é +/- a mesma distância e sempre se variava e ficamos na mesma bem servidos

http://media.commercialappeal.com/mca/content/img/photos/2007/12/09/10wine.jpeg

jleandro
27-09-2009, 21:55
dudu

quanto a vinhos sem alcoól, nunca bebi.
este ano vi-os em 2 restaurantes no Algarve no expositor, mas não vi que houvesse consumo.

quanto ao Chico, não recomendo para almoço do grupo, é pequeno, e está muito caro, de tal ordem que não penso lá voltar tão cedo.

Mohandas
30-09-2009, 16:48
Terra Caída, alentejano, alguém conhece?

Jamaica
02-10-2009, 18:32
Jleandro e todos os restantes, s gostam de um bom vinho verde branco recomendo q prove "Entre Margens"... sem duvida um dos melhores do pais. encontram facilmente nas marisqueiras d leça da palmeira...

Ventor
24-02-2010, 12:18
Pois eu não sei nada, não, sobre vinhos sem álcool.
Já estive quase para comprar no Celeiro para provar, mas como não gostei da experiência com as cervejas, não me atrevi.
Se tiver 14,5º, acho bem!
Pouco, mas bom!
Já não sei que dizer da proposta do Jamaica. Olá Jamaica!

Levastes meses para nos fazeres uma proposta sobre vinho branco verde e, ainda por cima queres que vamos bebê-lo às marisqueiras de Leça da Palmeira!

Olha, sei não! Mas por mais uns metros acho que vou às margens, isso sim, mas do Lima ou do Minho!
um abraço,

dudu
03-05-2010, 22:20
outra visão do excelente vinho aqui das terras do sado

:cool:

http://img96.imageshack.us/img96/3451/periquita.jpg (http://img96.imageshack.us/i/periquita.jpg/)

Óscar
08-09-2011, 10:13
Três vinhos portugueses entre os 25 melhores do mundo

Hoje às 06:50

Uma escolha feita pela revista especializada "Decanter", em mais de 150 países, elegeu três vinhos portugueses para integrarem o grupo dos 25 melhores do mundo.

Nos 25 melhores do mundo está um moscatel de Setúbal, o Bacalhoa Moscatel 2004, eleito o melhor vinho licoroso na categoria dos licorosos com um preço inferior a 11 euros.

Entre os premiados está também o Tagus Creek Shiraz e Trincadeira de 2010, eleito o melhor tinto de mistura e que custa menos de 11 euros, e um vinho da madeira, o Verdelho Henriques e Henriques 15 anos, que foi escolhido como o melhor vinho licoroso, com preço acima dos 11 euros.

http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=1982190

dudu
20-09-2011, 11:43
tal como prometido no ultimo jantar aos convivas que estavam ao meu lado, aqui fica a indicação do tal vinho que falei, e que na minha humilde opinião de amador, tem uma relação qualidade/preço excelente

custa 3.98€ no E. Leclerc, e para mim posiciona-se bem entre vinhos do dobro do preço

trata-se do Herdade do Penedo Gordo tinto

existe também o Monte Penedo Gordo Tinto RESERVA, o qual estranhamente não apreciei tanto

link para a Quinta da Arcas, a empresa produtora

http://www.quintadasarcas.com/vinhos.asp?tipo=penedo_gordo

ficha técnica do Herdade do Penedo Gordo tinto

http://www.quintadasarcas.com/imgs/produtos/vinho/hpg-tinto-pt.pdf