Patacôncio
08-05-2003, 12:31
Apesar da crise orçamental e da crise económica, também influenciada pela anterior, Portugal começa a recuperar saudavelmente. Este enorme esforço é de louvar e até aplaudir.
Face à nossa enorme dependência externa é imperativo que o Estado "obrigue" as empresas a colmatarem as insuficiências da oferta, que permitem altos níveis de inflação, penalizando sobretudo os mais fracos e desprotegidos : os cidadãos com rendimentos "rígidos" e pouco variáveis. Vulgo pensionistas, empregados por conta de outrém e outros.
Por outro lado, o emprego na indústria caiu, ao contrário do volume de negócios deste importante sector. Dando a entender que a produtividade está a aumentar. Se isso se verificar, nos novos estudos do INE, quer dizer que o emprego agora destruído, poderá ser de empresas mal geridas. Mas com a produtividade a aumentar, quer dizer que a médio/longo prazo a criação de empregos será maior, permitindo colmatar os empregos agora perdidos. Com uma importante vantagem : serão empregos mais saudáveis e mais sólidos. Não estando dependentes do consumo público, leia-se Estado, Autarquias e Outros Entes Públicos.
Esta política económica, absolutamente necessária, é dura. Mas é com esta política económica que Portugal poderá almejar atingir a média do nível de vida da UE, em menos anos do que as políticas seguidas nos últimos anos. Saibamos discernir o trigo do joio.
Para conhecer em melhor profundidade os dados ...
http://www.ine.pt
Detalhadamente, as encomendas à Indústria aumentaram 7,6 %.
As encomendas do mercado interno cairam cerca de 4,1 %.
Mas as encomemdas dos mercados externos subiram 11 % .
Nestas encomedas externas, os bens intermédios representam um aumento de cerca de 21 % .
Os bens de consumo tiveram um aumento de cerca de 2 %.
Estes dados baseiam-se em médias móveis a três meses, desse modo estando menos sujeitos a variações bruscas e sazonais.
Para concluir. A recuperação económica do país está em curso e de um modo saudável.
Portugal, quando a isso obrigado, consegue realizar inacreditáveis avanços económicos. Basta para isso "endurecer" as condições para os empresários. Pois estes, na falta da "mama estatal", procuram outra forma de ganhar avanços competitivos. Que deve passar pelos mercados externos, pelos ganhos de produtividade e de competitividade.
Parece estarmos a ganhar quota de mercado nos mercados internacionais e no mercado interno. O que é muito importante face à nossa dependência externa. Agora é imprescendível melhorar os rácios de solvabilidade do importante sector bancário, das empresas e sobretudo do Estado.
Só mais um dado a reter . Há uma pecha enorme que é necessário colmatar. E essa pecha é a nossa imagem no exterior, que se reflecte na venda de bens de consumo nos mercados externos. Temos fama de produzir mal, com falta de Qualidade e a preços pouco competitivos. Esta é uma pecha que vai ser díficil a curto prazo mudar. Daí a enorme necessidade de Marcas de Qualidade e de Marketing empresarial. Mas deixemos os empresários "sofrer" um bocado, que estes abrirão os olhos para as suas asneiras.
Um xoxo da minha patroa !
Face à nossa enorme dependência externa é imperativo que o Estado "obrigue" as empresas a colmatarem as insuficiências da oferta, que permitem altos níveis de inflação, penalizando sobretudo os mais fracos e desprotegidos : os cidadãos com rendimentos "rígidos" e pouco variáveis. Vulgo pensionistas, empregados por conta de outrém e outros.
Por outro lado, o emprego na indústria caiu, ao contrário do volume de negócios deste importante sector. Dando a entender que a produtividade está a aumentar. Se isso se verificar, nos novos estudos do INE, quer dizer que o emprego agora destruído, poderá ser de empresas mal geridas. Mas com a produtividade a aumentar, quer dizer que a médio/longo prazo a criação de empregos será maior, permitindo colmatar os empregos agora perdidos. Com uma importante vantagem : serão empregos mais saudáveis e mais sólidos. Não estando dependentes do consumo público, leia-se Estado, Autarquias e Outros Entes Públicos.
Esta política económica, absolutamente necessária, é dura. Mas é com esta política económica que Portugal poderá almejar atingir a média do nível de vida da UE, em menos anos do que as políticas seguidas nos últimos anos. Saibamos discernir o trigo do joio.
Para conhecer em melhor profundidade os dados ...
http://www.ine.pt
Detalhadamente, as encomendas à Indústria aumentaram 7,6 %.
As encomendas do mercado interno cairam cerca de 4,1 %.
Mas as encomemdas dos mercados externos subiram 11 % .
Nestas encomedas externas, os bens intermédios representam um aumento de cerca de 21 % .
Os bens de consumo tiveram um aumento de cerca de 2 %.
Estes dados baseiam-se em médias móveis a três meses, desse modo estando menos sujeitos a variações bruscas e sazonais.
Para concluir. A recuperação económica do país está em curso e de um modo saudável.
Portugal, quando a isso obrigado, consegue realizar inacreditáveis avanços económicos. Basta para isso "endurecer" as condições para os empresários. Pois estes, na falta da "mama estatal", procuram outra forma de ganhar avanços competitivos. Que deve passar pelos mercados externos, pelos ganhos de produtividade e de competitividade.
Parece estarmos a ganhar quota de mercado nos mercados internacionais e no mercado interno. O que é muito importante face à nossa dependência externa. Agora é imprescendível melhorar os rácios de solvabilidade do importante sector bancário, das empresas e sobretudo do Estado.
Só mais um dado a reter . Há uma pecha enorme que é necessário colmatar. E essa pecha é a nossa imagem no exterior, que se reflecte na venda de bens de consumo nos mercados externos. Temos fama de produzir mal, com falta de Qualidade e a preços pouco competitivos. Esta é uma pecha que vai ser díficil a curto prazo mudar. Daí a enorme necessidade de Marcas de Qualidade e de Marketing empresarial. Mas deixemos os empresários "sofrer" um bocado, que estes abrirão os olhos para as suas asneiras.
Um xoxo da minha patroa !