Óscar
28-07-2004, 18:21
Ministro da Agricultura elogia política de prevenção e vigilância de fogos
Lusa
O novo ministro da Agricultura, Pescas e Florestas, Carlos da Costa Neves, elogiou hoje a política de prevenção e vigilância de incêndios realizada pelo seu antecessor e afirmou que foi feito um "esforço notório".
"Não posso deixar de saudar o trabalho desenvolvido pelos serviços deste Ministério, em articulação com entidades actuantes", referiu.
"Os números falam por si e demonstram a prioridade que esta questão assumiu", salientou o ministro, prometendo para mais tarde a divulgação das medidas que estão em curso.
De acordo com os últimos números disponíveis, até domingo arderam cerca de 30 mil hectares de floresta, uma situação que levou o Governo português a pedir ajuda à União Europeia para o combate às chamas.
Numa reunião em que apresentou as linhas gerais de actuação para os próximos dois anos aos quadros do ministério, Costa Neves afirmou que a prevenção dos incêndios florestais foi uma questão prioritária para o anterior Governo.
Na segunda-feira, o ministro da Administração Interna, Daniel Sanches, adiantou que nos primeiros dois dias desta semana o número de incêndios quadriplicou relativamente ao mesmo período do ano passado e admitiu que, face à quantidade de fogos, os meios nunca são suficientes.
Ontem, o secretário de Estado das Florestas, Luís Pinheiro, admitiu que a Agência para a Prevenção de Incêndios Florestais não tem condições para trabalhar por falta de recursos financeiros e humanos. Luís Pinheiro disse que quando a Agência para a Prevenção de Incêndios Florestais foi anunciada, em Outubro de 2003, já era de prever que não estivesse em pleno funcionamento durante a época de fogos deste ano.
A comunicação social foi convocada para a reunião com os quadros do Ministério da Agricultura, mas foi convidada a sair e impedida de fazer perguntas quando o ministro Costa Neves acabou de ler o discurso dirigido aos técnicos superiores das várias direcções-gerais.
Sem apontar medidas concretas, o governante referiu a necessidade de aumentar a competitividade do sector agrícola e das pescas, frisando que "os produtos agrícolas transformados têm potencial para crescer" nas exportações portuguesas.
in Público
Lusa
O novo ministro da Agricultura, Pescas e Florestas, Carlos da Costa Neves, elogiou hoje a política de prevenção e vigilância de incêndios realizada pelo seu antecessor e afirmou que foi feito um "esforço notório".
"Não posso deixar de saudar o trabalho desenvolvido pelos serviços deste Ministério, em articulação com entidades actuantes", referiu.
"Os números falam por si e demonstram a prioridade que esta questão assumiu", salientou o ministro, prometendo para mais tarde a divulgação das medidas que estão em curso.
De acordo com os últimos números disponíveis, até domingo arderam cerca de 30 mil hectares de floresta, uma situação que levou o Governo português a pedir ajuda à União Europeia para o combate às chamas.
Numa reunião em que apresentou as linhas gerais de actuação para os próximos dois anos aos quadros do ministério, Costa Neves afirmou que a prevenção dos incêndios florestais foi uma questão prioritária para o anterior Governo.
Na segunda-feira, o ministro da Administração Interna, Daniel Sanches, adiantou que nos primeiros dois dias desta semana o número de incêndios quadriplicou relativamente ao mesmo período do ano passado e admitiu que, face à quantidade de fogos, os meios nunca são suficientes.
Ontem, o secretário de Estado das Florestas, Luís Pinheiro, admitiu que a Agência para a Prevenção de Incêndios Florestais não tem condições para trabalhar por falta de recursos financeiros e humanos. Luís Pinheiro disse que quando a Agência para a Prevenção de Incêndios Florestais foi anunciada, em Outubro de 2003, já era de prever que não estivesse em pleno funcionamento durante a época de fogos deste ano.
A comunicação social foi convocada para a reunião com os quadros do Ministério da Agricultura, mas foi convidada a sair e impedida de fazer perguntas quando o ministro Costa Neves acabou de ler o discurso dirigido aos técnicos superiores das várias direcções-gerais.
Sem apontar medidas concretas, o governante referiu a necessidade de aumentar a competitividade do sector agrícola e das pescas, frisando que "os produtos agrícolas transformados têm potencial para crescer" nas exportações portuguesas.
in Público